Aurora da Amazônia aguarda desfecho de recursos para anúncio de R$ 80 milhões e geração de 1.500 empregos em Novo Porto Seco em Anápolis (GO)

Empresa venceu proposta comercial e está pronta para iniciar atividades e levar toda a sua expertise adquirida ao longo de mais 40 anos no Brasil. Justiça definiu prazo máximo em 29 de junho.

A Aurora da Amazônia – empresa que carrega uma história de mais de 40 anos inserida ao Grupo que congrega 7 grandes empresas na área de comércio exterior, logística, transporte, movimentação e armazenagem de cargas em todo o País – venceu com a melhor proposta para exploração do Porto Seco na cidade de Anápolis (GO). Na reta final para finalizar o processo licitatório e iniciar a concessão (o prazo máximo final é 30 de junho), a empresa anunciou os valores de investimento para construção e modernização da nova estrutura alfandegada: R$ 80 milhões.

Vale destacar que tais investimentos serão superados, em curto prazo, se considerar as áreas de armazenagem e de pátios, máquinas, terrenos e escritórios. Outro fator relevante, consequência desses avanços, será o aumento da arrecadação do Município de Anápolis e do estado de Goiás.

Melhor do Brasil, 300 empregos diretos e 1.200 indiretos – “Queremos entregar para a Região Centro-Oeste o melhor Porto Seco do Brasil”, prevê Marcello Di Gregório, diretor da Aurora da Amazônia. A empresa estima que serão gerados 300 empregos diretos e 1.200 indiretos. O estado de Goiás é a 9ª economia do País, com um último PIB estimado em quase 200 bilhões de reais.
A Aurora da Amazônia atrairá indústrias da Região para utilizar o Porto Seco tendo em vista suas vantagens logísticas altamente competitivas. Em 02/04/18, a Aurora sagrou-se vencedora da licitação Concorrência RFB/SRRF01 nº 01/2017, realizado pela Receita Federal para prestação de serviço público em porto seco a ser instalado em Anápolis, tendo a sua proposta se sagrado vencedora com nota obtida bem superior (8,2) àquela apresentada pela empresa Porto Seco Centro-Oeste (3,7). Isso significa que a Aurora da Amazônia ofertou preços 44% (quarenta e quatro por cento) inferiores ao atual permissionário, “Nossa proposta superou, e muito, o atual gestor e segundo colocado no certame licitatório. Com isso, traremos vantagens economicas importantes para os usuários dos serviços e atrairemos a força exportadora e importadora do Centro-Oeste”, conclui Di Gregório.
A empresa projeta ainda dotar o Porto Seco com tecnologias e equipamentos de última geração e se utilizar de toda a sua expertise nos serviços de gestão de Portos Secos nos Estados de São Paulo e do Amazonas, onde exerce a administração e operação de concessões semelhantes, reconhecidas pelo mercado brasileiro por sua excelência na prestação de serviços. A empresa possui as certificações exigidas por usuários e autoridades, além de receber premiações de clientes por sua performance. A satisfação dos clientes da Aurora pode ser mensurada por meio do “Relatório da Comissão de Avaliação de Serviços de Portos Secos”, elaborado pelo Ministério da Fazenda e a Secretaria da Receita Federal, no qual obteve a média de satisfação de 8,9.


Privatização do Porto de Santos será debatida no segundo semestre e exportações serão priorizadas

O Governador João Doria reiterou, nesta terça-feira (23), o apoio à privatização do porto de Santos. Ele participou de audiência com o Presidente Jair Bolsonaro e o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, no Palácio do Planalto. A pauta deverá ser debatida entre Estado e União no segundo semestre de 2019.
“Manifestamos ao Presidente, de maneira clara, que o Governo do Estado de São Paulo deseja e apoia a privatização do porto de Santos. O Presidente entende também que é um bom caminho”, declarou Doria. “Saio muito feliz dessa audiência ao ver uma posição clara do Presidente da República a favor da privatização”, destacou o Governador.
Doria ressaltou que a abertura do setor a investidores privados trará avanços importantes. Um deles é a modernização total da infraestrutura do porto de Santos, nos moldes dos sistemas usados nos melhores terminais da Europa, América do Norte e Ásia.
Exportação – “A privatização do maior porto da América Latina vai permitir novos investimentos na modernização, no calado do porto e, consequentemente, na eficiência das exportações brasileiras a um menor custo. É possível que, em menos de 18 meses após a privatização, tenhamos um porto de qualidade internacional”, completou.


Presidente da GM defende foco na exportação

O presidente da GM para a América do Sul, Carlos Zarlenga, defendeu a exportação como um dos pontos fundamentais para elevar a competitividade da indústria automotiva nacional, fortemente impactada pelo custo Brasil, principal barreira apontada pelo executivo em sua apresentação que encerrou o Encontro da Indústria de Autopeças, seminário realizado pelo Sindipeças na segunda-feira, 22, no São Paulo Expo e que antecedeu a abertura da Automec, feira internacional de autopeças.
Zarlenga citou perdas importantes da indústria a partir de velhos problemas causados pela infraestrutura logística deficiente e alta carga tributária imposta no País, além de citar taxas abusivas e alta volatilidade cambial. Zarlenga também criticou a inércia da indústria em focar esforços no Mercosul. Para o executivo, grande parte dos problemas estão do portão das empresas para fora, o que pode levar algumas empresas a um estado passivo, podendo levar os negócios à decadência.
“Temos uma capacidade instalada para produzir 4,5 milhões de veículos e não conseguimos exportar para ninguém. E não podemos considerar a Argentina como exportação, porque somos mercados complementares”, disse Zarlenga. “Todos sabem os problemas que tivemos no início do ano; para nós acabou bem, mas para outros não acabou bem”, disse se referindo à possibilidade da montadora em repensar sua presença no País, que há anos deixou de ser rentável para a matriz.
O executivo defendeu também algumas soluções para destravar mecanismos que podem ajudar as empresas da cadeia a se reprogramarem e estar aptas para competir no mercado global, como a redefinição da alíquota do Reintegra para 9%, a fim de compensar impostos e taxas acumuladas ao longo do processo de manufatura e da cadeia de suprimentos.
“É preciso deixar de achar que está tudo bem. Não somos competitivos para trazer investimentos focados em exportação, mas exportar é necessário para competir. A abertura dos mercados vai acontecer e precisamos como País e indústria ganhar estes mercados. Para isso, é preciso planejar uma infraestrutura logística multimodal com eficiência portuária, além de redução de taxas internas. Estamos em um ponto de inflexão, os problemas não são novos, mas o tempo está acabando porque estamos diante de uma grande mudança tecnológica e queremos fazer parte dela porque a oportunidade é grande.”

Fonte: Automotive Business


Com facilidades para exportar, Porto Seco “Aurora EADI” é um dos atrativos para a Indústria em Sorocaba (SP)

Cidade é a que mais emprega profissionais na Indústria de todo o interior de São Paulo: 50 mil pessoas.

Clique aqui e confira o vídeo!

Fonte: Jornal Regional – 1ª edição – TV Globo Sorocaba – 10/04/2019


Faltam 08 dias para encontro que reunirá a nata do mercado de Comércio Exterior e Logística, em Campinas (SP)

Standard Dining Clube receberá almoço e um overview sobre o futuro do profissional e do setor, durante “Gourmet Comex’

O Clube de Networking, Gourmet Comex, reunirá a nata do mercado de Comércio Exterior e Logística. Badalado espaço Standard Dining Clube, em Campinas (SP), receberá almoço e um overview sobre o “futuro do profissional e do setor”. O Encontro será realizado no dia 26/04, sexta-feira.