Johnson & Johnson inaugura centro de distribuição em Guarulhos

Unidade do braço de equipamentos médicos da corporação torna-se o maior da marca na América Latina, com 12 mil metros quadrados, 300 funcionários e espaço para 14 mil itens de todas as franquias da marca.

O diretor da Investe São Paulo, Sérgio Costa, representou o Governo do Estado de São Paulo durante a cerimônia de inauguração do maior Centro de Distribuição integrado da Johnson & Johnson Medical Devices na América Latina, realizada nesta segunda-feira, 4 de setembro.

O Centro disponibilizará mais de 14 mil itens dentre todas as franquias da marca – desde dispositivos cirúrgicos até próteses, implantes e insumos cirúrgicos-, atendendo milhares de procedimentos cirúrgicos diariamente e uma estimativa de dois mil hospitais.

“Nosso trabalho não para aqui. Faremos de tudo para ajudar a Johnson & Johnson crescer e para que faça de São Paulo sua plataforma de crescimento dentro da América Latina”, afirmou Costa.

A Investe SP apoiou o projeto de construção do Centro, principalmente no contato com diversos órgãos públicos fundamentais para o projeto. “Agradecemos principalmente à Investe São Paulo e à Agende Guarulhos por sempre estarem disponíveis para nós.

Conseguimos cumprir todos os prazos que foram propostos”, disse o vice-presidente de logística da empresa para a América Latina, Ricardo Araújo.

O presidente da Johnson & Johnson Medical Devices no Brasil também agradeceu às duas agências de promoção de investimentos: “Esse centro nos deixa mais próximos ao compromisso de chegar a cada vez mais pacientes e restaurar mais vidas, que é nossa missão”, explicou Adriano Caldas, presidente da Johnson & Johnson Medical Devices no Brasil.

“Esse investimento não é importante só por conta da geração de tributos e empregos. Estamos felizes também pela J&J ter nos escolhido como seu polo receptivo e sua plataforma de acesso a diversos mercados. Estamos lutando para que as pessoas acreditem que Guarulhos possa ser cada vez mais um hub internacional e um polo econômico no Estado de no País”, afirmou o prefeito da cidade, Gustavo Guti. 

Sobre o Centro – O novo centro de distribuição está em linha com a estratégia global de negócios da companhia, que tem o Brasil como um dos países foco de investimentos, aumentando a capacidade da operação e garantindo o alto nível de serviços para suprir a demanda do setor nos próximos 10 anos. O Brasil é sétimo maior mercado de saúde em todo o mundo e segundo maior mercado privado da América, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.

Com aproximadamente 12 mil metros quadrados e 24 mil posições de armazenagem, o espaço contribuirá para a eficiência logística, garantindo uma operação ágil e de qualidade para atender as necessidades de aproximadamente dois mil hospitais brasileiros, atingindo milhões de vidas todos os anos. Ao todo são 300 funcionários trabalhando 24 horas na distribuição dos produtos.

O CD deve abastecer ainda outros 31 países, além do Brasil, com as suturas produzidas na fábrica na Johnson & Johnson em São José dos Campos/SP, considerada o maior e mais diversificado complexo industrial da Johnson & Johnson fora dos Estados Unidos.

“A Johnson & Johnson está presente no País há mais de 85 anos, contribuindo para o desenvolvimento do setor de saúde do Brasil por meio do fornecimento de soluções que promovam a melhor experiência e resultado clínico ao paciente, ao mesmo tempo em que ofereçam eficiência de custos em todo sistema de saúde. Nosso compromisso com o País é de longo prazo, por isso a necessidade de aumentar a capacidade da operação já pensando nos próximos 10 anos”, explica Adriano Caldas, presidente da Johnson & Johnson Medical Devices no Brasil. 

Guarulhos: posição privilegiada –  “Um time multifuncional considerou vários aspectos para a escolha do local para a instalação do CD como segurança, qualidade, mobilidade, oferta de mão de obra e vias de acesso que facilitassem as entregas, resultando em ganho logístico tanto para a companhia quanto para os hospitais que utilizam nossos dispositivos para cirurgias”, explica ainda o vice-presidente de Logística.

A cidade de Guarulhos é estratégica pois facilita entrada e saída de produtos por conta do acesso à rodovia e ao aeroporto, possibilitando a distribuição dos dispositivos médicos com mais agilidade. “Agora temos uma operação com capacidade e infraestrutura para fazer frente ao nosso crescimento futuro. Estamos preparados para garantir o fornecimento de inovação no setor de saúde, garantindo o alto nível de serviços”, completa.


Negócio da China: presidente Michel Temer busca esquentar comércio bilateral e trazer investidores para as novas concessões no Brasil

Em Pequim, uma rodada de reuniões do presidente Michel Temer com empresários chineses, marcou a busca do Brasil por negócios com o seu principal parceiro comercial.

