Centro de distribuição da Amazon em Cajamar é inaugurado

Nesta quinta-feira, 03 de setembro, a Amazon inaugurou seu 4º centro de distribuição no estado de São Paulo e o 5º no país. O novo centro fica em Cajamar e irá auxiliar a empresa no seu projeto de expansão de atividade no Brasil.

O CD tem uma área de 100 mil metros quadrados, que de acordo com a Amazon, devido às suas características, irá agilizar as entregas dos produtos comprados pelo marketplace da empresa. A expectativa é que sejam gerados diversos empregos diretos e indiretos com a entrada em funcionamento do local.

Com informações do Estadão e Reuters


Produção industrial cresce 8% em julho, com alta inédita em 25 dos 26 setores

A produção industrial nacional cresceu pelo terceiro mês consecutivo com alta de 8% em julho, na comparação com o mês anterior, após expansão em maio (8,7%) e junho (9,7%). Pela primeira vez na série histórica iniciada em 2002, 25 dos 26 setores apresentaram taxa positiva. O resultado, entretanto, não elimina a perda de 27% acumulada nos meses de março e abril, quando refletiu os efeitos do isolamento social por conta da pandemia da Covid-19. É o que mostra a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada hoje (3) pelo IBGE.

Na comparação com julho de 2019, a produção industrial teve redução de 3%, nono resultado negativo seguido nesse tipo de comparação. No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa ficou em – 5,7%, o recuo mais elevado desde dezembro de 2016 (-6,4%).

A indústria brasileira apresenta queda de 9,6% nos sete primeiros meses de 2020. De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, esse índice e o patamar abaixo do ano passado mostram que ainda há espaço para recuperação.”Observa-se uma volta à produção desde maio, e é um crescimento importante, mas que ainda não recupera as perdas do período mais forte de isolamento”, assinala.

Setor de veículos continua puxando índice, mas quase todos apresentam alta – Quase todos os ramos pesquisados, 25 dos 26, apresentaram alta no mês. Para Macedo, essa disseminação de taxas positivas mostra um avanço da produção industrial após medidas que flexibilizaram o isolamento social. “Alguns setores sentiram menos, como alimentos e produtos de limpeza, mas no geral, houve uma perda muito grande no isolamento”, explica. É o maior espalhamento da série histórica, ou seja, pela primeira vez, 25 setores apresentaram taxa positiva desde 2002.

A principal influência no resultado para o mês segue sendo do setor de veículos automotores, reboques e carrocerias, que cresceu 43,9%. “A indústria automotiva puxa diversos setores em conjunto, sendo o ponto principal de outras cadeias produtivas”, pontua Macedo.O setor acumula expansão de 761,3% nos últimos três meses, mas ainda assim se encontra 32,9% abaixo do patamar de fevereiro último.

Também mostraram crescimento de destaque a metalurgia (18,7%), e as indústrias extrativas (6,7%), de máquinas e equipamentos (14,2%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,8%), de outros produtos químicos (6,7%), de produtos alimentícios (2,2%), de produtos de metal (12,4%), de produtos de minerais não metálicos (10,4%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (29,7%), de produtos de borracha e de material plástico (9,8%), de produtos têxteis (26,2%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (13,8%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (12,0%), de produtos diversos (27,9%) e de bebidas (4,6%).

O único resultado negativo veio de impressão e reprodução de gravações, com queda de 40,6%. “É uma atividade que se caracteriza por um comportamento volátil mesmo. Caiu em julho, mas havia avançado 77,1% em junho”, justifica Macedo.

Já no índice das grandes categorias econômicas da indústria, todas apresentaram alta em julho, com destaque para bens de consumo duráveis, que registrou a maior taxa positiva do mês (42,0%) e apontou o terceiro mês seguido de expansão na produção, alta acumulada de 443,8%. Ainda assim, esse segmento se encontra 15,2% abaixo do patamar de fevereiro último.

Os setores produtores de bens de capital (15,0%) e de bens intermediários (8,4%) cresceram acima da média geral da indústria. Já o de bens de consumo semi e não duráveis (4,7%) registrou o crescimento menos intenso entre as categorias econômicas. Esses três segmentos também apontaram expansão pelo terceiro mês consecutivo e acumularam nesse período ganhos de 70,5%, 21,1% e 24,0%, respectivamente, mas ainda assim, permanecem abaixo do patamar de fevereiro deste ano.


