Exportação inicia 2021 em alta e atinge 64% de crescimento em Viracopos

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), registrou alta de 56% no total de toneladas de carga movimentadas no mês de janeiro em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado do primeiro mês do ano mantém a tendência de alta neste setor do aeroporto.

Em janeiro deste ano, foram movimentadas pelo aeroporto 23,5 mil toneladas de carga ante 15,1 mil em janeiro de 2020 e 17,4 toneladas de janeiro de 2019, mantendo assim a tendência de crescimento apresentada ao longo do ano passado quando o Terminal de Carga registrou recorde histórico de movimentação de carga (em peso) desde o início integral da concessão do aeroporto, em 2013.

A nova alta em janeiro foi alavancada pelo aumento das movimentações na importação, na exportação, nas cargas domésticas (nacionais) e nas remessas expressas. Neste período se destacaram os setores farmacêutico, químico, de tecnologia, de autopeças, de vestuário, entre outros.

Importação e Exportação  – Na importação, a alta no peso foi de 36,8% no mês de janeiro na comparação com o mesmo período do ano passado, com um total de 10,9 mil toneladas que chegaram ao país pelo TECA de Viracopos.

Hoje, Viracopos é o maior em importação de carga aérea do país, movimentando mais de 1/3 de toda a carga aérea que chega ao Brasil. Em 2020, a participação do aeroporto foi de 38% no volume de cargas de importação aérea no Brasil.

A exportação também apresentou bons resultados com alta de 63,9% no mês de janeiro em relação a janeiro de 2020, com um total de 5,8 mil toneladas de carga saindo do país por Viracopos.

Remessas expressas 

Outro setor que apresentou alta foi o de remessas expressas (courier), de importação e exportação, com 10% de crescimento em janeiro de 2021 em relação ao mesmo mês de 2020. Foram movimentadas 463 quilos de remessas no primeiro mês deste ano ante 421 de janeiro de 2020.


Pesquisa CIESP Campinas: 47% das empresas aumentaram produção no período de janeiro e fevereiro de 2021

O CIESP Campinas (Centro das Indústrias do estado de São Paulo) anunciou nesta semana sua Sondagem Industrial.

Na avaliação do diretor do Departamento de Comércio Exterior do Ciesp Campinas, Anselmo Riso (foto), as perspectivas para a balança comercial da região em 2021 não são boas, embora avalie que possa ocorrer um crescimento nas exportações no final desse ano, mas esse quadro também depende da evolução da economia mundial.

No estudo, o comércio exterior regional das empresas associadas ao Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) Campinas registrou uma queda de 14,3% em valor exportado no mês de janeiro de 2021 em comparação a janeiro do ano passado. Em janeiro deste ano foi de US$ 192,1 milhões. Em janeiro de 2020, havia sido de US$ 224,3 milhões.

As importações também registraram queda de 6,7% em janeiro entre os anos de 2021 e 2020. Este ano o volume importado foi de US$ 823,1 milhões. Em janeiro de 2020 foi de US$ 881,9 milhões. O saldo da balança comercial em janeiro de 2021 foi negativo em US$ 631 milhões.

Crescimento da produção – Apesar dos números preocupantes com relação às exportações, os números da sondagem industrial revelam um ligeiro aquecimento da economia. Eles revelam que 47% das empresas associadas ao Ciesp Campinas aumentaram o volume de produção no período de janeiro e fevereiro de 2021. Nesse mesmo período, o faturamento das associadas permaneceu estável para 35% e aumentou para 41%. Para 24% ocorreu queda no faturamento.

Com informações: O Liberal
FOTO Crédito: Anselmo Riso_Ciesp-Campinas –  Roncon&Graça Comunicações


Com sede no interior de SP, Ambipar adquire empresa no Canadá e chega a 16 países

A Ambipar, multinacional de gestão ambiental com sede em Nova Odessa, divulgou nesta sexta-feira (19) que ampliou sua atuação para 16 países. A companhia adquiriu a Orion Environmental, uma empresa de atendimento emergencial e limpeza industrial no Canadá. Esta é a primeira aquisição feita no território canadense.

Segundo divulgado pela assessoria de comunicação da Ambipar, a Orion se unirá à operação da companhia nos Estados Unidos, que passa a contar com 13 bases posicionadas na América do Norte, aumentando sua capilaridade de atendimento e reduzindo o tempo de resposta às emergências. O objetivo da aquisição é continuar com o plano de expansão global da companhia.

Segundo Thiago Silva, Chief Financial Officer da Ambipar, a aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da companhia, que busca, não só oferecer serviços com padronização e excelência através de uma central de emergência única, mas também a captura das sinergias operacionais, comerciais e administrativas.

