Roubo de cargas registra queda de 23%

O Roubo de cargas no Grande ABC teve redução de 23% de janeiro a julho deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar da boa notícia, houve, em média, pelo menos um registro do crime nos seis primeiros meses de 2020, com 191 ocorrências, contra 249 de 2019, segundo informações da SSP (Secretaria da Segurança Pública).

Os dados da região são parecidos com os da Capital, que também registrou redução de 20% no primeiro semestre de 2020 – foram 1.669 ocorrências, contra 2.091 de 2019.

Nos últimos seis anos, os números do primeiro semestre mostram bastante oscilação. Em 2018 foram 312 ocorrências do tipo nos primeiros seis meses do ano. Já em 2016 houve queda significativa dos casos, com 165, única vez em que a média diária foi inferior a um registro (confira os números na arte ao lado).

Especialista em segurança pública e privada, Jorge Lordello constata que a pandemia do novo coronavírus está associada diretamente com a redução nos índices, tanto na região quanto na Capital. “Tem relação direta, pois a pandemia alterou a rotina de todos e em todo lugar, mudando o dia a dia dos trabalhadores, mas também dos criminosos”, avalia. “Com comércios e indústrias no geral fechados, o acesso a esse tipo de crime ficou mais restrito, com menos veículos e pessoas nas ruas”, acrescenta Lordello.

Outro fator destacado pelo especialista é a inovação tecnológica no ramo, principalmente a empregada nos produtos transportados. “As empresas acabam trabalhando diariamente em ações preventivas, o que auxilia no momento de buscas por essas cargas. Tem uma infinidade de dispositivos implantados para transporte”, explica.

Ainda com base nos dados coletados junto à SSP, é possível observar que a cidade de São Bernardo apresenta maior incidência dessas ocorrências, isso porque os casos estão diretamente relacionados ao volume frequente do tráfego de caminhões no Grande ABC, principalmente pelo SAI (Sistema Anchieta-Imigrantes) e Rodoanel. “Estes municípios que beiram as rodovias são afetados frequentemente por estas ocorrências, visto que é a principal rota de fuga dos ladrões. Diante disso, o trabalho de monitoramento e operações da parte dos policiais é fundamental”, observa Lordello.

Em agosto, a Polícia Militar conseguiu capturar dois bandidos que haviam roubado uma carga de cigarros. A perseguição aconteceu na Rodovia Anchieta, em São Bernardo. Os agentes faziam patrulhamento quando receberam informações, via rádio, de que dois homens haviam furtado a carga. Ao perceberem as características do veículo suspeito do roubo, conseguiram efetuar a prisão em flagrante. 

Fonte: Diário do Grande ABC


Yale® reforça a importância das revisões com Kit de manutenção preventiva para empilhadeiras

No processo de atendimento consultivo aos clientes, a equipe da Yale® é categórica quanto aos processos de manutenção preventiva combinados ao uso de peças originais. Para proporcionar a execução dessa combinação, a fabricante disponibiliza um kit de peças de manutenção adequado para cada modelo de máquina e cada revisão. Ao adquirir o kit com antecedência, o cliente terá a disponibilidade das peças por um custo mais competitivo do que na compra dos itens separadamente.

O intervalo de tempo para a revisão das empilhadeiras pode variar de acordo com o equipamento e a intensidade da aplicação do cliente. É importante lembrar que o acompanhamento do tempo de uso está associado ao range das revisões, que pode variar de 500 a 6.000 horas. A identificação do tempo pode ser feita por intermédio do horímetro ou consultando o manual de operação da empilhadeira para que a parada de manutenção seja programada.

Ao programar a revisão e contar com o kit de manutenção, é possível otimizar os investimentos em peças de reposição, evitando riscos à performance e à longevidade do equipamento. Dentre os itens que integram o kit são: filtros, vedações e velas, que ao término da vida útil, devem ser trocados para evitar danos a outros componentes, como o próprio motor da empilhadeira, e diminuir os riscos de acidentes.

“Justamente pelo nosso posicionamento consultivo junto aos clientes, sabemos do impacto de um equipamento parado na operação. Por isso, buscamos diferentes caminhos para despertá-lo para importância da manutenção preventiva e o uso de peças originais. O kit é um desses caminhos, pois proporciona maior praticidade no armazenamento do estoque e agilidade na substituição de peças, facilitando a logística do processo de revisão”, explica Cesar Guerreiro, Diretor de Pós-Vendas da Yale.

“Com mais de 100 anos de experiência no mercado, a Yale® apoia seus clientes no enfrentamento dos desafios logísticos na movimentação de materiais. Assim, apoiar o cliente na realização de manutenções preventivas vai diretamente ao encontro do nosso objetivo de continuar melhorando e disponibilizando soluções que eles precisam”, resume Guerreiro.


Com a participação da Bosch, Live debaterá função dos armazéns logísticos na retomada

Anote em sua agenda: dia 25 de setembro, às 11h, você tem encontro marcado com o LIVE COMEX, que debaterá função dos armazéns logísticos na retomada.

A apresentação será de Patrick Dietz, Head of Logistics Operations at BOSCH Latin America, que possui cerca de 20 anos de experiência em Multinacional do setor Automotivo, Serviços e Tecnologia para empresas globais. Ele é responsável por 11 sites na América Latina, supervisiona as operações e estratégias de armazenamento da região.

