Ministério estabelece normas de importação de produtos para Copa América 2019

Jogos serão realizados entre 14 de junho e 7 de julho. Procedimentos serão aplicados aos produtos usados pelas delegações dos países participantes da competição

Foi publicada no Diário Oficial da União, nesta sexta-feira (17), a Instrução Normativa (IN) nº 12, que estabelece os procedimentos para a importação de produtos de origem animal e vegetal para uso ou consumo durante a Copa América de 2019, que será realizada no Brasil de 14 de junho a 7 de julho, com jogos em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador.

Os procedimentos estabelecidos serão aplicados às importações solicitadas pelas organizações, delegações, instituições e entidades indicadas pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e credenciadas pela Receita Federal do Brasil (RFB). As representações diplomáticas dos países participantes também estão contempladas na IN.

“A norma permite o tratamento adequado de internalização dos produtos de interesse agropecuário, tendo em vista que o objetivo das importações não é comercial e que o volume transportado é superior ao que usualmente fiscalizamos”, destaca o Chefe do Serviço de Modernização e Regulamentação da Fiscalização da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), Tacao Toyosumi.

Para solicitar a autorização, os representantes legais das instituições, devidamente nomeados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), deverão encaminhar formulário específico para a Secretaria de Defesa Agropecuária, apresentando a especificação detalhada dos produtos a serem importados.

O pedido de autorização pode ser feito mediante remessa postal destinada à SDA ou por e-mail gabsda@agricultura.gov.br. A solicitação deverá ser feita com antecedência mínima de 30 dias corridos da chegada dos produtos ao Brasil.

“Os pedidos serão encaminhados a uma Comissão Técnica Central que fará a análise e deliberação sobre a autorização da importação pretendida, informando ao interessado e a unidade do Vigiagro que ficará responsável pela fiscalização física dos produtos”, explica Toyosumi. A autorização deve sair em até 15 dias, contados a partir da data do recebimento da solicitação. Ressalta-se que a autorização é destinada exclusivamente para utilização e consumo durante a Copa América, sendo proibido o comércio dos produtos importados


Movimento no Porto de São Sebastião cresce 84% no 1° trimestre

O primeiro trimestre de 2019 foi de crescimento para o Porto de São Sebastião, que movimentou cerca de 183 mil toneladas de produtos, um aumento de 84% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Na importação, os principais produtos operados foram carbonato de sódio (barrilha), sulfato de sódio, malte, cevada, ulexita, silicato de sódio e carvão mineral. Já na exportação, as principais movimentações registradas foram de cargas vivas (bovinos).

De acordo com a Companhia Docas de São Sebastião (CDSS), o saldo positivo no primeiro trimestre é resultado de uma gestão que buscou ampliar a movimentação de produtos, principalmente, a operação de barrilha que já atua no Porto de Santos e passou a operar também no Porto de São Sebastião.

Novos produtos como o carvão mineral e o hidróxido de alumínio passaram a fazer parte da grade de movimentação, além do aumento das habituais cargas. Além disso, foi ampliada a capacidade de armazenamento do Porto que agora possuí três armazéns de alvenaria e cinco armazéns de lona.

“Além da ampliação, a diretoria do Porto de São Sebastião atua para melhoria da qualidade dos serviços já prestados aos seus clientes, assim como na busca por novos clientes com cargas compatíveis com as instalações e localização do Porto”, diz a CDSS.

Conforme a Companhia, a nova gestão intensificou o trabalho junto aos Operadores Portuários e Agentes de Carga e ainda com empresas que operam no comércio exterior visando atrair novos negócios para o Porto de São Sebastião, isto associado a adequações na infraestrutura de armazenagem de cargas.

Segurança – A CDSS destaca que foram realizados investimentos na segurança das operações com aquisição de um scanner, que funciona como um raio x e é capaz de visualizar o conteúdo no interior de um contêiner. Quando o caminhão passa pelo equipamento, as imagens captadas da carga serão enviadas à Receita Federal, que analisará se a mercadoria está de acordo com a legislação.

A nova tecnologia torna a fiscalização mais eficiente, reduzindo o tempo de liberação das mercadorias de importação, exportação ou cabotagem. O investimento foi de R$ 4,2 milhões. O Porto, ainda, tem aprimorado o sistema ISPS Code, que é um sistema que segue normas internacionais de segurança para controle de acessos de pessoas e cargas, inclusive com monitoramento de navios, tornando as operações mais seguras.

O Porto de São Sebastião é administrado pela Companhia Docas de São Sebastião desde 2007 e é considerado essencial para o desenvolvimento do Vale do Paraíba e região de Campinas, com potencial para escoamento das cargas produzidas ou importadas.

Fonte: Portos e Navios

 


Brasil atinge 10 mil empresas de energia solar e cerca de 20 mil empregos

O Brasil acaba de atingir cerca de 10 mil empresas que atuam com energia solar, em especial nas áreas de equipamentos e serviços para a geração distribuída, conforme mapeamento recente do Portal Solar, maior marketplace do segmento no País.

Estimativas do setor dão conta de que as companhias empregam atualmente 20 mil profissionais, com investimentos acumulados que ultrapassam R$ 24 bilhões entre os empreendimentos de grandes usinas e sistemas de autogeração em residências, comércios e indústrias.

No caso específico das empresas de engenharia e instalação (geração distribuída), o levantamento do Portal Solar mostra que foram criados aproximadamente 6 mil empregos somente nos últimos 12 meses. Somente o setor de geração solar distribuída já recebeu cerca de R$ 3,4 bilhões em investimentos desde 2012, espalhados por todo o território nacional.

