São Paulo e Curitiba lideram cidades brasileiras com mais vagas de emprego no setor de logística. Campinas, é a 9ª

Parceria do LogNews trará vagas atualizadas para quem busca emprego nas áreas de logística e comércio exterior em 2019

 

Para quem busca um emprego no setor de logística em Curitiba, nunca houve um momento melhor para começar a procurar. De gerentes de operações a motoristas de caminhões, operadores de guindastes a supervisores de depósitos, o número de vagas no setor está crescendo a um número sem precedentes – quase o dobro do número de candidatos qualificados para preencher os cargos.

A economia brasileira sofreu uma queda em 2015 e 2016 devido à dependência excessiva de commodities, altos custos operacionais, alta inflação e baixa produtividade. No entanto, de acordo com uma pesquisa recente do Indeed, site número 1 de empregos no mundo, a necessidade de talentos no setor de logística do Brasil apresenta uma alta significativa, com o número de anúncios crescendo 25% no último ano, enquanto o número de pessoas interessadas nas vagas de emprego cresceu apenas 14% no mesmo período.

Como o número de vagas disponíveis crescendo constantemente, pela primeira vez desde janeiro de 2016 quando o Indeed começou a acompanhar o setor no Brasil, o número de vagas está próximo a exceder o número de pessoas qualificadas para preenchê-las que pesquisam no site.

“O setor de logística, sem dúvida, se recuperou da crise econômica, mas o que estamos vendo agora é que em breve podemos ver uma falta de talentos suficientes para a alta demanda do setor”, disse Felipe Calbucci, Country Manager do Indeed no Brasil. “Há mais de um ano, para cada 100 candidatos a emprego no setor de logística, havia apenas 84 vagas. Em junho deste ano, esse número subiu para 99 vagas por 100 pessoas pesquisando, e esperamos que esses números continuem crescendo”.

São Paulo é de longe a cidade com mais empregos (12% de todos os anúncios na área) e com a maioria dos candidatos (13% de todos os cliques). Curitiba aparece em segundo lugar, com 4.17% das vagas abertas em logística em todo o país.

Top 10 cidades brasileiras com demanda no setor de logística

Rank Cidade % de vagas abertas em logística % de cliques nas vagas em logística
1  São Paulo 12.11% 13.03%
2 Curitiba 4.17% 5.35%
3 Belo Horizonte 3.45% 4.30%
4 Rio de Janeiro 3.35% 5.27%
5 Porto Alegre 3.27% 2.41%
6 Uberlândia 2.62% 5.57%
7 Joinville 1.76% 0.84%
8 Fortaleza 1.63% 2.63%
9 Campinas 1.62% 1.66%
10 Florianópolis 1.46% 1.08%

 

Fonte e Informações: Mundo Logística


Exportações atingem 35% de alta em Viracopos no acumulado do ano

A movimentação no Terminal de Carga Internacional do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), cresceu 20,12% no acumulado de janeiro a novembro deste ano em relação ao mesmo período de 2017. No total, foram 261.421 toneladas exportadas ou importadas nos onze meses de 2018 ante 180.170 toneladas do mesmo período de 2017.

Se considerados os dados só das Exportações pelo Terminal de Carga (TECA), o crescimento no acumulado de janeiro a novembro de 2018 foi de 34,73% em relação ao mesmo período de 2017, com 78.753,74 toneladas movimentadas para o exterior.

Já no setor de Importação, a alta no acumulado do ano chega 5,97% em relação ao mesmo período de 2017, com um total de 125.815.23 toneladas chegando no país nestes onze meses de 2018.

Também houve crescimento de 12,6% das remessas expressas internacionais (courier) no acumulado do ano em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 5.531 toneladas importadas ou exportadas de janeiro a novembro deste ano por Viracopos.

A maior alta percentual em relação ao ano passado ocorreu no setor de Cargas Domésticas, ou seja, que circulam dentro do Brasil. Nesta área, o crescimento chegou a 296,19% em relação aos onze primeiros meses de 2017. Foram 11.854 toneladas neste ano ante 2.992 toneladas dos onze primeiros meses de 2017.


