Evento online e remoto marcará posse da nova diretoria do SINDASP, nesta quarta-feira(19). Veja como assistir.

O SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo – deu ampla divulgação para que os profissionais do setor possam participar da transmissão online e remota do Evento que marcará a Cerimônia de Posse da nova diretoria do SINDASP eleita para o quadriênio 2022 a 2025, sob a gestão do Presidente Elson Isayama.

A fim de resguardar a segurança dos convidados, o SINDASP optou em entregar um evento no formato remoto e online, em função do aumento de casos de Covid, em sua nova variante Ômicron.

Confira abaixo as informações e participe!

Data: 19 de janeiro de 2022 – quarta-feira

Horário: 19h

CANAL YOUTUBE DO SINDASP – CLIQUE NO LINK PARA PARTICIPAR NA DATA E HORÁRIO PROGRAMADOS – https://youtu.be/mRXhphNrESQ

Diante de possibilidade de greve da Receita Federal, Sindifisco e Governo Federal se manifestam

O Sindifisco – Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil – não se envolveu sobre a possível greve do funcionalismo público federal. Sobre a paralisação ocorrida na terça-feira, do funcionalismo, o Sindifisco Nacional considera que quem deve se posicionar oficialmente são o Fonacate e o Fonasefe, uma vez que o ato faz parte do conjunto dos servidores públicos.

Ao mesmo tempo, o Sindicato reitera que o movimento dos Auditores-Fiscais continua centrado na regulamentação de sua remuneração variável e na recomposição do orçamento da RFB.

Já o Governo Federal, na tentativa de debelar o movimento de paralisação, avalia recomposição orçamentária. Ministérios da Casa Civil e da Economia discutem atender neste momento pelo menos metade do corte de R$ 1,2 bilhão no orçamento da Receita Federal.

Após Portal LogNews antecipar, ABV divulga números oficiais, Viracopos bate recorde e atinge 364 mil toneladas em 2021

Conforme antecipou o Portal LogNews em 17 de dezembro, ainda em 2021, o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), encerrou o ano de 2021 com recorde histórico de movimentação de carga (em peso) para um ano. O aeroporto processou um total de 364,3 mil toneladas de carga no ano passado somadas as áreas de importação, exportação, remessas expressas (courier) e cargas nacionais.

Viracopos teve alta de 38,96% em relação ao ano de 2020. Até o resultado recorde de 364,3 mil toneladas em 2021, o melhor resultado havia sido registrado em 2019 com um total de 262,2 mil toneladas.

Entre os segmentos em destaque no ano estão os de tecnologia, farmacêutico, químico, metalmecânico, vestuário, calçados, frutas e autopeças, entre outros diversos produtos.

Considerando cada segmento, as altas registradas no ano de 2021 em relação ao ano de 2020 foram: Importação (27,23%), Exportação (44,91%), Remessas Expressas (21,8%) e Carga Nacional (56,65%).

No período, o TECA (Terminal de Carga) de Viracopos também se consolidou como uma das principais portas de entrada do Brasil de equipamentos e de vacinas usadas no combate à COVID-19. Em 2021, o aeroporto foi a porta de entrada de pelo menos 210 milhões de doses de vacinas. O aeroporto também continuou a realizar grandes operações como a da chegada dos carros e equipamentos da Fórmula 1, por exemplo.

Resultados de dezembro – Considerando apenas o mês de dezembro de 2021, a alta foi de 10% em relação ao mesmo mês de 2020. O Terminal de Carga movimentou um total de 31.262 toneladas ante 28.424 toneladas de 2020. Já dezembro de 2019 teve 17.339 toneladas processadas.

De acordo com levantamento da concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, administradora do aeroporto, o mês de dezembro de 2021 representou o quinto melhor resultado para um mês no ano passado.

