AGESBEC apresenta nova gestão executiva

 A AGesbec anunciou ajustes em sua gestão executiva. A empresa passa por um grande processo de reestruturação e acredita na melhora expressiva do mercado no curto e médio prazo. O processo de reestruturação faz parte de um plano de gestão e crescimento nos negócios de armazém alfandegado e logística, além da oferta de soluções em comércio exterior que atendam às necessidades dos clientes no âmbito da cadeia de valor e suas operações. O foco empresarial está nos segmentos Automotivo, Industrial e Farmacêutico.

“A Agesbec encerra 2018 com êxito e já inicia 2019 com o objetivo de ir além, consolidar as nossas estratégias e se projetar para expansões. Essas serão as metas deste ano” afirma Ricardo Drago, após apresentar a nova Diretoria Executiva para 2019, que incluiu o Sr. Jefferson Satyro como CEO.

Ricardo Drago, se retira da função executiva e irá liderar os Projetos de Expansão, que juntamente com a nova diretoria assumem o compromisso com o processo de aquisições e geração de valor agregado na cadeia logistica e de comércio exterior.

Jefferson Satyro, passa a ser o CEO da Agesbec, engenheiro por formação construiu sua carreira profissional no Comércio Exterior, atuando e dirigindo Operadores Logísticos, Terminais Alfandegados e mais recentemente em Terminal Portuário.

A AGESBEC é um dos principais armazéns alfandegados do Estado de São Paulo, além de ser pioneira em operações alfandegadas no país. Fundada em 1971, a empresa está localizada em região estratégica e com acesso direto ao Sistema Anchieta/Imigrantes e Rodoanel Mario Covas, conta com câmaras frias licenciadas para produtos farmacêuticos e químicos, além de ter 60 mil m² de área, dos quais 20 mil m² estão distribuídos em três galpões em docas de padrão internacional, contando ainda com pátio para containers em instalações 100% pavimentadas.

Este grupo vem fortalecido e focado para disputar um mercado em crescimento e cada vez mais consolidado.


Cade barra cobrança de tarifa extra pela Embraport no porto de Santos

A Superintendência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) determinou o final de cobrança de tarifa extra pela Embraport no setor de operações portuárias para a Marimex. A medida foi tomada diante da abertura de um processo para realizar investigações na conduta da empresa no mercado de armazenagem alfandegária.  O pedido de investigações foi feito pela Marimex, companhia que alegou estar sob “graves danos sobre a livre concorrência decorrentes da conduta da Embraport”.

A Marimex reclamou contra a cobrança de tarifa extra, conhecida como THC2, de operação portuária. Esse mecanismo trata de serviço de armazenagem de carga desembarcada em navios.  Segundo a Marimex, isso representaria “um desequilíbrio concorrencial”. Trata-se do segundo pedido feito pela companhia neste setor, pois houve outro envolvendo a Rodrimar, no qual também houve a determinação do fim do THC2.  Já a Embraport alegou que a THC2 surgiu associada a uma necessidade da operação portuária. “Com o aumento da conteinerização os terminais molhados saturaram a capacidade de dar vazão ao fluxo de carga no cais do porto.”

Com isso, a empresa argumentou que teria se tornado necessário fazer a agilização do m canismo de retirada da carga do cais dos portos. Por isso, foram construídas áreas portuárias para permitir o armazenamento.

A Embraport enfatizou que essa medida foi necessária para o desenvolvimento do mercado e acabou trazendo mais competição a vários portos brasileiros, especialmente o de Santos (SP). Logo, não deveria levar à aplicação de penas, como multas. “Há plena e livre competição não só entre os operadores portuários, mas também entre os operadores e os 18 recintos da retro-alfandegados que atuam na zona portuária de Santos”, alegou.

O superintendente-geral do Cade, Alexandre Cordeiro Macedo, concluiu que o caso merece investigação. “Faz-se necessário analisar se os resulta dos potenciais da conduta ora em exame são capazes de prejudicar o mercado, reduzindo o nível de bem-estar econômico dos consumidores de serviços portuários”, afirmou, em despacho. Com base nisso será analisada a conduta da Embraport envolvendo cobranças no terminal alfandegário da Marimex.

Com informações: Jornal Valor


PIB do Estado de São Paulo cresce mais que o nacional

De acordo com informações do jornal O Estado de São Paulo, o PIB paulista terminou 2018 com crescimento de 1,6% em comparação a 2017. A informação divulgada pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) aponta uma expansão maior no PIB do Estado de São Paulo em relação ao PIB nacional, que cresceu 1,1% no mesmo período.

Ainda de acordo com O Estado de São Paulo, o ritmo mais acelerado de crescimento do PIB paulista pode ser explicado analisando os setores de sua economia. O setor de serviços, especialmente forte, e o de transformação cresceram 1,8% e 1,2%, respectivamente, no mesmo período. A expansão nos setores foi suficiente para suprir os recuos de 1,8% na agropecuário do Estado e de 4,1% na extração mineral.

Com informações do jornal O Estado de S. Paulo


Heineken anuncia investimento de R$ 250 milhões em Araraquara

Investimento tem foco na modernização da cervejaria e vai gerar 270 novos postos de trabalho

Em reunião realizada com o prefeito Edinho Silva, o Grupo Heineken no Brasil anunciou o investimento de R$ 250 milhões em Araraquara (SP), maior aporte da Companhia em suas cervejarias para 2019. O investimento tem foco na modernização da planta, sem acréscimo de capacidade produtiva, visando a otimização de seus processos e estrutura da estação de tratamento de despejos industriais da unidade, que já vem recebendo aportes contínuos nos últimos meses.

