Aurora da Amazônia deve assinar contrato para Novo Porto Seco de Anápolis (GO) em novembro, segundo a Folha de SP

Segundo o Jornal Folha de São Paulo, a empresa de logística Aurora da Amazônia deve assinar contrato para gestão do Novo Porto Seco de Anápolis (GO) ainda neste mês de novembro.

A empresa inclusive já divulgou as perspectivas de seu projeto para o local (foto).
Confira a íntegra da Nota.

Espera – A Aurora da Amazônia, empresa de logística, se prepara para investir R$ 80 milhões no porto seco de Anápolis (GO) após disputa com a atual operadora, Porto Seco Centro Oeste, para assumir a licitação que venceu no começo de 2018. A empresa diz que aguarda a assinatura do contrato neste mês.

Obstáculo – A Porto Seco centro Oeste, porém, afirma em nota que a licitação ainda está em andamento. “Nosso departamento jurídico aguarda julgamento de desclassificação da proposta da Aurora da Amazônia por não cumprir requisitos do Edital”, diz.


Mesmo diante do cenário de Recuperação Judicial, Viracopos é eleito pela 12ª vez o Melhor Aeroporto do Brasil

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), foi eleito pelos passageiros o Melhor Aeroporto do Brasil no 3º trimestre de 2019 na pesquisa de satisfação realizada pela Secretaria de Aviação Civil (SAC), divulgada nesta quinta-feira (07/11). Esse é o 12º trimestre que Viracopos é eleito o melhor do Brasil desde o início da concessão, em 2013, quando foram iniciadas as pesquisas do governo federal.

Viracopos ficou com a nota 4,77 em uma escala de 1 a 5. Foi a melhor nota entre os 20 principais aeroportos do Brasil, que concentram 87% do fluxo de passageiros no país. A pesquisa ocorreu nos meses de julho, agosto e setembro deste ano. Foram ouvidas 25.461 pessoas. A nota média geral de satisfação dos passageiros nos 20 aeroportos foi 4,42 no 3º trimestre.

Dos 37 indicadores de qualidade da Pesquisa com os passageiros, Viracopos aparece entre os três primeiros colocados em 27.

O aeroporto já havia vencido o 1º trimestre deste ano, também com nota 4,77 na escala de 1 a 5. Em fevereiro passado, Viracopos também recebeu, na sede da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), em Brasília, o prêmio de Melhor Aeroporto do Brasil em 2018 na pesquisa de satisfação de passageiros realizadas pela SAC.

Se considerados todos os 27 trimestres desde o início da pesquisa, em 2013, Viracopos já venceu um total de 12 vezes, sendo eles: 3º trimestre de 2013; 4º trimestre de 2013; 4º trimestre de 2014; 1º trimestre de 2015; 1º trimestre de 2016; 2º trimestre de 2017; 3º trimestre de 2017; 1º trimestre de 2018; 3º trimestre de 2018, 4º trimestre de 2018, 1º trimestre de 2019 e, agora, 3º trimestre de 2019.

Na pesquisa, são avaliadas as experiências dos passageiros em diversos itens de infraestrutura, atendimento, serviços, além do desempenho de processos aeroportuários como check-in, inspeção de segurança, restituição de bagagem, entre outros.

O diretor-presidente de Viracopos, Gustavo Müssnich, considera que esta avaliação reflete os esforços da equipe em busca da excelência nos serviços prestados no aeroporto. “Independente do cenário de Recuperação Judicial em curso, além de não dever um centavo aos bancos, Viracopos vem honrando 100% com os custos de operação, o que permite a estratégia de manter os níveis de excelência dos serviços”, disse o presidente do aeroporto.

Em que pese as dificuldades financeiras decorrentes, em boa parte, do não-reconhecimento dos pleitos de reequilíbrios econômicos e financeiros pelo Poder Concedente da ordem de R$ 3,3 bilhões a favor de Viracopos, o aeroporto mantém a excelente prestação de serviços a seus clientes.

Metodologia utilizada – A pesquisa dos indicadores aeroportuários de percepção dos passageiros nos aeroportos é coordenada por equipe técnica da SAC, com o apoio do Comitê Técnico de Desempenho Operacional (CTDO) da CONAERO.

A coleta de dados qualitativos consiste na realização de entrevista presencial, por meio de questionário padrão, com os passageiros no embarque e desembarque dos 20 principais aeroportos do país. As perguntas formuladas no questionário contemplam os indicadores como conforto, segurança, serviços e facilidades oferecidos, entre outros. Ao fim do questionário, o entrevistado ainda avalia sua satisfação geral com o aeroporto, atribuindo nota de 1 a 5.


De olho nas exportações, Oji Papéis vai investir R$ 500 milhões na planta de Piracicaba

O grupo japonês Oji Holdings Corporation anunciou o investimento de R$ 500 milhões para a empresa OJI Papéis Especiais, de Piracicaba, líder nacional na fabricação de papéis térmicos e autocopiativos.

A produção de papéis térmicos, utilizados largamente no varejo em comprovantes fiscais, recibos diversos e no crescente mercado de etiquetas para impressão de código de barras, é o alvo do investimento que aumentará a capacidade produtiva em mais de 80%, saindo de 80 mil toneladas para 150 mil toneladas ano.

O pacote de investimento da holding prevê a ampliação do espaço fabril com 6 mil m² para a instalação de uma nova máquina de revestimento de papel, além da modernização de outros equipamentos da planta. A previsão é que a nova capacidade produtiva esteja instalada até dezembro de 2021 e comece a operar no início de 2022.