Codesa: aprovado o primeiro edital de desestatização portuária da história

O projeto da primeira desestatização portuária do país deu um passo importante nesta sexta-feira (14) com a aprovação pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) do edital de licitação da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa). O contrato de concessão terá vigência de 35 anos, prorrogável por mais cinco anos, e tem previsão de R$ 334,8 milhões em investimentos privados, além de aproximadamente R$ 1 bilhão para custear as despesas operacionais.

Com a aprovação, fica previsto para a próxima semana a formalização do edital pelo BNDES no Diário Oficial da União (DOU) e para março a realização do certame na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. A concessão abrange a administração do porto e a exploração indireta das instalações dos portos organizados de Vitória e Barra do Riacho. A resolução veda a exploração direta das estruturas. Devem ser gerados mais de 15 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda ao longo do contrato de arrendamento.

Com a desestatização da Codesa, espera-se que o Porto de Vitória dobre a movimentação de cargas de 7 milhões de toneladas para 14 milhões de toneladas por ano. Para o terminal portuário de Barra do Riacho, a expectativa é a exploração de novas áreas, pois 522 mil metros quadrados, de um total de 860 mil metros quadrados, são greenfield. Ou seja, para projetos novos, que são planejados e executados do zero.

“É um passo histórico que estamos dando hoje. A desestatização da Codesa vai trazer investimentos, empregos e prosperidade para o Espírito Santo, além de deixar o Brasil mais competitivo da porta para fora”, afirmou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Leilão – O projeto de desestatização traz também o valor de R$ 327,1 milhões para a alienação de ações da Codesa detidas pela União, conforme determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) para tratamento do valor patrimonial da companhia, incluindo investimentos não amortizados. Já o valor presente das contribuições fixas foi estimado em R$186,17 milhões e a outorga mínima a partir de R$ 1.

Arrendatários e terminais privados que utilizem o canal de navegação dos portos, terminais privados operacionais localizados no Espírito Santo e que movimentem cargas relevantes para o Porto de Vitória poderão participar do certame, mas com limitação de share de 15% de participação individual e de 40% quando integrarem consórcio junto a outros grupos da mesma natureza.

O leilão será realizado em sessão pública, com envelopes fechados e a previsão de ofertas de lances em viva-voz. O critério de seleção da empresa arrendatária será o de maior valor de outorga. A concessão será feita com alienação de participação societária da União.

Foto divulgação Codesa

Comércio exterior do agronegócio: balanço de 2021 e perspectivas para 2022

Por Ana Cecília Kreter e Rafael Pastre

Apesar dos fenômenos climáticos adversos, que afetaram significativamente a agropecuária brasileira, as exportações do agronegócio cresceram 19,7% em valor, atingindo US$ 120,6 bilhões em 2021, novo recorde nacional. As importações também apresentaram aumento de 18,9%. Ainda assim, o agronegócio fechou o ano com um saldo positivo de US$ 105,1 bilhões. A alta dos preços internacionais das commodities teve papel relevante neste resultado. Entre os quinze principais produtos da pauta de exportação – que representaram 89,5% em 2021 –, todos apresentaram alta nos preços médios, alguns acima de 20%, rompendo a tendência de baixa dos anos anteriores. Em termos de quantidade, seis produtos apresentaram queda. Destaque para a carne bovina (-8,3%), decorrente das sanções da China, para o café (-3,6%), desempenho já esperado devido à bienalidade negativa, e para o milho (-40,7%), consequência da queda de safra brasileira. Quanto às importações, além dos produtos tradicionalmente importados pelo Brasil, como trigo, azeite de oliva e pescado, em 2021 o Brasil aumentou suas importações de soja e milho. A nota apresenta o ranking dos principais produtores, consumidores, exportadores e importadores mundiais, destacando a relevância do Brasil no fornecimento de várias commodities, como açúcar, soja, carnes e café. Em relação ao consumo, destaque para a China, que atualmente é o principal destino comercial brasileiro e que, apesar de ser também produtor, é dependente das importações. Por fim, o texto traz as perspectivas do setor para 2022, que estão baseadas em estimativas positivas em relação à produção, mas que dependerão principalmente das condições climáticas.

(Informações completas no site do IPEA)