Com sede às margens da Rodovia Anhanguera (SP-330), em Nova Odessa, a Ambipar atua na gestão de resíduos, prevenção e resposta a acidentes, desinfecção de ambientes, treinamentos, dentre outros serviços. A empresa está presente em países como Estados Unidos, Reino Unido, Chile, Nigéria, Angola e na Antártida.

Desde o IPO na B3, em julho do ano passado, a companhia já adquiriu oito empresas no Brasil e ao redor do mundo, e possui em seu histórico mais de 20 aquisições.

Em 2020, a Ambipar já havia concretizado a compra de mais empresas de atendimento emergencial nos Estados Unidos: a Allied International Emergency, One Stop Environmental, IntraCoastal e CES.

Na semana passada, a multinacional anunciou a aquisição da Enviroclear, uma companhia de atendimento emergencial e serviços industriais com sede no País de Gales.

No Brasil, a companhia investe em crescimento orgânico, através da abertura de novos escritórios comerciais.

Orion Environmental – Sediada na província de Alberta, no Canadá, a Orion tem mais de 25 anos de atuação no mercado canadense, no segmento de respostas a emergência e serviços de limpeza industrial.

No final do ano fiscal de 2020, a Orion atingiu o faturamento de 12,3 milhões de dólares canadenses, equivalente a R$ 52,6 milhões.

Fonte: O Liberal


Decreto lista rodovias, portos e aeroportos que serão desestatizados

Diário Oficial desta quinta-feira(23) publicou decreto presidencial que qualifica empreendimentos rodoviários, portuários e aeroportuários para o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Ele dispõe, ainda, sobre a inclusão de empreendimentos públicos federais dos setores portuário e aeroportuário no Programa Nacional de Desestatização (PND).

A medida se aplica a 24 aeroportos (um no Amapá, dois no Rio de Janeiro, dois em São Paulo, três em Minas Gerais, três no Mato Grosso do Sul, cinco no Pará e oito no Amazonas). Caberá ao Ministério da Infraestrutura fazer os estudos de modelagem. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ficará responsável pelos atos executivos necessários à desestatização.

“Dependendo de decisão futura baseada nos referidos estudos, as concessões poderão ser feitas separadamente ou em blocos”, informou, por meio de nota, a Secretaria Geral da Presidência da República. Acrescenta que essas medidas visam a “ampliação e modernização da infraestrutura mediante parcerias com a iniciativa privada”, de forma a dar maior competitividade ao país.

Entre os empreendimentos aeroportuários qualificados no PPI e incluídos no PND estão os aeroportos Santos Dumont e de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro; Congonhas e Campo de Marte, em São Paulo; os aeroportos Tenente Coronel Aviador César Bombonato (Uberlândia), Mário de Almeida Franco (Uberaba) e Mário Ribeiro (Montes Claros), ambos em Minas Gerais.

Outros terminais – A lista inclui, ainda, os aeroportos Val-de-Cans (Belém – FOTO), Maestro Wilson Fonseca (Santarém), João Correa da Rocha (Marabá), Carajás (Parauapebas), Altamira (em Altamira), no Pará; os de Corumbá, Ponta Porã, e de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul; e o Aeroporto Internacional Alberto Alcolumbre, em Macapá (AP).

O Amazonas é o estado com maior número de aeroportos incluídos na lista: os de Parintins, Carauari, Coari, Eirunepé, São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Lábrea e Maués.

O decreto qualifica também trechos das BRs 414, 080, 101, 116, 465, 493, 040, 495 em Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo; e inclui no Programa Nacional de Desestatização trechos das BRs 163 (MT), 230 (PA) e 040 (RJ).

Já no setor portuário, os empreendimentos qualificados no âmbito do PPI são os terminais PEL01 (no Porto de Pelotas, no Rio Grande do Sul); VDC10A (no Porto do Vila do Conde, Pará); MAC14 (no Porto do Maceió, Alagoas); SUA07, (no Porto de Suape, Pernambuco); e STS11 (no Porto de Santos, São Paulo). Completam a lista a Companhia das Docas do Estado da Bahia; e os portos de Salvador, Aratu-Candeias e Ilhéus, na Bahia.


Ford retoma fabricação de peças em Taubaté (SP) e Camaçari (BA)

A Ford retomou nesta semana as atividades nas fábricas de Taubaté (SP) e Camaçari (BA) para dar início a produção de peças de reposição a partir de terça-feira (23), segundo nota enviada ao Portal UOL.

A empresa anunciou o encerramento das atividades no Brasil em 11 de janeiro, incluindo a fábrica de Horizonte (CE), que até o momento não teve formalização sobre o retorno. Segundo o Sindmetau (Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região), o acordo de estabilidade de empregos, após reunião com o TRT (Tribunal Regional do Trabalho), foi firmado até 31 de dezembro de 2021. Já o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari diz que as negociações foram estendidas até o mês de maio.