PF prende dois suspeitos por roubo de carga em Viracopos

Dois homens foram presos na manhã de hoje (4) suspeitos de participação no roubo de cargas do Terminal de Cargas do Aeroporto de Viracopos em 2018.

As prisões aconteceram após a Polícia Federal de Campinas deflagrar operação Tango Victor, que investiga o roubo que aconteceu no dia 4 de março de 2018, e subtraiu mais de US$ 5 milhões de dólares de um carro forte. Segundo a corporação, o nome da operação faz referência às iniciais (TV) Terminal de Viracopos, onde foi praticado o roubo destinado ao transporte de valores.

No dia 4 de março de 2018, um grupo formado por pelo menos cinco homens armados com fuzis invadiu o terminal de carga do aeroporto e levaram dólares e libras que tinham como destino a Suíça. O grupo invadiu e saíu do TECA em 6 minutos sem realizar disparos.


ANFAVEA: produção de veículos cresce 23,5% no comparativo ago/jul

Dados divulgados hoje, 04 de setembro, pela ANFAVEA mostram que foram produzidos 210,9 mil veículos no mês de agosto, que representou um crescimento de 23,5% em relação aos 170,7 mil veículos em julho.

Os licenciamentos também apresentaram crescimento. Foram 183,4 mil em agosto frente a 174,5 mil em julho, o que equivale a um crescimento de 5,1%.


Rodrigo Maia receberá setor portuário para tratar de prorrogação do Reporto

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ), confirmou a conselheiros e patrocinadores do Brasil Export durante webinar desta quinta-feira, dia 27 de agosto, que receberá integrantes do Fórum para tratar da prorrogação do prazo do Reporto para o setor. O encontro viritual ocorrerá na próxima quinta-feira, dia 3 de setembro.

O anúncio da reunião foi feito momentos antes pela deputada federal Rosana Valle (PSB-SP), também participante do webinar. A videoconferências reuniu ainda o senador Wellilngton Fagundes (PL/MT), coordenador da Frenlog (Frente Parlamentar Mista de Logística de Transporte e Armazenagem), e os também deputados federais Vinicius Farah (MDB/RJ) e Felipe Francischini (PSL-PR).

Fagundes se prontificou a discutir o assunto durante o café da manhã que participará com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, (DEM), na próxima quarta-feira, dia 2 de setembro. Ele ainda se dispôs a promover um encontro virtual entre os integrantes do Brasil Export com o Alcolumbre.

“Será um momento importante para que as principais lideranças legislativas do país compreendam que a prorrogação do prazo do Reporto significa apostar no progresso do Brasil e também gera economia para os cofres públicos. Nos sentimos honrados em poder promover esse debate”, afirmou o CEO do Fórum Brasil Export, Fabrício Julião.

Prazo curto x seguança jurídica – O deputado federal Vinícius Farah (MDB/RJ) disse que existe uma definição por parte da Receita Federal em prorrogar o Reporto (Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária) para apenas seis meses. O prazo é considerado muito curto para o setor e pode até afetar a segurança jurídica das operações, segundo alertou Sérgio Aquino, presidente da Fenop (Federação Nacional das Operações Portuárias), e moderador do encontro virtual.

Farah afirmou que as tratativas dão conta de que o prazo é estimado e está atrelado às discussões da reforma tributária, ainda em curso. “É melhor garantir agora do que correr o risco. Na reforma tributária deve-ser inserir o que é necessário para o mercado”, afirmou.
A deputada federal Rosana Valle pediu a palavra para dizer que discordava da avaliação do colega da Câmara. “Eu sou a favor de lutar até o fim, porque é o certo e justo”, afirmou.

Repercussão – Para o almirante Murillo Barbosa, diretor-presidente da ATP (Associação de Terminais Portuários Privados), a extensão do prazo é fundamental para a “retomada industrial do país”. Dados apresentados por Jesualdo Conceião da Silva, presidente da ABTP (Associação Brasileira dos Terminais Portuários), indicam que o impacto aos cofres da União da prorrogação não serão significativos, porém, irão representar uma parcela significativa de investimentos portuários.