O Portal possui uma média mensal de acesso de 200 mil pessoas, que movimentam cerca de R$ 25 milhões em compra e venda dos mais de 6 mil itens disponíveis, incluindo milhares de opções de geradores fotovoltaicos, equipamentos de instalação, inversores e sistemas de bombeamento, entre outros.

Dos quase 75 mil sistemas fotovoltaicos instalados até hoje nos telhados brasileiros, cerca de 25 mil projetos já foram submetidos para certificação no Portal Solar. Com isso já são mais de 1,4 mil empresas instaladoras que possuem o Selo Portal Solar de qualidade.

“O que construímos aqui no Portal Solar é a maior e mais qualificada base de instaladores de energia solar no Brasil”, comenta Rodolfo Meyer, CEO do Portal Solar. “Os clientes finais também são incentivados a deixar sua avaliação sobre os instaladores certificados e assim fornecemos um mecanismo de classificação para que o mercado busque sempre melhorar, além de facilitar a vida do consumidor para encontrar instaladores qualificados e com avaliações reais”, acrescenta.

Prova de que esse mecanismo funciona é o índice de inadimplência no financiamento oferecido no próprio Portal , que foi reduzido de forma drástica quando o serviço é prestado por um instalador certificado no marketplace.

Trata-se do nascimento de um segmento que, em questão de dois anos, será o maior dentro do setor elétrico, aponta Meyer. “Na nossa última pesquisa, concluída no final de abril com mais de 1,5 mil empresas participantes, verificamos que 41,2% delas trabalham com energia solar fotovoltaica a menos de um ano, 27,1% de um a dois anos, 19,5% de dois a três anos, e apenas 12,3% atuam mais de quatro anos. Outro dado é que 6% ultrapassaram a marca de 50 sistemas instados, 57,9% instalaram de 10 a 50 sistemas e 36,4% ainda não completaram três instalações”, conclui.


Empilhadeira ETV 216i da Jungheinrich é premiada com o iF Design Award 2019

A empilhadeira elétrica ETV 216i, da Jungheinrich, foi reconhecida com o iF Design Award 2019. O modelo foi o primeiro no mundo projetado com a bateria totalmente integrada a sua estrutura. A ETV 216i é mais compacta quando comparada às empilhadeiras convencionais, proporcionando maior agilidade e melhor ergonomia, além de garantir ao operador mais liberdade de movimento e melhor visibilidade. O resultado é uma operação amigável e segura.

“Durante o desenvolvimento da ETV 216i, os engenheiros e designers da Jungheinrich trabalharam juntos para trazer uma empilhadeira que combina design e desempenho como nenhuma outra. O reconhecimento da ETV 216i com o iF Design Award confirma que seguimos pelo caminho certo ao criar um novo conceito em design de empilhadeiras”, explica Michael Niebuhr, Head of Industrial Design na Jungheinrich AG.

Prêmio Especial – “65 anos de participação no iF Design Award” – O iF Design Award é um dos mais importantes prêmios de design do mundo. O evento reconhece e premia os projetos de design de produto, embalagem, comunicação e design de serviço, arquitetura e design de interiores.

A Jungheinrich ganhou o iF Design Award pela primeira vez em 1954 por meio da marca Ameise com uma empilhadeira elétrica controlada por operador. Com o prêmio deste ano, é a 18ª vez que a Jungheinrich ganha o iF Design Award na categoria Produto. A Jungheinrich também está entre as sete empresas homenageadas com o prêmio especial “65 anos de participação no prêmio iF Design Award”


Viracopos adia assembleia de credores à espera de novas ofertas pelo aeroporto

A Aeroportos Brasil (ABV), concessionária do aeroporto de Viracopos , em Campinas, em recuperação judicial desde junho de 2018, recebeu aval da Justiça de São Paulo para adiar a assembleia de credores que estava prevista para o próximo dia 16 de maio para 27 de junho, com segunda chamada em 1º de julho. O grupo pediu prazo adicional para que interessados no ativo tenham mais tempo para concluir análises e fazer propostas.

Na última terça-feira(7) a Zurich Airport, em parceria com a IG4 Capital, apresentou uma proposta para assumir o aeroporto de Viracopos. A empresa de gestão aeroportuária já havia manifestado interesse na concessionária junto à Justiça no ano passado. Segundo fontes próximas a Viracopos, outras seis empresas estariam interessadas na operação e poderiam também apresentar propostas nas próximas semanas.

Na decisão que data desta quarta-feira(8), assinada pela juíza Thais Migliorança Munhoz, da 8ª Vara Cívil do Foro de Campinas, consta que Viracopos pediu o adiamento da assembleia de credores argumentando que as negociações com os credores e que seria preciso dispor de prazo adicional para aprofundamento das discussões quanto à estrutura do futuro plano de recuperação judicial a ser apresentado em assembleia.

A ideia é garantir mais tempo para que os acionistas possam negociar com credores, mas também que investidores interessados na concessionária possam concluir suas análises e apresentar uma eventual proposta pelo controle de Viracopos.

Viracopos tem uma dívida de R$ 2,88 bilhões, sendo a maior parte dela, R$ 2,6 bilhões, com o BNDES. A concessionária vem mantendo as contas em dia, mas deixou de pagar as autorgas previstas pelo contrato de concessão devido à receita encurtada pela evolução da demanda de passageiros abaixo do previsto à época do leilão do aeroporto, em 2012. Estão pendentes as parcelas de 2017 e 2018. A deste ano vence em julho.

Com informações G1