Operação Padrão da Receita Federal completa 6 meses sem solução. Entidades emitem documento e exigem fim de impasse

Ao lado de 13 Instituições, SINDASP divulga “CARTA ABERTA” em defesa do comércio exterior brasileiro

Iniciada em 24 de dezembro de 2021, a Operação Padrão da Receita Federal completa 6 meses nesta sexta-feira, 24/06.

O SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo – que representa a categoria responsável por 96% das importações e exportações no Brasil, produziu e divulga agora uma CARTA ABERTA EM DEFESA DO COMÉRIO EXTERIOR BRASILEIRO,  alertando para prejuízos que podem até mesmo superar R$ 2 bilhões, apenas nos 4 primeiros meses de 2022.

Ao lado da Instituição que representa essa importante categoria, mais 13 entidades assinam o documento “em defesa do comércio exterior brasileiro”.

O grupo pede o fim do atual momento no tratamento das importações e exportações brasileiras, suscitando todos os envolvidos em âmbito federal para solucionar os atuais problemas do cenário nacional que impactam o setor.

Confira a íntegra do conteúdo:

CARTA ABERTA EM DEFESA DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO

Nas últimas quatro décadas, foi possível observar um crescimento consistente no comércio exterior a nível global. Entre 1995 e 2020, o volume e o valor expandiram, respectivamente, 4% e 5% anualmente, segundo dados da OMC. Os países com os níveis mais fortes de crescimento econômico também apresentaram uma maior inserção nas cadeias globais de valor e, consequentemente, reduções nos índices de pobreza, o que caracteriza a correlação entre o desenvolvimento econômico e o aumento do fluxo comercial. São exemplos desse cenário nas últimas quatro décadas: Coreia do Sul, China e Indonésia.

Os conceitos relacionados ao comércio exterior também ficaram bem mais diversos nas últimas décadas. Antes, os debates estavam “limitados” a assinaturas de acordos comerciais bilaterais e multilaterais e a aspectos cambiais. Atualmente, tecnologias da Revolução Industrial 4.0 aplicadas ao comércio exterior, programas de facilitação comercial, e-commerce e reestruturação de processos são tópicos que aparecem frequentemente nos fóruns técnicos da área.

O Brasil possui respeitadas instituições e especialistas em comércio internacional em cada um dos conceitos supramencionados. Devido a eles, pudemos presenciar a Secretaria da Receita Federal desenvolver um dos melhores sistemas de inteligência artificial na área aduaneira e ser uma das pioneiras mundiais na adoção do blockchain.

Observamos esse órgão junto à Secretaria de Comércio Exterior estruturar um programa Single Window, que, apesar de implementado parcialmente, tem colhido resultados em segurança, agilidade e previsibilidade nos processos de comércio exterior. Devemos citar os incessantes esforços dos órgãos anuentes brasileiros como ANVISA, do MAPA, do INMETRO e do Comando do Exército na mudança de mindset, buscando maior fluidez nos processos de comércio exterior ao longo dos últimos anos.

Como resultado dessas mudanças, pôde-se comprovar uma queda acentuada dos tempos dos processos de comércio exterior na última década, conforme observado no Time Release Study – Importação, 2020, e nos tempos divulgados de comparação do processo de exportação antes e depois do Portal Único de Comércio Exterior.

Contudo, os concorrentes brasileiros no cenário mundial também fizeram a lição de casa. O Brasil, apesar do incrível esforço e melhora alcançada em ambiente interno, ainda ocupa tímidas posições no ranking internacional conforme os últimos relatórios publicados pela Organização Mundial do Comércio, variando entre o 22º a 27º lugar nos últimos dez anos.

Se a concorrência não está fácil, o cenário de eventos mundiais também não colabora. A pandemia de Covid-19 gerou uma disrupção brutal da cadeia de suprimentos, congestionamentos de portos, desbalanceamento de disponibilidade de containers e intensa volatilidade cambial no mundo inteiro, efeitos que, segundo algumas estimativas de especialistas em logística internacional, poderão ser sentidos até 2025.