Biofarmacêutica Amgen investe R$ 50 milhões no país

A biofarmacêutica americana Amgen vai investir R$ 50 milhões para ampliar a capacidade de produção do Bergamo, laboratório brasileiro comprado em 2011 e especializado em medicamentos genéricos e similares para tratamento do câncer. A caminho de atingir 100% de ocupação, a fábrica de Taboão da Serra (SP) passará por atualização tecnológica, receberá novos equipamentos e estará apta a produzir o dobro de produtos oncológicos liofilizados ao fim do programa de investimentos.

Ao mesmo tempo, a capacidade adicional permitirá que o negócio de genéricos e similares da Amgen dê início à exportação e produza medicamentos em regime de terceirização para outros laboratórios. Os recursos serão desembolsados em quatro anos, incluindo 2018, e parte será destinada também ao desenvolvimento de novos produtos.

De acordo com o gerente-geral da Amgen no Brasil, Mauro Loch, a decisão de investir no país neste momento não levou em conta o cenário macroeconômico ou político, e sim a perspectiva de crescimento do mercado de tratamentos oncológicos. Além disso, essa é a área terapêutica que mais cresce.

“O histórico bem-sucedido do Bergamo e as projeções para os próximos anos justificam o investimento. Foi uma decisão estratégica tomada localmente”, diz o executivo. Nos próximos anos, a meta é lançar entre três e quatro novas moléculas (de genérico ou similar) por ano e um ou dois produtos para o segmento hospitalar, complementares ao tratamento oncológico.

Nos últimos anos, o crescimento anual das vendas da linha de oncologia ficou entre 30% e 50%, contribuindo para a forte expansão da Amgen no país – a farmacêutica, cujo valor de mercado gira em torno de US$ 120 bilhões, teve receita global de US$ 22,8 bilhões em 2017 e não divulga dados financeiros locais.

O Bergamo responde atualmente por 50% das vendas consolidadas no Brasil, mas nos próximos cinco anos essa fatia tende a ficar mais perto de 30%, contra 70% dos medicamentos inovadores, com crescimento em ambas as categorias. Especificamente em genéricos, a participação do laboratório é superior a 30% considerando-se os mercados em que atua.

Com a expansão da fábrica paulista, o laboratório poderá dar início à exportação de medicamentos. “Estamos avaliando mercados potenciais”, afirma o diretor da divisão Bergamo, Alexandre Gachineiro. O primeiro lote deve chegar a um destino internacional em 2020 e o interesse não está limitado a países da América do Sul.

Em relação à venda de capacidade para outros laboratórios, o executivo conta que as consultas de outros participantes do mercado são constantes, e um eventual contrato pode ser firmado com rapidez. Ao todo, no Brasil, há apenas quatro fábricas de injetáveis para oncologia, incluindo a do Bergamo.

Em 2018, a desvalorização do real em relação às moedas estrangeiras pressionou as margens da indústria farmacêutica brasileira, que importa praticamente todos os princípios ativos. No laboratório, contratos flexíveis com fornecedores e a implantação de um sistema de melhoria de processos, há três anos, possibilitaram a absorção desse impacto. Com a adoção dos princípios da manufatura enxuta, afirma Gachineiro, alcançou-se uma economia anual da ordem de 10%, decorrente da melhoria de processos e redução de estoques e custos.

De acordo com o diretor-geral da Amgen, o lançamento de moléculas inovadoras, novos biossimilares e a ampliação de genéricos oncológicos devem manter o ritmo de expansão da operação brasileira. No Bergamo, em 2018, foram cinco lançamentos, incluindo o Mielocade (bortezomibe), para tratar mieloma múltiplo, e fluoruracila e vincristina, para tratamento de uma série de tumores malignos. Da linha de medicamentos da Amgen, há novas indicações para quatro medicamentos biológicos de alta complexidade. A partir de 2019, ao menos sete biossimilares podem chegar ao mercado – adalimumabe e bevacizumabe estão em aprovação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


