Novos projetos do setor fotovoltaico estimulam investimentos da indústria

Perspectiva de aumento do uso de energia solar no País nos próximos anos deve criar demanda por produtos e serviços, trazendo novas oportunidades para empresas de diversos segmentos

A perspectiva de expansão dos projetos de energia solar no Brasil e o aumento da demanda por serviços e equipamentos têm motivado investimentos da indústria. Empresas esperam crescimento de até 40% da receita do segmento em 2019.

“Há uma participação crescente de fontes renováveis no País e existe um espaço grande para contribuir com nossos clientes, desenvolvendo uma consultoria mais profunda no segmento”, afirma o diretor geral América Latina da fabricante Fluke, Hector Trabucco.

Projeções da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) apontam que o setor deve ter um aumento de 44% na capacidade instalada em 2019, gerando até R$ 5,2 bilhões em novos investimentos. A entidade estima incremento de 88,3% do faturamento na comparação com 2018.

Esperando que esse cenário ofereça novas oportunidades, a Fluke, especializada em equipamentos de testes e medição na área industrial, lançou uma linha de produtos voltada para o setor fotovoltaico. “Podemos ter um papel importante ao ajudar a impulsionar esse mercado, identificando problemas e melhorando a eficiência dos equipamentos”, diz Trabucco.

A expectativa da companhia é de 25% de aumento das vendas nos produtos relacionados ao mercado de energia solar, como câmeras termográficas e ferramentas de controle. “Acredito que é um negócio que vai crescer muito mais ao longo dos próximos anos”, avalia o executivo.

A ABB, fabricante de tecnologias de energia e automação, firmou uma parceria com a Aldo, distribuidora de equipamentos de geração fotovoltaica, para a importação de inversores de energia e carregadores para veículos elétricos. “O mercado de mobilidade elétrica é novo, mas está em expansão e possuímos o know-how”, explica o diretor de marketing da divisão de produtos para eletrificação da ABB Brasil, Marcelo Vilela.

O executivo destaca que a companhia desenvolve produtos e soluções para o setor há dez anos e investe na infraestrutura para veículos elétricos no Brasil. “Já temos alguns marcos, como o corredor que liga as cidades de São Paulo, Campinas e Jundiaí, com pontos de recarga nas rodovias Anhanguera e Bandeirantes. Acreditamos no uso conjunto da mobilidade elétrica com a energia fotovoltaica.”

O presidente da Aldo, Aldo Teixeira, acredita que o programa Rota 2030 irá incentivar o mercado de veículos híbridos e elétricos no País. “As grandes montadoras já estão lançando esses produtos. O papel da Aldo será fornecer uma infraestrutura para pontos de carregamento, com insumos fornecidos pela ABB.”

O executivo afirma que a empresa teve 40% de crescimento na receita em 2018 e espera repetir o número nesse ano. “A área está avançando bastante e com a expectativa de melhora econômica do País, a tendência é que a indústria e o comércio façam mais investimentos na melhora da eficiência energética.”

Empreendimentos – O grupo Alexandria, que trabalha com projetos de usinas de energia elétrica, tem expectativa de R$ 120 milhões a R$ 200 milhões em novos empreendimentos em 2019. “Vai depender da demanda. Para 2020, o alcance pode ser em torno de R$ 500 milhões. Temos obtido um crescimento expressivo”, assinala o CEO da empresa, Alexandre Brandão.

A corporação já conta com usinas construídas em empresas como a Ambev, grupo Positivo Tecnologia e Mufato. “Atuamos majoritariamente em empreendimentos de autogeração. Além de energia fotovoltaica, trabalhamos com outras fontes, como o biogás.”

Atualmente, a Alexandria possui mais de 33,3 quilômetros em sistemas implantados, que somam R$ 20 milhões em valor patrimonial. O grupo lançou uma plataforma própria para investimentos digitais, lastreados em todos esses projetos de energia. “É uma forma de investir e obter ativos diretamente da empresa. Enquanto o processo tradicional tem muitos custos e é lento, essa plataforma busca facilitar e reduzir custos para o investidor”, explica o executivo.

Fonte: DCI


ERP Summit tem apoio do LogNews e receberá grandes nomes em abril

Maior evento da América Latina sobre software e gestão terá abertura com Ricardo Amorim(foto) e encerramento com Marco Luque

 

Considerado o maior evento do mercado sobre software e gestão de empresas do Brasil e América Latina, o ERP Summit 2019 traz como tema central “O Software aplicado a gestão como gatilho de crescimento”, com palestras e painéis divididos por segmento de mercado, exposição de softwares e oportunidade para networking e negócios.

Dentre os principais palestrantes do evento, está Ricardo Amorim renomado economista, dentre outros nomes do mercado econômico e setor de tecnologia. O comediante Marco Luque encerra o encontro com entretenimento aos visitantes.

Faça sua inscrição. Visite: erpsummit.com.br

 


América Latina é única região que o frete aéreo cresceu no mundo, em fevereiro

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês) divulgou nesta semana seu relatório operacional. O relatório da associação informou que a demanda global de frete aéreo diminuiu 4,7% em fevereiro, em comparação com o mesmo período de 2018. Este foi o quarto mês consecutivo de queda e o pior desempenho nos últimos três anos. A capacidade global de frete subiu 2,7% em fevereiro. Este foi o 12º mês consecutivo em que o aumento da capacidade superou o da demanda.