A movimentação de cargas no País cresceu 10,5% em junho de 2020, segundo levantamento da AT&M Tecnologia, empresa de averbação de seguros de transporte de cargas. Foram contabilizados R$ 532 bilhões ao longo do mês passado, ante R$482 bilhões em maio.

Atribui-se o crescimento à retomada das atividades de vários segmentos da indústria e, liderados pelo automotivo, tem havido sinais em quase todos os ramos pesquisados, 25 dos 26, apresentaram alta no mês. Essa disseminação de taxas positivas mostra um avanço da produção industrial após medidas que flexibilizaram o isolamento social. “Alguns setores sentiram menos, como alimentos e produtos de limpeza, mas no geral, houve uma perda muito grande no isolamento”, explica. É o maior espalhamento da série histórica, ou seja, pela primeira vez, 25 setores apresentaram taxa positiva desde 2002.

Tecnologia – Umas das tendências garantidas são as novas tecnologias nos armazéns. Entre elas, acredita-se que, até 2023, mais de 50% dos dados gerados pelas empresas serão criados e processados fora do data center ou na nuvem, ante menos de 10% em 2019. As empilhadeiras também surgem com tecnologias adicionais para compor esse novo cenário.

Foto: Emerson Oliveira


Foco em condutores de empilhadeiras é principal motivação para contratação de telemetria

 “Segurança e Medicina do Trabalho” lidera principal função entre clientes da Softrack para diminuir acidentes e elevar a produtividade e a eliminação de prejuízos na logística

A Softrack – empresa líder no Brasil em gestão de frotas para empilhadeiras e similares – acaba de apresentar um produto batizado de “Operacional”, com funcionalidades que atendem 70% do mercado de máquinas de movimentação que se utilizam do monitoramento por telemetria, como explica Ricardo Raschiatore, diretor da empresa. “Com base em nossa experiência de mais de 10 anos neste segmento, elaboramos um produto que atende às necessidades essenciais, envolvendo segurança da operação, análise de disponibilidade e utilização, bem como preservação dos equipamentos, das empresas que utilizam empilhadeiras, paleteiras, rebocadores e equipamentos de movimentação em geral”

A gestão de frotas de máquinas para movimentação tem como objetivo melhorar a eficácia no uso desses maquinários. Os ganhos são sentidos em diversos pontos da operação. Este novo produto, chamado “Operacional” apresenta funcionalidades que visam atender às principais demandas das empresas que utilizam equipamentos de movimentação, desde indústrias, empresas de logística até centros de distribuição. “Estamos falando também em monitoramento de condutores que, com base na quantidade de máquinas e tamanho da operação, este novo produto atende 70% deste mercado”, contabiliza Raschiatore.

 

Segurança e Medicina do Trabalho –  Desse universo de 70%, quase sua totalidade – cerca de 90% – afirmam que a aquisição da tecnologia de telemetria visa atender às demandas relacionadas aos Condutores de Empilhadeiras e Equipamentos de movimentação, visando sua preservação e, por consequência, ganhos com produtividade e eliminação de prejuízos. Um especialista do tema, Fabiano Maciel Rey, que possui o canal “Faca na NR”, no Youtube, especializado em segurança e medicina do trabalho, revela a identificação dos benefícios da telemetria sob este prisma. “O Sistema de Telemetria para gerenciamento de eventos em empilhadeiras relacionados a segurança do trabalho são diversos, como por exemplo, monitoramento de impactos – principalmente em estrutura de porta-paletes, excesso de velocidade, rotação elevada, checklist, entre outros relacionados à produtividade, como ociosidade, máquina parada ou ligada, só para citar alguns. ”, avalia Rey que é Bombeiro e Técnico de Segurança do Trabalho.

A solução da SOFTRACK é composta por sistemas Web e equipamentos eletrônicos, projetados e produzidos por ela, no Brasil, instalados diretamente nas máquinas, em sua maioria empilhadeiras. Os equipamentos coletam e enviam automaticamente os dados da operação, de forma segura e criptografada, para nossos servidores e estes dados são automaticamente processados e analisados, gerando diversos relatórios, gráficos e informações estratégicas para apoiar decisões que viabilizem o aumento na segurança da operação, maior produtividade e consequente redução de custo.


Nova decisão do TRF-1 ratifica vitória da Aurora em licitação em Porto Seco

Decisão se junta aos pareceres administrativos, área técnica do TCU, MP do TCU, TRF e Perícia Judicial que validaram a assinatura do contrato do Novo Porto Seco de Anápolis (GO)

Como se não bastassem as conquistas em diversas instâncias, quais sejam, administrativas (melhor proposta comercial na licitação), área técnica do TCU, MP do TCU, TRF e Perícia Judicial, a Aurora da Amazônia teve sua vitória confirmada para explorar o Novo Porto Seco de Anápolis, pelos próximos 35 anos(25 prorrogáveis por mais 10). A empresa assinou o contrato em 27/05/2020 e, em mais uma investida infrutífera da segunda colocada empresa Porto Seco Centro Oeste SA, sua vitória foi ratificada.

Nesta semana, o Desembargador do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1) Daniel Paes Ribeiro, confirmou a vitória na licitação e a vigência da liminar por ele proferida, que mandou finalizar a licitação. Nessa decisão, reconhece ainda que a liminar do Juiz do Distrito Federal, Charles Renaud, está reformada e sem efeito. “A decisão confirma o acerto da determinação judicial para assinatura do contrato com a vencedora Aurora”, comemora Bruno Morais, advogado da Aurora.