A comitiva presidencial esteve com representantes da Huawei, HNA e China Three Gorges e State Grid. Temer apresentou o programa de concessões e privatizações do governo federal aos investidores chineses.

As reformas estruturantes no país, como a aprovação do teto para os gastos públicos, a modernização da legislação trabalhistas e a reforma previdenciária, favorecem a atração de investimentos externos. “Estamos trabalhando para desburocratizar o país. A reforma trabalhista foi recebida positivamente pelos investidores, pois traz mais segurança jurídica e estabilidade. Esta é a agenda do governo. A agenda da reforma e da desburocratização”, disse o Ministro Marcos Pereira (MDIC), na comitiva que acompanha o presidente Temer. O ministro cumprirá agenda oficial na China até dia 5 de setembro. Em Pequim, ele acompanhará Temer em reuniões de trabalho com o presidente chinês Xi Jinping, o primeiro-ministro do país e o presidente da Assembleia Popular Nacional. Marcos Pereira também renovará um Memorando de Entendimento (MoU) celebrado entre o Inmetro e a AQSIQ (Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena).

No sábado (2/9), o ministro irá participar do Seminário de Oportunidades de Investimentos, organizado pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Encerrada a agenda em Pequim, a comitiva presidencial seguirá para Xiamen, onde acontecerá a reunião de cúpula do BRICS. 

 Intercâmbio comercial –  A China é o principal parceiro comercial do Brasil. De janeiro a julho deste ano, a balança comercial com o país asiático foi superavitária em US$ 16,3 bilhões.

Nesse período, as exportações brasileiras para a China cresceram 33,1% em relação a 2016, passando de US$ 23,1 bilhões pata US$ 30,8 bilhões. Trata-se do primeiro destino das exportações do Brasil, com 24,3% do total.

A pauta de exportações é composta por produtos básicos (88,4%), seguida de semimanufaturados (8,3%) e manufaturados (3,2%). Entre os principais produtos vendidos para China estão soja (48,3% do total), minérios de ferro (20%) e óleos brutos de petróleo (15,6%).

Em relação às importações da China, houve, de janeiro a julho deste ano, um crescimento de 11,6%, passando de US$ 12,9 bilhões para US$ 14,5 bilhões. O país é, atualmente, o segundo principal fornecedor estrangeiro do Brasil.

Os principais produtos comprados da China são circuitos internos e parte para aparelhos de telefonia (5,3% do total), partes de aparelhos transmissores ou receptores (4,4%) e circuitos integrados e microconjuntos eletrônicos (3%).


Governo venderá a parte da INFRAERO de Guarulhos e do Galeão

Conselho aprova também a privatização do aeroporto de Congonhas. 49% de  Guarulhos e do Galeão seguirão para a iniciativa privada. 

O conselho do PPI (Programa de Parcerias e Investimentos) aprovou nesta semana a privatização de diversos equipamentos e empresas públicas, como os aeroportos de Guarulhos (SP), Congonhas (SP), Galeão (RJ), Confins (MG) e de Brasília (DF). A lista de projetos a serem vendidos soma R$ 44 bilhões em investimentos no longo prazo.  O aeroporto de Congonhas deve ser privatizado por meio de concessão em leilão a ser realizado no terceiro trimestre de 2018.

No caso dos demais aeroportos, o governo planeja vender a participação que hoje o Estado brasileiro detém neles por meio da estatal Infraero(que detém hoje 49% do consórcio). A previsão para a venda também é o terceiro trimestre do ano que vem.

Outros equipamentos e empresas que devem ser vendidos são: Casa da Moeda Lotex (a “raspadinha”) Usina hidrelétrica de Jaguara 11 lotes de transmissão de energia elétrica Rodovias BR-153 GO-TO e BR-364 RO-MT Codesa (Companhia de Docas do Espírito Santo) Blocos de produção de petróleo Blocos no pré-sal.


Ceva Logistics tem melhoria de 25% na produtividade dos processos aéreos na América do Sul. Receita no mundo cresceu 5,8% no primeiro semestre.

deniseEm entrevista exclusiva ao Portal LogNews Denise Carrion, VP América do Sul para Freight Management da empresa, relata o momento da CEVA e traz novidades ao mercado

Veja aqui a íntegra da entrevista exclusiva com o Portal LogNews:

Denise Carrion, VP América do Sul para Freight Management, 21 anos de CEVA.

1) LN: Quando a Sra. assumiu a função de VP para a América do Sul dos produtos aéreo e marítimo, em 2015, o desafio era o de alinhar e padronizar as melhores práticas entre os países da região, tanto em aspectos operacionais quanto em iniciativas e estratégias para os chamados produtos “Air & Ocean”. É possível fazer um balanço positivo dessa ação? Como foi esse caminho e as estratégias utilizadas?