Quando elaboradas, essas estimativas nem levavam em consideração a Guerra da Ucrânia, iniciada há aproximadamente 4 meses, que tem elevado brutalmente e de modo generalizado os preços de commodities, como o petróleo, e, ainda mais, de frete internacional. Todos os itens citados acima mudaram o panorama global de comércio exterior, não estão sob controle direto do Brasil, restando-nos trabalhar para minimizar os impactos dos desdobramentos ocasionados pelos mesmos.

Os desafios internacionais impostos são inúmeros. Embora tenhamos exaltado a quase revolução presenciada na última década no comércio exterior brasileiro, a evolução do nosso ambiente de negócios não tem apresentado o mesmo ritmo nos últimos 30 meses. A evolução exponencial esperada, desejada pelo Setor Privado, com poucos percalços, boas dores de cabeça, projetando maior competitividade ao Brasil, tem falhado.

Adicionalmente à pandemia da covid-19 e à Guerra da Ucrânia, o Setor Privado tem sangrado com mais um fator, agora interno, exclusivo ao cenário nacional: os movimentos de operação padrão de alguns dos mais importantes órgãos intervenientes do comércio exterior. Secretaria da Receita Federal, Secretaria de Comércio Exterior e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e, no âmbito regional, a Secretaria Estadual da Fazenda de São Paulo têm diminuído o ritmo de trabalhos em dois âmbitos: projetos estruturantes do comércio exterior, com destaque a novos sistemas; análises dos processos, tanto na importação quanto na exportação.

Para entender um pouco melhor os impactos, queremos demonstrar alguns cálculos baseados nas seguintes premissas:

  • Segundo estudo publicado por Hummels e Schaur em 2012, cada 1 dia adicionado ao processo de comércio exterior equivale à uma taxa ad valorem de 0,6% a 2,1%, a depender do tipo de produto;
  • Segundo estatísticas do ComexStat, ferramenta do próprio Governo quanto a estatísticas de comércio exterior, o Brasil importou US$81,25 bilhões entre janeiro a abril de 2022;
  • Segundo o Time Release Study 2020, estudo elaborado publicado pela Secretaria da Receita Federal, a liberação de um processo de importação em canal amarelo demorava 11.5 dias em média, enquanto um em canal vermelho, 12.9 dias. A soma de canais amarelo e de vermelho na importação era aproximadamente 4,5%, segundo o mesmo estudo;
  • Segundo consultas realizadas com as empresas e os despachantes, atualmente, os processos nesses mesmos canais mais do que duplicaram, atingindo 30 dias em um cenário.

Com as variáveis indicadas acima, ao tomar como premissa em cálculos apenas 1% de taxa ad valorem no atraso por dia, num cenário otimista de atrasos restritos a 23 dias no canal vermelho e 22.5 dias no amarelo (ou seja, adição de 10 dias), os prejuízos estimados são de incríveis US$365 milhões, ou R$1,825 bilhão em cotação de USD1-BRL5. Esse prejuízo relacionado apenas ao primeiro quadrimestre de 2022 está limitado ao processo de importação e à diminuição do desempenho da Secretaria da Receita Federal. Portanto, provavelmente, os impactos financeiros ao Setor Privado superam, e muito, esses números indicados.

Para efeitos de comparação, os investimentos estimados para a finalização do projeto Portal Único, principal iniciativa federal de modernização do comércio exterior, é de R$70 milhões, segundo falas públicas da liderança desse órgão. Ou seja, aproximadamente 4% dos prejuízos estimados para esse quadrimestre. Vale destacar que, segundo estudos realizados pela FGV em 2014, os ganhos anuais estimados na corrente de comércio com esse projeto estão na casa dos bilhões de dólares, quando o mesmo estiver implementado por completo.