 

Oriente Médio – O volume de carga aérea transportada por companhias aéreas do Oriente Médio teve redução de 1,6% em fevereiro em comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo relatório divulgado pela

 

A capacidade de transporte de carga das companhias da região, no entanto, aumentou em 3,1%. Segundo a IATA, há uma clara tendência de queda na demanda de carga aérea internacional, ajustada sazonalmente, devido ao enfraquecimento do comércio com a América do Norte, o que contribuiu para a redução.

 

América Latina – Já as companhias aéreas da América Latina registraram o maior crescimento entre todas as regiões do planeta em fevereiro no mesmo comparativo, com uma alta de 2,8% na demanda. De acordo com a IATA, apesar da incerteza econômica na região, vários mercados importantes estão apresentando desempenho robusto. A demanda por frete internacional ajustada sazonalmente apresentou crescimento pela primeira vez em seis meses e a capacidade de frete da região aumentou em 14,1%.

 

A América Latina foi a única região a apresentar uma taxa de crescimento anual positiva no mês, segundo o relatório, revertendo o declínio modesto e de curta duração observado nos dados de janeiro. Mas a associação diz que é prematuro afirmar que este crescimento na demanda se estabilizará ou que esse volume será uma tendência, dada a contínua incerteza política e econômica em vários países da região.


Multilog confirma participação no Gourmet Comex

Standard Dining Club receberá Almoço de Networking

Os profissionais de comércio exterior e de logística do interior de São Paulo têm encontro marcado. No dia 26 de abril, uma sexta-feira, acontecerá mais uma edição do Clube de Networking Gourmet Comex.

Com o apoio do CIESP Campinas e sempre marcado por um almoço ao lado de uma mensagem de conteúdo, o Gourmet Comex reunirá mais de 100 convidados para muito networking. A Nova sensação gastronômica da cidade, o “Standard Dining Club” receberá o Gourmet Comex. O badalado espaço fica na Avenida Norte-Sul.

As adesões prosseguem. ABV (Viracopos), SINDASP, Multilog, Libra Campinas e Aurora EADI já confirmaram suas participações. A assinatura é da GPA+ Comunicação.

Interessados no evento: mkt@gpamais.com.br – (19) 99299-1987

 


Empresa francesa investe R$ 6 milhões em fábrica no interior de São Paulo e foca exportação

A francesa Stone Performance, que já possui unidades em seu País e em Portugal, acaba de inaugurar uma unidade no Estado de São Paulo, na cidade de São João Boa da Vista, localizada a 220 km da capital paulista. A empresa investiu R$ 6 milhões em instalações e maquinário para tratamento e transformação de diversos tipos de pedras como mármore, granito e ônix em banheiras, pias, pisos e acabamentos de alto padrão.

Exportação – Com a estratégia de ficar próxima das fontes de matéria prima, a empresa decidiu abrir uma unidade no Brasil, que irá atender o mercado nacional e internacional. Serão exportados produtos finais prontos para a instalação. O que trará um ganho logístico, já que reduzirá o volume de envio ao exterior. Para isso a empresa necessitou investir na formação de pessoal especializado e em maquinário diferenciado, para agregar maior valor ao produto antes da sua venda. Indo na direção contrária do mercado, que exporta, principalmente, blocos e chapas brutos.

Para que os prazos de implementação da fábrica fossem cumpridos dentro do cronograma, a companhia contou com o suporte da InvestSP, que prestou assessoria tributária, de infraestrutura, ambiental e institucional à empresa.

A unidade de São João da Boa Vista conta com modernos equipamentos para tratamento de matérias primas que vêm de diversas partes do Brasil como Paraná, Minas Gerais e Ceará. A Stone Performance é detentora de patentes na Europa para a tecnologia STONE PERFORMANCE PROCESS, que produz painéis ultraleves de revestimentos para interiores e fachadas com materiais naturais. A previsão é de que a implementação dessa tecnologia no processo produtivo seja feita a partir do 2º semestre desse ano.

No escritório de design integrado à fábrica, são desenvolvidos os projetos de corte e paginação das pedras. Feitos a partir de fotos das chapas do material a ser trabalhado, os desenhos permitem melhor aproveitamento da matéria prima, garantindo a continuidade das veias entre as placas. Lá, também são feitos modelos 3D das pias, banheiras e de qualquer escultura produzida em pedra maciça. Ao todo, foram gerados 20 novos empregos na operação da fábrica e do escritório, com expectativa de dobrar esse número até o final do ano.

Para o diretor geral da Stone Performance, Darius Sani, o apoio do Estado de São Paulo ajudou a empresa a iniciar sua operação no Brasil com mais confiança. “É imprescindível ter ao seu lado uma instituição para atender e acompanhar os vários trâmites administrativos e de licenciamento na abertura de uma nova unidade industrial. Somente assim, conseguimos cumprir o nosso cronograma”, afirmou.

A empresa chega ao país com um grande projeto em andamento. Ela foi contratada para produzir 20.000 m² de revestimentos em mármore de pisos, paredes e tetos, assim como, 500 pias e 20 banheiras maciças para o grupo Allard, responsável pela revitalização da área do antigo Hospital Umberto I (Hospital Matarazzo). O empreendimento imobiliário une preservação e restauração do patrimônio arquitetônico da capital com a construção de um Hotel de Luxo chamado de Cidade Matarazzo, que será operado pela rede Rosewood.