Prosseguem inscrições para o Curso “Portal Único – Novo Processo de Importação”, ministrado pelos Gerentes responsáveis pelo desenvolvimento da DUIMP

O SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo –  conseguiu o primeiro treinamento prático do Novo Processo de Importação, que será ministrado pelos Gerentes do Portal Único responsáveis pelo desenvolvimento da DUIMP.

Segundo o SINDASP esta é a oportunidade de apresentar os problemas que existem no processo atual da DI e verificar se estão implementados na DUIMP. A entidade convida para que todos tragam seus problemas e suas dúvidas.

Confira abaixo informações completas do evento:


Nova sensação gastronômica de Campinas, Standard receberá Gourmet Comex

Dining Club da Avenida Norte-Sul será palco do Clube de Networking, em 26 de abril. Adesões prosseguem. 

Save The Date. Os profissionais de comércio exterior e de logística do interior de São Paulo têm encontro marcado. No dia 26 de abril, uma sexta-feira, acontecerá mais uma edição do Clube de Networking GOURMET COMEX.

Com o apoio do CIESP Campinas e sempre marcado por um almoço ao lado de uma mensagem de conteúdo, o Gourmet Comex reunirá mais de 100 convidados para muito networking. A Nova sensação gastronômica da cidade, o “Standard Dining Club” receberá o Gourmet Comex. O badalado espaço fica na Avenida Norte-Sul.

As adesões prosseguem. ABV (Viracopos), SINDASP e Aurora EADI já confirmaram suas participações.

Interessados no evento: mkt@gpamais.com.br ou (19) 99299-1987


Cargolux bate seu primeiro recorde do ano no RIOGaleão Cargo

Já nas primeiras semanas de fevereiro, o cargueiro regular da Cargolux bateu seu primeiro recorde do ano, performando acima da média e transportando 37 % a mais que seu último recorde, registado em outubro de 2018. Na operação realizada no último dia 08 de fevereiro, as cargas importadas totalizaram 74,4 toneladas, refletindo a participação de diversos segmentos numa única operação.
Dentre todas as movimentação de cargas, foi possível destacar novamente o segmento de Oil & Gas, com 31% do volume do voo, o de Borracha e Plástico com 26% e o de Tecnologia com 17%. Esse voo que teve origem em Luxemburgo, consolidou cargas de diferentes locais da Europa como Alemanha, Itália, Reino Unido, além de consolidar cargas da Ásia oriundas de Singapura.

Com operações no RIOgaleão desde 2016, a Cargolux se consolida como opção de rota cargueira para importadores do país com voos regulares as sextas-feiras.


Hyundai: Produção em Piracicaba é ampliada para 210 mil ao ano

A Hyundai Motor Brasil estava operando perto do limite da capacidade que, de acordo com a empresa, gira em torno de 90%. Desde 2012, a montadora sul-coreana vem enfrentando limitações na produção dos modelos HB20, HB20X e HB20S, bem como do recente Creta.

Diante da grande demanda, especialmente pelo HB20, a Hyundai teve que ampliar a produção de 150.000 para 180.000 carros por ano. Mas, mesmo assim, o volume ainda estava abaixo do que o mercado demandava. Mesmo exportando 5% da produção, a empresa continuava com três turnos para dar conta do recado, mesmo com a crise no mercado nacional.

No ano passado, já com operação para 190.000 unidades, graças aos novos processos industrias, conseguiu produzir 3.000 carros a mais que a capacidade, alcançado 193.000 veículos. Agora, o volume subiu para 210.000 carros por ano, o que significa 60.000 unidades a mais que a capacidade inicial.

Com um investimento de R$ 125 milhões, a Hyundai deverá acrescentar mais robôs e equipamentos modernos para ampliar o volume de 36 para 42 carros por hora. Citando a Anfavea, a montadora explica que o volume adicional de 30.000 carros será direcionada ao mercado nacional, onde a previsão é de alta de 10% em 2019.

Eduardo Jin, presidente e CEO da Hyundai Motor Brasil, disse: “Nossa fábrica passou por melhorias em diversas áreas, principalmente nas estruturas de solda, pintura e montagem, o que torna possível esse aumento na produção e, consequentemente, maior capacidade total anual.”

Jin completa: “O volume adicional de 30 mil veículos vai atender prioritariamente o mercado brasileiro, respondendo às perspectivas de crescimento do setor automotivo, que pode ultrapassar 10% em 2019, segundo a Anfavea. Com isso, a Hyundai poderá manter sua participação de mercado ao longo do ano”.