Lembrando que essa é somente uma iniciativa tecnológica e poderíamos citar outras, como o Port Community System, projeto momentaneamente suspenso por falta de orçamento. Logo, poderíamos concluir que os cortes de investimentos em projetos estruturantes na área de tecnologia estão definhando, pouco a pouco, ao longo dos últimos 30 meses.

Ou seja, os desdobramentos da pandemia e a Guerra da Ucrânia são parte de um contexto internacional. Enquanto os números apresentados de estimativas de prejuízo pelas operações-padrão dos órgãos e a pouca atenção orçamentária dedicada a projetos estruturantes na área de comércio exterior dependem somente do Brasil e, portanto, necessitam, urgentemente, de solução.

Nesse sentido, é iminente que os representantes eleitos pela população ajam em defesa do comércio exterior. Numa democracia como a brasileira, o diálogo entre todos os envolvidos, Executivo, Legislativo e órgãos intervenientes, deve prevalecer.

Solucionar as questões internas destacadas neste documento é essencial para que o País aproveite as oportunidades e mude o contexto de forma estruturada e voltada ao futuro, com a aceleração de todas as boas iniciativas observadas. O Brasil necessita retomar um rumo mais construtivo, estruturante e voltado ao futuro, algo que foi observado, pela última vez, em 2019.

  • SINDASP – SINDICATO DOS DESPACHANTES ADUANEIROS DE SÃO PAULO
  • ACSP – ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO
  • CECIEx (Conselho Brasileiro das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras)
  • Abraec (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Internacional Expresso de Cargas
  • Jurcaib (Junta dos Representantes das Companhias Aéreas Internacionais do Brasil)
  • Libraport Campinas (Centro Logístico Integrado Alfandegado)
  • ABTLP – Associação Brasileira Transporte e Logística de Produtos Perigosos
  • ABIMED – Associação Brasileira da Indústria de Tecnologia para Saúde
  • CEAB – Câmara Empresarial Argentino Brasileira do Estado do Rio Grande do Sul
  • OAB – Comissão de Direito Aduaneiro Subseção Campinas
  • CISBRA – Câmara de Comércio, Indústria e Serviços do Brasil
  • FCCE – Federação das Câmaras de Comércio Exterior
  • Sindiatacadistas – Sindicatos do Comércio Atacadista do Rio Grande do Sul
  • CBLI –  Câmara Brasileira de Logística e Infraestrutura

“Operação Padrão nas Aduanas” será debatida em evento nesta terça-feira (21), em Viracopos

Um evento voltado prioritariamente aos importadores e exportadores, mas que também é motivo de atenção de todo o mercado, a “Operação Padrão nas Aduanas” será debatida em um evento nesta terça-feira (21), em Viracopos.

A iniciativa do encontro é da Multilog, que traz o tema para os convidados da inauguração de seu novo espaço no CEV (Centro Empresarial Viracopos) no setor de cargas do Aeroporto de Campinas. Além da pauta principal, a Multilog apresentará alternativas e soluções diferenciadas para este momento de desafios do comércio exterior brasileiro.

As vagas são limitadas e poderão ser feitas até esta segunda-feira através da organizadora do evento mkt@gpamais.com.br.

  

FICHA TÉCNICA

 Inauguração do novo espaço Multilog no Aeroporto de Viracopos

 Data: 21/06/2022 – terça-feira

Local: Auditório CEV (Centro Empresarial Viracopos) – Prédio no acesso ao Terminal de Carga – Aeroporto de Viracopos

Programação:

09:30h – Recepção e Abertura

10hApresentação: “Saiba o status atual da operação padrão nas Aduanas e como superar esse desafio, através de alternativas e soluções diferenciadas” – Michele Monteiro – Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Multilog e Convidados Especiais

11:30hBrunch do Chef Ungaretti

 

Embarcadores: confirmem sua presença até dia 20/06/2021: RSVP – mkt@gpamais.com.br

Vagas limitadas à capacidade do local

 

Exportação cresce 20%, puxa alta nos 5 primeiros meses e Viracopos projeta novo recorde para 2022

Após apresentar recorde histórico de movimentação de carga em 2021, o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), registrou crescimento de 6,68% no acumulado da movimentação de carga nos cinco primeiros meses de 2022 em relação ao mesmo período do ano passado. Até agora, os dados indicam que o aeroporto poderá superar o recorde atingido em 2021.