MSD Saúde Animal anuncia novo presidente e adquire Grupo Antelliq

A MSD Saúde Animal acaba de anunciar seu novo presidente no Brasil. A partir do dia 1° de janeiro de 2019, quem assume a liderança do negócio é o médico veterinário Delair Bolis. O seu novo cargo inclui a gestão das operações integradas da MSD Saúde Animal Brasil e da marca Vallée. O executivo entra no lugar de Edival Santos, que passa a atuar como líder de sub-região da América Latina e torna-se integrante do Comitê Operacional de Saúde Animal Global.
Com amplo conhecimento no agronegócio brasileiro, Bolis carrega também uma longa bagagem adquirida ao longo dos 20 anos em que atua na MSD Saúde Animal. Recentemente, esteve à frente da integração da marca Vallée à empresa, e, junto com Edival, acelerou o desenvolvimento dos negócios globais da MSD Saúde Animal no Brasil – o que contribuiu para se tornar a maior empresa de saúde animal do país
Aquisição – Quase que simultaneamente, a MSD Saúde Animal e o Grupo Antelliq anunciaram um acordo definitivo de aquisição da Antelliq pela MSD sob consultoria da BC Partners. A Antelliq será uma subsidiária integral e irá operar separadamente dentro da divisão de Saúde Animal da MSD Saúde Animal até que o processo de venda seja concluído. A MSD fará um pagamento de aproximadamente € 2,1 bilhões de euros para adquirir todas as ações da Antelliq, além de assumir a dívida de € 1,15 bilhão de euros da empresa, que será paga pela MSD logo após o término do processo de aquisição.
A Antelliq é líder em soluções de identificação, rastreabilidade e monitoramento digital de animais, setor que mais cresce no ramo de saúde animal, com vendas calculadas em € 360 milhões de euros no período de 12 meses (até 30 de setembro de 2018). Essas soluções ajudam os veterinários, pecuaristas e donos de pets a coletar dados críticos para melhorar a gestão, saúde e bem-estar dos rebanhos.
Com a aquisição, MSD Saúde Animal complementa seu portfólio de vacinas e produtos farmacêuticos, se estabelecendo como líder em rastreamento digital e tecnologia de monitoramento.
O fechamento da transação está sujeito à liberação por lei de antitruste avaliada por meio das autoridades competentes, além de outras condições habituais de fechamento, e espera-se que seja concluído no segundo trimestre de 2019. A MSD é representada pelo Barclays e pela Centerview Partners e a Antelliq é representada pela Goldman Sachs International e pela Rothschild & Co.


Setor Automotivo: Umicore investe R$ 130 milhões e anuncia 220 vagas em Americana. Exportações responderam por 30% do faturamento, em último balanço

A Umicore, multinacional belga, anunciou nesta terça-feira (18) que investirá em duas novas fábricas em Americana. Atualmente, a empresa desenvolve catalisadores automotivos e mantém um centro tecnológico de emissões veiculares na cidade, na planta que fica no Jardim São Jerônimo.

O anúncio foi feito na manha desta terça, em coletiva na Prefeitura de Americana. Segundo a empresa, serão abertas 120 vagas diretas na unidade do município mais 100 indiretos. Os investimentos, de acordo com a multinacional, chegam a R$ 130 milhões.

A primeira das duas novas unidades será para a reciclagem de metais e a segunda, na área de metaloquímica.

“O objetivo da iniciativa é permitir à empresa concentrar, cada vez mais, as atividades em seu core business: reciclagem, energia limpa e engenharia de materiais. Consequentemente, estará alinhada às estratégias globais do Grupo, focada em seu crescimento e futuro sustentável”, informou a Umicore em comunicado distribuído à imprensa.

HISTÓRICO –  A Umicore se estabeleceu em Americana em 1993, com a fábrica de catalisadores automotivos e com o centro tecnológico, em uma área de 250 mil metros quadrados. “A unidade está localizada em uma região industrial, com infraestrutura adequada para atender às novas unidades”, informou a multinacional.

Em Americana, a Umicore produz catalisadores automotivos, compostos de metais nobres, produtos e processos para galvanoplastia, e atua na recuperação, reciclagem e refino de metais.

Em 2017, o faturamento da empresa no mercado nacional foi de R$ 1,7 bilhão, com as exportações respondendo por 30% do montante.

 Fonte: O liberal