Sim, esta era uma das principais missões logo após a CEVA ter se organizado em clusters. Somos 17 clusters em todo o mundo, com uma dinâmica de trabalho direta com os membros board da empresa e todas as nossas ações e estratégias tem o olhar para cada cluster. Não posso dizer que este trabalho está concluído, ainda há um bom caminho a percorrer, mas certamente já tivemos avanços positivos principalmente nas áreas operacionais, em padronização de processos e controles, em formas de medição de performance, em troca de conhecimento entre as equipes, melhores práticas, etc. Além de visitas presenciais a todos os países, há uma governança mensal que nos permite mesmo a distância avançar nas prioridades e necessidades de cada um. Enxergamos que o ponto de partida deveria ser a padronização, trazer todos para o mesmo nível de conhecimento das ferramentas, métodos e processos. Para isto, tivemos a chance de investir em uma equipe que chamamos de SPS – Systems & Process Specialists, que são especialistas em uma área de negócios (aéreo, marítimo) e tem por objetivo assegurar que todo o cluster possui os treinamentos operacionais e sistêmicos existentes na companhia e que todas as unidades de Freight Management trabalham seguindo nossos processos padrões e usando nossas ferramentas sistêmicas em sua máxima potencialidade. Entre 2016 e 2017 foram dadas mais de 800 horas de treinamento por esta equipe, nos 5 países e em todas as nossas filiais desta região. Para dar um exemplo concreto do resultado deste trabalho destaco nosso índice de melhoria em produtividade, nos processos aéreos melhoramos por volta de 25% nossa produção de processos por pessoa e no marítimo mais de 15% e somos um dos 5 Best Improvers Clusters ! Sem dúvida, vamos continuar fortalecendo nossos processos operacionais para garantir excelência de serviços e atendimento aos nossos clientes, e agora o foco será fortalecer nossas áreas de produto em todos os países, tanto no desembaraço aduaneiro, no aéreo e principalmente no marítimo.

 

2) LN: E hoje, exatamente 02 (dois) anos após, quais são as prioridades e demandas da CEVA em sua área?

Seguir consolidando a cultura da melhoria contínua de nossos processos operacionais em todo o cluster, tanto para dentro da empresa e principalmente para clientes e fortalecer as áreas de produto para propiciar maior crescimento do negócio. Temos crescido muito no transporte aéreo e no desembaraço aduaneiro, nossa oportunidade agora está no transporte marítimo. Estamos investindo em uma equipe diferenciada, com forte experiência no marítimo, não só no Brasil mas fora também, nas rotas onde temos mais interesse e volume. É um trabalho conjunto entre as áreas de produto e de vendas e estamos muito confiantes que em breve teremos frutos positivos destas mudanças.

 

3) LN: A infraestrutura da aduana brasileira sempre foi muito questionada, a exemplo dos problemas recentes de atrasos na liberação de carga pela ANVISA. A Sra. acha que as certificações OEA serão importantes para o futuro do comércio internacional no mundo e, principalmente, no Brasil? Como a CEVA está engajada nessa empreitada.

Hoje entendemos que os agentes certificados no OEA, sejam eles agentes de carga, importadores, exportadores, transportadores, despachantes ou depositários terão de alguma forma algumas vantagens durante o fluxo de comércio exterior, seja nos prazos de atendimento junto às Alfandegas, seja por consequência da revisão das exigências organizacionais exigidas pelo agente certificado. O que nós do mercado esperamos é que os outros  agentes envolvidos na cadeia toda como agências, ministérios, institutos sejam também parte atuante no processo e sejam alcançadas pelas vantagens dos agentes certificados. A CEVA no Brasil está na fase de auditoria da Receita Federal e ansiosa para poder oferecer aos clientes as vantagens de ser um agente de Carga Certificado, aliás já somos certificados no Peru e estamos convencidos em certificar todas as nossas filiais espalhadas pelo cluster e fora dele.

 

4) LN: Quando se fala em comércio exterior e logística no Brasil, não podemos deixar de avaliar o comportamento da economia no País. Como a Sra. vê esse momento atual e o que espera para o futuro?

Ainda delicado, instável, mas de forma geral acho que já podemos dizer que parou de piorar. Ainda longe de estar como pode ser já que somos uma potência, mas já sentimos algumas reações positivas das indústrias, um movimento maior de projetos e da operação da forma geral. Acho que um pouco da confiança está voltando, mesmo em meio a toda crise política e incertezas sobre a liderança do país em 2018. Para o futuro, para que a retomada siga de forma sustentada, realmente precisamos ver avançar e se materializar os temas mais de base que darão sustentabilidade para a retomada do crescimento (reformas trabalhistas, previdenciária, projetos de infraestrutura, etc) e assim os indicadores corretos se fortalece, a confiança aumenta e o ciclo virtuoso do progresso acontece.