De janeiro a maio, Viracopos movimentou com um total de 147.972 toneladas de carga ante 138.702 toneladas dos cinco primeiros meses 2021. O resultado nos primeiros quatro meses do ano foi alavancado pelo aumento das movimentações na importação, na exportação, nas cargas domésticas (nacionais) e nas remessas expressas.

Neste período, se destacaram novamente os setores farmacêutico, metalmecânico, químico, de tecnologia, automotivo e de vestuário. Hoje, Viracopos é o maior aeroporto em importação de carga do país, movimentando 40% de toda a carga aérea que chega ao Brasil.

Considerando apenas o mês de maio, Viracopos teve crescimento de 4,2% em relação a maio de 2021. Foram 31.962 toneladas em maio de 2022 contra 30.670 toneladas registradas no mesmo mês do ano passado. O resultado da soma dos cinco primeiros meses do ano consolida a tendência de alta neste setor do aeroporto, com chances de novo recorde ao final de 2022.

Exportação em alta – Na importação, houve alta de 3,68% nos primeiros cinco meses de 2022 na comparação com o mesmo período do ano passado, com um total de 61.694 toneladas que chegaram ao país pelo TECA (Terminal de Carga) de Viracopos ante 59.506 toneladas de janeiro a maio de 2021. Já na comparação apenas entre os meses de maio de 2022 e de 2021, houve alta de 3,5% com um total de 12.794 toneladas que chegaram ao país por Viracopos ante 12.363 toneladas de maio de 2021.

Já exportação puxou a alta com 20,41% nos primeiros cinco meses de 2022 na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram registradas 46.873 tonadas de carga saindo do país por Viracopos ante 38.929 dos primeiros cinco meses de 2021. Já na comparação entre os meses de maio, a alta foi de 15%, com 10.715 toneladas de maio de 2022 ante 9.315 de maio de 2021.

Remessas expressas – Já o setor de remessas expressas (courier), somados os resultados de importação e de exportação, apresentou alta de 4,5% nos primeiros cinco meses de 2022 com um total de 2.756 toneladas contra 2.637 toneladas do mesmo período do ano passado. Já as Cargas Nacionais movimentaram 7.857 toneladas em maio e 31.608 toneladas nos cinco primeiros meses de 2022.

Recorde em 2021 – ​O Aeroporto de Viracopos encerrou o ano de 2021 com recorde histórico de movimentação de carga (em peso) para um ano. O aeroporto processou um total de 364,3 mil toneladas de carga no ano passado somadas as áreas de importação, exportação, remessas expressas (courier) e cargas nacionais.

Conheça o TOP 10 das indústrias farmacêuticas que mais lucraram em 2021

As seis maiores farmacêuticas em faturamento – Johnson & Johnson, Pfizer, Roche, AbbVie, Novartis e Merck & Co. – entraram na lista de maiores lucros, mas em uma ordem bem diferente.

Com US$ 24 bilhões em lucro líquido, a Novartis do CEO Vas Narasimhan (à direita) foi inesperadamente a empresa farmacêutica mais lucrativa em 2021. Embora ela tenha melhorado suas margens, um fator em especial fez a companhia suíça triplicar os ganhos. Depois de 20 anos, ela se desfez de sua participação acionária na Roche, obtendo um gratificante retorno sobre o investimento.

