Com leilão de todos os aeroportos, Infraero deverá ser extinta

Concessão de 42 aeroportos deve acontecer nos próximos quatro anos, segundo Secretária Natália Marcassa

Segundo a secretária de Planejamento, Desenvolvimento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura, Natália Marcassa, a Infraero poderá ser até extinta após a concessão de 42 aeroportos nos próximos 4 anos. A declaração foi feita durante a sua participação de um evento realizado em São Paulo.

De acordo com a secretária, com o leilão dos 42 aeroportos a Infraero deve ficar apenas com serviços pequenos e pode até ser liquidada. os dois últimos aeroportos que devem ser privatizados devem ser Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ).

De acordo com dados apresentados pela secretária, a previsão de investimento para os aeroportos é de R$ 10,2 bilhões, dos quais R$ 4,99 bilhões devem ficar na 6ª rodada, que termina no fim de 2020, e R$ 5,29 na 7ª rodada, com fim em 2022.

A partir daí, o objetivo do Poder Executivo é “revocacionar” a Infraero, nas palavras da secretária. Segundo ela, se isso não for possível, a empresa será liquidada. “A ideia é revocacionar a Infraero para pequenos serviços ou liquidar a empresa”, disse.


CIESP Campinas espera tendência positiva no segundo semestre

A indústria da região de Campinas registrou saldo positivo de 400 contratações no mês de julho. Esses números fazem parte das Pesquisas Nível de Emprego, Sondagem Industrial e Balança Comercial Regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo). Já no acumulado de janeiro a julho de 2019 o saldo é negativo com 2,25 mil demissões.

Para o diretor em exercício do Ciesp-Campinas, José Henrique Toledo Corrêa, a expectativa da indústria regional é que o segundo semestre mantenha essa tendência positiva na geração de empregos, verificada no mês de julho.

Tendência positiva – “Os indicadores apontam para uma melhora no cenário interno. A Reforma da Previdência aprovada pelo Senado e o andamento da Reforma Tributária, muito importante para o setor produtivo, poderão ajudar na retomada do mercado, que será lenta, mas precisa começar. Aliado a isso, sabemos que sazonalmente, o segundo semestre é sempre mais positivo e esperamos que essa tendência se concretize”, explica José Henrique.

No período de janeiro a julho de 2019, as indústrias da região de Campinas registraram um volume acumulado de exportações de US$ 1,938 bilhão.

As importações da região no mesmo período foram de US$ 6,280 bilhões. As exportações no mês de julho foram de US$ 308,88 milhões e as importações US$ 1,087 bilhão.

Com informações CIESP Campinas


Evento Gourmet Comex reunirá profissionais de Campinas e Região em setembro

O tradicional encontro de profissionais de comércio exterior e logística “Gourmet Comex”, já tem data para acontecer: 20 de setembro.

Mais uma vez, o Clube de Networking, Gourmet Comex, reunirá a nata do mercado de Comércio Exterior e Logística de Campinas e Região.

Com o apoio do CIESP Campinas e sempre marcado por um almoço ao lado de uma mensagem de conteúdo, o Gourmet Comex reunirá cerca de 100 convidados para muito networking.

As empresas já se movimentam pela adesão às cotas de Patrocínio. SINDASP, Aurora EADI Sorocaba e LibraPort Campinas já confirmaram suas presenças.

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Oficial: aquisição da Panalpina pela DSV foi concluída

Conforme o Portal LogNews adiantou em primeira mão, integração iniciou nesta semana

“Bem-vindos todos os nossos novos colegas da Panalpina! Hoje é um grande dia para a DSV e a Panalpina. É oficial, agora somos uma empresa: maior, melhor, mais forte. Juntos, podemos conseguir mais”, afirmou Jens Bjorn Andersen, Group CEO, DSV A/S, através de uma de suas redes sociais no início da semana, celebrando a expectativa do mercado pela conclusão da aquisição.

A DSV informou que irá alterar sua razão social para DSV Panalpina e, à medida que a integração entre as companhias avance, todas as subsidiárias e unidades operacionais estarão unidas sob o nome e a marca DSV.

A expectativa da DSV é atingir sinergias de custos anuais de cerca de 2,2 milhões de coroas dinamarquesas. A sinergia de custos deve ser completamente atingida em 2022, proveniente primeiramente da consolidação de operações, instalações logísticas, administração e infraestrutura. Espera-se que a transação esteja concluída já em 2021 e, para todo o ano de 2022, a DSV avalia que a margem operacional combinada aumente e alcance o atual nível do Grupo DSV.

Em sua newsletter da semana passada o Portal LogNews antecipou esse desfecho aguardado pelo mercado.


Após negociar por Viracopos, fundo IG4 Capital fará proposta de R$ 1,7 bi para comprar dona do aeroporto de Guarulhos

FOTO: FELIPE RAU/ESTADÃO

O fundo IG4 Capital, especializado em empresas em dificuldades financeiras, deverá fazer proposta firme pela Invepar, holding de infraestrutura dona da concessão do aeroporto de Guarulhos e do metrô do Rio. A gestora, comandada por Paulo Mattos, ex-sócio da GP Investments, está sendo assessorada pelo Bradesco BBI. O Estado apurou que o fundo avalia o melhor formato para assumir o negócio.

Fontes afirmaram que o IG4 está liderando um grupo com investidores estrangeiros para fazer uma injeção de R$ 1,7 bilhão na companhia. A ideia da gestora é diluir a participação dos atuais acionistas e assumir o controle da empresa. Os fundos de pensão Previ (do Banco do Brasil), Petros (Petrobrás) e Funcef (da Caixa) são os principais sócios e detêm, juntos, 75,6% da Invepar.

Colocada à venda em meio aos escândalos da Lava Jato, a Invepar tornou-se um negócio cobiçado por grandes fundos, como Mubadala e Brookfield, mas os problemas entre os acionistas afugentaram investidores. A CCR, empresa de concessões na área de transportes, também já negociou os ativos no passado, mas desistiu. A fatia que pertencia à empreiteira OAS está nas mãos dos bondholders (detentores de títulos) e do FI-FGTS. Ao Estado, o sócio-fundador do IG4, Paulo Mattos, diz que a gestora está interessada em expandir seus investimentos em infraestrutura. No entanto, Mattos não quis comentar sobre a operação da Invepar. Procurados, Petros, Funcef, Previ e Invepar também não quiseram se pronunciar sobre o assunto.

Viracopos – Outro grande negócio no qual o IG4 está envolvido é a compra do Aeroporto de Viracopos, também em recuperação judicial. Em parceria com a suíça Zurich Airport, que detém a concessão dos aeroportos de Florianópolis (SC) e de Confins (MG), o fundo já fez proposta para comprar a participação das duas acionistas do terminal, Triunfo Participações e Investimentos (TPI) e UTC. As duas empresas também foram envolvidas na Lava Jato.

As informações são do Estadão Conteúdo