Com sede no interior de SP, Ambipar adquire empresa no Canadá e chega a 16 países

A Ambipar, multinacional de gestão ambiental com sede em Nova Odessa, divulgou nesta sexta-feira (19) que ampliou sua atuação para 16 países. A companhia adquiriu a Orion Environmental, uma empresa de atendimento emergencial e limpeza industrial no Canadá. Esta é a primeira aquisição feita no território canadense.

Segundo divulgado pela assessoria de comunicação da Ambipar, a Orion se unirá à operação da companhia nos Estados Unidos, que passa a contar com 13 bases posicionadas na América do Norte, aumentando sua capilaridade de atendimento e reduzindo o tempo de resposta às emergências. O objetivo da aquisição é continuar com o plano de expansão global da companhia.

Segundo Thiago Silva, Chief Financial Officer da Ambipar, a aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da companhia, que busca, não só oferecer serviços com padronização e excelência através de uma central de emergência única, mas também a captura das sinergias operacionais, comerciais e administrativas.

Com sede às margens da Rodovia Anhanguera (SP-330), em Nova Odessa, a Ambipar atua na gestão de resíduos, prevenção e resposta a acidentes, desinfecção de ambientes, treinamentos, dentre outros serviços. A empresa está presente em países como Estados Unidos, Reino Unido, Chile, Nigéria, Angola e na Antártida.

Desde o IPO na B3, em julho do ano passado, a companhia já adquiriu oito empresas no Brasil e ao redor do mundo, e possui em seu histórico mais de 20 aquisições.

Em 2020, a Ambipar já havia concretizado a compra de mais empresas de atendimento emergencial nos Estados Unidos: a Allied International Emergency, One Stop Environmental, IntraCoastal e CES.

Na semana passada, a multinacional anunciou a aquisição da Enviroclear, uma companhia de atendimento emergencial e serviços industriais com sede no País de Gales.

No Brasil, a companhia investe em crescimento orgânico, através da abertura de novos escritórios comerciais.

Orion Environmental – Sediada na província de Alberta, no Canadá, a Orion tem mais de 25 anos de atuação no mercado canadense, no segmento de respostas a emergência e serviços de limpeza industrial.

No final do ano fiscal de 2020, a Orion atingiu o faturamento de 12,3 milhões de dólares canadenses, equivalente a R$ 52,6 milhões.

Fonte: O Liberal


Decreto lista rodovias, portos e aeroportos que serão desestatizados

Diário Oficial desta quinta-feira(23) publicou decreto presidencial que qualifica empreendimentos rodoviários, portuários e aeroportuários para o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Ele dispõe, ainda, sobre a inclusão de empreendimentos públicos federais dos setores portuário e aeroportuário no Programa Nacional de Desestatização (PND).

A medida se aplica a 24 aeroportos (um no Amapá, dois no Rio de Janeiro, dois em São Paulo, três em Minas Gerais, três no Mato Grosso do Sul, cinco no Pará e oito no Amazonas). Caberá ao Ministério da Infraestrutura fazer os estudos de modelagem. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ficará responsável pelos atos executivos necessários à desestatização.

“Dependendo de decisão futura baseada nos referidos estudos, as concessões poderão ser feitas separadamente ou em blocos”, informou, por meio de nota, a Secretaria Geral da Presidência da República. Acrescenta que essas medidas visam a “ampliação e modernização da infraestrutura mediante parcerias com a iniciativa privada”, de forma a dar maior competitividade ao país.

Entre os empreendimentos aeroportuários qualificados no PPI e incluídos no PND estão os aeroportos Santos Dumont e de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro; Congonhas e Campo de Marte, em São Paulo; os aeroportos Tenente Coronel Aviador César Bombonato (Uberlândia), Mário de Almeida Franco (Uberaba) e Mário Ribeiro (Montes Claros), ambos em Minas Gerais.

Outros terminais – A lista inclui, ainda, os aeroportos Val-de-Cans (Belém – FOTO), Maestro Wilson Fonseca (Santarém), João Correa da Rocha (Marabá), Carajás (Parauapebas), Altamira (em Altamira), no Pará; os de Corumbá, Ponta Porã, e de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul; e o Aeroporto Internacional Alberto Alcolumbre, em Macapá (AP).

O Amazonas é o estado com maior número de aeroportos incluídos na lista: os de Parintins, Carauari, Coari, Eirunepé, São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Lábrea e Maués.