Impulsionada pela vacina contra a Covid-19, a Pfizer do midiático CEO Albert Bourla (à esquerda), dono de um dos maiores salários do setor, aproximou-se dos US$ 22 bilhões de lucro. Ter um blockbuster no mercado parece mesmo garantir boas receitas. Basta ver a Merck, que conquistou impulso no ano passado graças à demanda pelo medicamento oncológico Keytruda.

Surpresas e ausências – Algumas farmacêuticas tiveram lucros bem acima do esperado, justamente por terem velocidade na corrida por medicamentos contra a Covid-19. Esse exemplo aplica-se à Moderna e à BioNTech, com seus imunizantes; e o tratamento com anticorpos da Regeneron. Três nomes desconhecidos do setor alçaram o 6º, 7º e 9º lugares, respectivamente. A Novo Nordisk já tinha seu reconhecimento, mas surpreendeu ao evoluir sete posições focada em praticamente uma área terapêutica: o diabetes.

Mas algumas ausências no top 10 também são notáveis – Bristol- Myers Squibb, GSK e AstraZeneca. No ano passado, os ganhos da AstraZeneca caíram para apenas US$ 112 milhões, com perdas decorrentes do desaquecimento das vendas de sua vacina e os custos com a aquisição da Alexion.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

Interior de SP inaugura CD de mais de 60 mil m²

Reforçando o seu compromisso de mais de 60 anos com o país, a L’Oréal Brasil inaugurou nesta terça (14) seu novo Centro de Distribuição na cidade de Jarinu (SP). Com área total equivalente a nove campos de futebol, é o segundo maior CD do Grupo L’Oréal na América Latina e o maior no Brasil.

“Por mais de um século a L’Oréal se dedica a uma única vocação: criar a Beleza. Isso só é possível com um negócio que cresça de maneira rápida, criativa e disruptiva. E que respeite o meio ambiente e a sociedade. Reforçamos o nosso compromisso com o país em um movimento que traz impactos positivos não somente para o nosso negócio, como também para a cidade de Jarinu e o estado de São Paulo”, diz o CEO da L’Oréal, Marcelo Zimet.

Com mais de 62,5 mil metros quadrados, o Centro de Distribuição Gaia atenderá a todos os estados do país, expedindo milhões de produtos por ano.

“O Centro de Distribuição Gaia é do tamanho dos sonhos da L’Oréal Brasil. Com capacidade para atender a todos os estados, ele finca o nosso compromisso com o país, nos aproximando ainda mais da nossa fábrica, de grandes clientes da empresa e trazendo mais agilidade na entrega dos nossos produtos”, completa Jeferson Fernandes, Diretor de Operações da Brasil.

A L’Oréal Brasil contou com apoio da InvestSP (Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade), que assessorou a companhia nesse projeto. “A L’Oréal, como líder mundial no setor de beleza, é fundamental para a geração de emprego e renda na região de Jarinu, escolhida por oferecer uma série de vantagens em logística, como a proximidade de grandes rodovias, facilitando o acesso a sua fábrica no município de São Paulo e a importantes clientes”, afirma o presidente da InvestSP, Antonio Imbassahy.

A sustentabilidade é ponto central deste projeto e parte do compromisso de desenvolvimento sustentável do grupo, L’Oréal Para o Futuro. Com uso de energia 100% renovável (eólica e solar), o centro Gaia nasce Carbono Neutro. A nova dinâmica de transportes da empresa também permitirá uma redução de 28% da emissão de CO2. Além disso, o Centro já conta com a tecnologia necessária para operar carretas movidas a biometano, o que contribuirá ainda mais para o transporte verde.

Diversidade, Equidade & Inclusão também fazem parte da agenda prioritária da L’Oréal Brasil. Com 50% de mulheres no quadro de colaboradores, a empresa não só se compromete com a igualdade de gênero em áreas majoritariamente ocupadas por homens, como também com a contratação de mulheres chefes de família que perderam seus empregos durante a pandemia.