 

5) LN: Tema Livre

Falamos muito da CEVA América do Sul acima e gostaria de destacar os resultados globais da CEVA neste segundo trimestre. Nossa receita do segundo trimestre foi de USD 1,7M o que representa 6,4% de crescimento em moeda constante. Este é mais um trimestre com um ótimo salto de crescimento. Para o semestre total as receitas alcançaram USD 3,3M, atingindo 5,8% de crescimento em moeda constante. O EBITDA do 2o trimestre foi de USD 70M, representando 12,8% de crescimento ano sobre ano e no total do semestre foi de USD 124 milhões, mais de 8% de crescimento em relação a 2016. As duas unidades de negócio tiveram resultados sólidos e de crescimento. Em Contract Logistics, novos negócios em contratos Automotivos, de Bens de Consumo e E-Commerce asseguraram o crescimento da receita em 4,5%. Em Freight Management a receita cresceu 8,8% ano sobre ano em moeda constante, com crescimento de volumes no transporte aéreo acima de 15% e no marítimo 3,5% ano sobre ano. Mesmo com os grandes desafios no mercado aéreo e marítimo de forma geral, as margens se mantiveram estáveis e importantes ganhos de produtividade e eficiência obtidos através do nosso Programa de Excelência contribuíram fortemente para o EBITDA de USD 20 milhões, 10% maior em moeda constante. Estamos muito felizes e orgulhosos pelos resultados de nossa companhia e nos mantemos todos muito focados para finalizar um 2017 com muito progresso.

 


Viracopos já deve entrar em novo pacote da União

Viracopos-VCP-CampinasAinda sob administração da ABV, Terminal Cargueiro registra crescimento do volume de cargas exportadas e importadas pelo 7º mês consecutivo 

Menos de 15 dias depois de os acionistas devolverem a concessão, o processo de relicitação do aeroporto de Viracopos, em Campinas, está prestes a ser iniciado.

O secretário especial do  Programa de Parcerias de Investimentos, Adalberto Vasconcelos confirmou essa semana ao Metro Jornal, que está estudando a possibilidade de incluir o aeroporto internacional de Campinas no novo pacote de concessões a ser anunciado pelo governo.

O conselho do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) deverá analisar, no dia 23 deste mês, a proposta de concessão à iniciativa privada de 19 aeroportos que hoje estão sob administração da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária). Segundo Vasconcelos, existe a possibilidade de Viracopos integrar esse pacote. “Não é certeza (que entre), mas como a devolução foi amigável e o processo já está aqui, é possível que entre”, disse o secretário, por meio de sua assessoria de imprensa.

Segundo o Ministério dos Transportes, deverão entrar no pacote, aeroportos de Santos Dumont, no Rio, Pampulha, em Belo Horizonte, além de capitais do nordeste como Recife, Maceió e Teresina.

No dia 28 de julho, os acionistas da ABV (Concessionária Aeroportos Brasil Viracopos), administradora do aeroporto, autorizaram a diretoria a iniciar o processo de devolução para que se faça nova licitação e a concessão seja passada para outro grupo.

Até o governo lançar um novo edital de licitação para encontrar outros investidores, a concessionária continua administrando o terminal. A ABV alega dívida de R$ 460 milhões. 

Crescimento na carga aérea – A movimentação de volumes de importação e exportação no Terminal de Carga do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), registrou crescimento pelo sétimo mês seguido neste ano, reforçando a tendência de crescimento do comércio exterior por meio do aeroporto.

No mês de julho, as importações liberadas cresceram 43,02% em peso transportado pelo terminal de carga em relação ao mesmo período de 2016. No total, foram importadas 10.101 toneladas no mês passado, contra 8.346 toneladas em julho do ano passado.

Já no acumulado dos sete primeiros meses deste ano, o crescimento de peso movimentado na importação foi de 21,63% em relação ao mesmo período do ano passado.

Entre os destaques na importação (por peso movimentado), comparados ao mês de julho de 2016, estão os segmentos Metal Mecânico (com 57% de crescimento), Automotivo (com 90% de alta), Farmacêuticos (123%) e Tecnologia (43%). 

Exportação – No setor de exportação, também manteve-se a tendência de crescimento pelo sétimo mês seguido. Em comparação ao mesmo período do ano passado, a alta foi de 20,79%. Deixaram o país em julho por Viracopos 5.472 toneladas contra 4.530 de julho de 2016.

No acumulado do ano, a alta das exportações foi 14,93% em relação aos sete primeiros meses de 2016, com um total de 35.238,08 toneladas.

Já entre os destaques na exportação, também por peso liberado, estão os segmentos: Alimentos/Bebida/Fumo, com 364% de alta em relação a julho de 2016, além de Automotivo (33%) e Calçados e Bolsas (26%).