O decreto qualifica também trechos das BRs 414, 080, 101, 116, 465, 493, 040, 495 em Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo; e inclui no Programa Nacional de Desestatização trechos das BRs 163 (MT), 230 (PA) e 040 (RJ).

Já no setor portuário, os empreendimentos qualificados no âmbito do PPI são os terminais PEL01 (no Porto de Pelotas, no Rio Grande do Sul); VDC10A (no Porto do Vila do Conde, Pará); MAC14 (no Porto do Maceió, Alagoas); SUA07, (no Porto de Suape, Pernambuco); e STS11 (no Porto de Santos, São Paulo). Completam a lista a Companhia das Docas do Estado da Bahia; e os portos de Salvador, Aratu-Candeias e Ilhéus, na Bahia.


Ford retoma fabricação de peças em Taubaté (SP) e Camaçari (BA)

A Ford retomou nesta semana as atividades nas fábricas de Taubaté (SP) e Camaçari (BA) para dar início a produção de peças de reposição a partir de terça-feira (23), segundo nota enviada ao Portal UOL.

A empresa anunciou o encerramento das atividades no Brasil em 11 de janeiro, incluindo a fábrica de Horizonte (CE), que até o momento não teve formalização sobre o retorno. Segundo o Sindmetau (Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região), o acordo de estabilidade de empregos, após reunião com o TRT (Tribunal Regional do Trabalho), foi firmado até 31 de dezembro de 2021. Já o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari diz que as negociações foram estendidas até o mês de maio.


TOKIO MARINE apresenta nova Diretora de Operações

Com o objetivo estratégico de garantir excelência na qualidade do atendimento à Corretores, Assessorias e Clientes, a Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, anunciou Andrea Ribeiro (foto) como a nova Diretora de Operações. Com formação em Administração de Empresas, MBA em Tecnologia da Informação e Empreendedorismo e mais de 30 anos de experiência profissional, com passagens por diferentes áreas de grandes corporações do segmento financeiro, Ribeiro ingressou na Companhia há aproximadamente dois anos. A executiva até então era responsável pelas áreas de Auditoria e Combate à Fraudes e agora sucede a Daniel Ramos, que assumiu novos desafios dentro do Grupo Tokio Marine.

“Estou extremamente motivada em assumir esse novo desafio na Tokio Marine. Neste ano, à frente da área de Operações, minha meta é a busca pela excelência dos processos e satisfação dos nossos Clientes e Parceiros de Negócios, frente aos serviços prestados pelas áreas de Atendimento e Contact Center, Assistência 24 Horas e Suporte à Operações. Novos projetos já estão em andamento com foco nestes objetivos”, afirma a executiva.

Além disso, Andrea Ribeiro tem o desafio de tornar a Tokio Marine Assistência (TMA) a melhor empresa de prestação de serviços do mercado. Para isso, quer estreitar a relação com os Prestadores de Serviços de Assistências. “Temos consciência de que, na área de Operações, todos os elos são fundamentais para aprimorar a experiência do Cliente e vamos trabalhar de forma contínua e em conjunto com nossos Parceiros para atingir essa meta”, conclui Ribeiro.

A nova Diretora tem ainda como principais projetos para 2021 os investimentos em tecnologia para intensificar o uso de inteligência artificial e a automatização de processos; o aprimoramento das ferramentas e soluções para o Atendimento ao Cliente e o foco na capacitação e qualificação dos profissionais da área.

Andrea Ribeiro responde a Adilson Lavrador, Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros. “Estou confiante de que a Andrea, com toda a sua experiência, irá dar sequência ao ótimo nível do trabalho desenvolvido nos últimos anos, contribuindo para evolução dos nossos negócios e garantindo a satisfação dos nossos Parceiros de Negócios, Segurados e Prestadores de Serviços”, aponta Lavrador.


Sanofi anuncia investimento milionário no Brasil

A multinacional farmacêutica Sanofi investirá 13 milhões de euros no Brasil, nos próximos três anos. Os recursos serão destinados para pesquisa e desenvolvimento, segundo informações do Valor Econômico. A projeção da companhia é que, em cinco anos, 50% da receita seja originária dos produtos desenvolvidos no centro de pesquisa da Medley, divisão de genéricos da Sanofi, localizado em Campinas (SP).

O Brasil está entre as 10 maiores operações da farmacêutica no mundo. Segundo a companhia, o mesmo montante já foi aportado no último ciclo de investimentos da indústria, com foco em pesquisas clínicas e inovação incremental.