Olho nas exportações – A fábrica de papel em Piracicaba já nasceu com teor de inovação e pioneirismo. Foi a primeira indústria no Brasil criada para produzir papel a partir da celulose do bagaço da cana, no ano de 1953. De lá, para cá, contínuos investimentos vêm sendo realizados e o anúncio de R$ 500 milhões ajudará a fábrica a aumentar as exportações para países da América Latina e entrar em novos mercados.

Segundo o presidente da OJI Papéis Especiais, Agostinho Monsserrocco, o investimento propiciará vantagem competitiva à empresa. “A inovação tecnológica possibilitará redução de custo e melhorias na qualidade dos produtos, o que viabilizará a entrada em mercados mais exigentes”, destaca.

Cenário -Segundo dados da OJI, a previsão é que o consumo de papel térmico na América do Sul e Central tenha um crescimento potencial, uma vez que a adoção da impressão térmica para as mais diversas aplicações está em pleno curso nessas regiões. A estimativa é que a demanda de papel térmico cresça 4% ao ano no Brasil e 5% na América Latina até 2025.

Desenvolvimento – “Ficamos muito satisfeitos com o anúncio do investimento feito pelo presidente do grupo Oji Holdings Corporation, Masatoshi Kaku. Essa novidade traz ótimas perspectivas de desenvolvimento para Piracicaba e região e coloca a cidade no mapa de grandes investimentos do Estado de São Paulo”, completa o presidente da OJI.

Com informações do Jornal de Piracicaba e foto Panorama de Negócios

Produção de veículos cresce 16,6% em outubro, divulga Anfavea

A produção de veículos cresceu 16,6% em outubro, com a fabricação de 288,5 mil unidades. Segundo o balanço divulgado hoje (6) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o número representa uma elevação de 9,6% em comparação a outubro de 2018. Nos primeiros dez meses do ano, foram produzidos 2,55 milhões de veículos, um aumento de 3,6% em relação aos 2,46 milhões fabricados de janeiro a outubro do ano passado.

As vendas tiveram alta de 7,9 % em outubro na comparação com setembro deste ano, mas retração de 0,5% na comparação com o mesmo mês de 2018, quando foram comercializados 254,7 mil veículos. Em outubro deste ano, foram vendidos 253,4 mil carros. No acumulado dos dez meses do ano, os emplacamentos de novas unidades totalizaram 2,28 milhões, uma alta de 8,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

As exportações registram queda de 34,7% no acumulado de janeiro a outubro, com a comercialização de 367,5 mil unidades no mercado externo. No mesmo período do ano passado, as vendas para o exterior totalizaram 563 mil veículos. Em outubro a retração ficou em 22,6% em comparação com o mesmo mês do ano passado, com a exportação de 30 mil veículos.

O nível de emprego teve retração de 2,8% em outubro deste ano com relação ao mesmo período do ano passado, com 127,724 mil pessoas trabalhando no setor.


Governo do Estado de São Paulo abre novo programa de parcelamento do ICMS

O Decreto nº 64.564/2019 do governador João Doria, publicado nesta quarta-feira (6) no Diário Oficial do Estado, institui um novo Programa Especial de Parcelamento (PEP) do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), para permitir que os contribuintes paulistas regularizem suas dívidas relativas a esse tributo.

Os contribuintes que aderirem ao PEP contarão com redução de 75% no valor das multas e de 60% nos juros, no caso de pagamentos à vista. Para pagamentos parcelados em até 60 meses, o desconto será de 50% no valor das multas e de 40% nos juros. No caso do pagamento parcelado, o valor mínimo de cada parcela deve ser de R$ 500, incidindo acréscimos financeiros de 0,64% a.m. para liquidação em até 12 parcelas; 0,80% a.m. para liquidação entre 13 e 30 parcelas; e 1% a.m. para liquidação entre 31 e 60 parcelas.

O prazo de adesão ao programa irá de 07 de novembro a 15 de dezembro. O programa permite a quitação ou o parcelamento de débitos de ICMS, inscritos ou não em dívida ativa, inclusive os que são objeto de questionamentos judiciais, em razão de fatos geradores ocorridos até 31 de maio de 2019.

Para aderir, o contribuinte deverá acessar o endereço eletrônico www.pepdoicms.sp.gov.br, efetuar o login no sistema com a mesma senha de acesso utilizada no Posto Fiscal Eletrônico (PFE) e selecionar os débitos tributários a serem incluídos no programa.

A abertura do PEP já havia sido autorizada pelo Conselho nacional de Política Fazendária (Confaz), por meio do Convênio ICMS nº 152/2019.

O programa tem regras específicas para contribuintes que têm débitos relativos a autos de infração e multas que ainda não tenham sido inscritos na dívida ativa. Para os débitos exigidos por meio de auto de infração ainda não inscritos em dívida ativa, estão previstas reduções adicionais e cumulativas no valor da multa correspondentes a 70% se o objeto da adesão ocorrer em até 15 dias a partir da notificação, 60% se ocorrer no período de 16 a 30 dias da lavratura do auto e 25% nos demais casos.

No caso de débitos fiscais decorrentes de substituição tributária, o parcelamento é permitido em até seis meses, com incidência de acréscimos financeiros de 0,64% ao mês, com os mesmos descontos.