O investimento estimula a economia regional, com a geração de empregos, renda e desenvolvimento. Serão criadas 270 novas posições de trabalho diretas na planta, para complementar os 360 postos existentes hoje. “Desde 2015, temos investido de forma consistente em nossas cervejarias para apoiar o crescimento do Grupo Heineken no Brasil. Araraquara é uma região importante para nós devido ao abastecimento da região Sudeste, mercado estratégico para a Companhia, principalmente no segmento de cervejas premium.”, afirma Mauro Homem, diretor de Comunicação do Grupo Heineken no Brasil.

O projeto está alinhado a uma consistente estratégia de negócios, com investimentos de longo prazo no País. Em 2015, a unidade de Jacareí (SP) teve R$ 150 milhões investidos em equipamentos e tecnologias. Em 2016, Ponta Grossa (PR) recebeu aporte de R$ 400 milhões e passou a contar com a primeira linha de KEGs (barril) de Heineken® fora da Holanda. Mais recentemente, em 2018, foram R$ 135 milhões investidos em Alagoinhas (BA) para a inauguração da 1ª linha de Heineken® no Nordeste. As obras de modernização em Araraquara têm previsão de conclusão para o segundo semestre de 2019.

Fonte: AraraquararaNews


Empresas de logística ampliam distribuição, de olho na internet

Empresas de logística e transportes estão ampliando suas estruturas de distribuição neste ano, prevendo um crescimento forte do comércio eletrônico. Executivos do setor trabalham com a perspectiva de melhora no cenário econômico e de aumento das vendas feitas no mercado on-line, que neste ano conta com a ampliação dos serviços da Amazon no país.
Previsão da Ebit | Nielsen indica que o comércio eletrônico deve movimentar R$ 61,2 bilhões em vendas neste ano, uma alta de 15% em relação a 2018. No ano passado, o aumento foi de 12%, para R$ 53,2 bilhões. A entrada de novos consumidores e o avanço das compras pelos smartphones poderão elevar em 12% os pedidos neste ano, para 137 milhões de unidades. O tíquete médio deve crescer 3%, para R$ 447.

Há mais consumidores migrando do varejo físico para o on-line, segundo Ana Szasz, líder comercial da Ebit|Nielsen. O comércio on-line ainda é uma parcela pequena do varejo. Representou no ano passado 4,34% das vendas do varejo restrito, que exclui veículos e material de construção. Essa fatia cresceu 0,24 ponto percentual em relação a 2017, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Ebit. Mas as empresas enxergam grande potencial no comércio feito pela internet, que pode crescer mais rapidamente se a qualidade das ruas, estradas e rodovias melhorar – o produto é comprado pela internet, mas a entrega é feita por moto van e caminhões. Philippe Minerbo, diretor da Cosin Consulting, afirmou que a expectativa é que o novo governo ajude a acelerar as obras viárias necessárias. “O Brasil é um país com potencial. Nos Estados Unidos, as vendas on-line são 10% do varejo, mas na China são 25%. cano em até cinco anos”, diz Gianfranco Sgro, vice-presidente global de armazenagem da suíça Kuehne + Nagel.

A Loggi, que atende empresas como Dafiti, B2W, Mercado Livre e Amazon, planeja fazer 60 milhões de entregas até 2020. No ano passado fez 36 milhões. Fundada em 2013 por Arthur Debert e Fabien Mendez, a startup atingiu o equilíbrio financeiro em agosto de 2018. Três meses depois, recebeu R$ 400 milhões da multinacional japonesa SoftBank (ver Softbank lança fundo de US$ 5 bi para AL).

A Loggi tem dois centros de distribuição em São Paulo, o segundo inaugurado em outubro de 2018. Grégoire Balasko, diretor financeiro da Loggi, disse que planeja abrir um terceiro centro em São Paulo, mas a Paulo, mas a data para isso ainda não está definida. Ele estuda outras regiões, mas não indicou quais. Neste ano, parte do investimento da Loggi será em automação, que ajudará no processo de receber os pedidos das varejistas e distribuir as mercadorias em 15 regiões metropolitanas. No ano passado, a empresa operava em cinco regiões.

A empresa, que possui 12 mil entregadores cadastrados com motos e vans, também atende as capitais do Norte e do Nordeste. O volume maior de entregas feitas pela Loggi é de produtos como livros, cosméticos e roupa, mas vem crescendo a demanda de restaurantes como McDonald’s, Pizza Hut e Madero. Estas três redes, quando vendem refeições por seus respectivos aplicativos, acionam a Loggi para fazer a entrega, ou outros entregadores, dependendo de onde está o consumidor.
Na UPS, o varejo on-line tem peso na operação, diz a presidente Nadir Moreno. A receita global da empresa de frete, logística e entregas rápidas cresceu 7,9% em 2018, para US$ 71,9 bilhões. A receita no país não é revelada, mas a executiva disse que avançou dois dígitos.

DHL Express vê nos varejistas virtuais um dos alicerces do plano de dobrar o tamanho da operação brasileira em termos de volume de entregas e receita nos próximos dois anos. As encomendas desse segmento já são 30% dos negócios da companhia no país. Para atingir o objetivo, a alemã planeja aumentar em torno de 35% a frota própria até o fim do ano, atualmente composta por 270 veículos. A empresa também acabou de ampliar, em fevereiro deste ano, sua estrutura no terminal de cargas do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).

Com informações Jornal Valor