Para reforçar as vendas, a Hyundai deverá lançar a segunda geração do HB20, que é aguardada com expectativa, já que o modelo atual continua o mesmo desde 2012. Além disso, o Creta poderá brigar com mais folga no segmento de SUVs compactos, onde liderou em 2018, quando ultrapassou o Honda HR-V.


STF começa a julgar incidência de PIS e Cofins em importações portuárias

Empresa que operou por conta e ordem de terceiros só deve pagar PIS e Confins sobre o valor da prestação de serviços, e não sobre o valor total da operação de importação. Esse foi o voto do ministro Dias Toffoli, nesta quarta-feira (13/3), em julgamento da incidência de PIS e da Cofins em importação realizada por importadora aderente ao Fundo para o Desenvolvimento das Atividades Portuárias (Fundap), do Espírito Santo. O ministro Alexandre de Moraes pediu vista e a análise do caso foi interrompida.
No entanto, Toffoli, que é relator do caso, votou por negar o recurso da empresa, já que não seria possível ao STF verificar se ela atuou por ordem e conta de terceiro. Para isso, seria necessário o reexame dos fatos do conjunto fático probatório, afirmou o ministro.
Toffoli evocou a Súmula 279 do Supremo para negar o recurso em análise. “Para verificar, no caso concreto, se a recorrente operou ou não por conta e ordem de terceiros, ou mesmo se revendeu ou não as mercadorias importadas para fins de enquadramento na Medida Provisória nº 2.158-35/2001, seria necessário o reexame do caso à luz do conjunto fático e probatório dos autos e da legislação infraconstitucional, providências vedadas em sede de apelo extremo.”
O caso sobre o qual os ministros se debruçarão analisa se nas importações por conta e ordem de terceiros esses tributos devem recair sobre o valor da prestação de serviços das empresas de comércio exterior ou sobre o valor global das mercadorias por elas importadas para serem entregues aos terceiros adquirentes.
“Em consonância com a jurisprudência da Corte, a legislação federal prevê que, na importação por conta e ordem de terceiro em sentido estrito, a incidência da contribuição para o PIS e da Cofins referentes a empresa importadora incidem, tão somente, sobre o valor da prestação de serviços; não sobre o valor total da importação, que representará a receita bruta da pessoa jurídica adquirente”, disse o relator.
Toffoli propôs, ainda, a fixação de tese para o tema de repercussão geral reconhecida no caso: “É infraconstitucional e incide a Súmula 279/STF, a ela se aplicando os efeitos da ausência de repercussão geral, a controvérsia relativa a base de cálculo da COFINS e do PIS, na importação feita no âmbito do sistema Fundap, quando fundada na análise do fatos e provas que originaram o negócio jurídico subjacente à importação e no enquadramento como operação de importação por conta e ordem de terceiro de que trata a MP nº 2.158-35/2001”.
O recurso foi interposto por uma empresa vinculada ao Fundap contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 2ª região. Para o TRF-2, se a empresa recolhe o ICMS ao Espírito Santo em seu nome, é porque se qualifica como destinatária do bem, e não simples consignatária, conforme dispositivo da Constituição Federal.
O Fundap foi criado pela Lei nº 2.508/70 do Espírito Santo, para incrementar exportações e importações no Porto de Vitória. Os recursos do fundo seriam destinados ao financiamento de atividades de comércio exterior, desde que os contribuintes recolhessem ICMS para o Estado do Espírito Santo; e as operações fossem efetuadas por empresas sediadas no Espírito Santo e registradas junto ao gestor do programa.
Defesa – Na sessão de quarta-feira(13), o advogado representando a empresa vinculada ao Fundap contextualizou o caso. Para ele, a solução da questão constitucional tem impacto amplos nas operações de importação e de comércio exterior do país. “Terá direta repercussão sobre a totalidade das importações que foram, são e serão realizadas através do sistema portuário do Espírito Santos pelo Fundap, mas também sobre as atividades das empresas de comércio exterior em outros estados que também se valem de benefícios ou programas de fomento semelhantes”, disse.
Segundo o advogado, a empresa não auferiu receitas de importação por conta e ordem de terceiros e mesmo assim recebeu autuações sobre o valor de mercadorias importadas por conta e ordem de terceiros no âmbito do sistema Fundap. “Não se pode admitir a desqualificação das importações por conta e ordem de terceiros para legitimar a exigência de um tributo sobre um faturamento e uma receita que simplesmente não existiram”, destacou.
De acordo com o acórdão recorrido, pelo fato de o ICMS-Importação ser recolhido no Espírito Santo, onde se dá o desembaraço aduaneiro, seria legítima a incidência dessas contribuições onde o valor das mercadorias importadas, embora esse valor não corresponda ao faturamento, à receita ou ao benefício econômico auferido pelas empresas de comércio exterior.

Fonte: Conjur