Para crescer share na exportação, GRU Airport anuncia Terminal de R$ 3 milhões com a Tri-Star

Espaço de mais 5 mil m² vai aumentar em até 35% a capacidade de recebimento de cargas com destino ao exterior

A GRU Airport, Concessionária que administra o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e a Tri-Star – empresa de serviços com soluções completas e abrangentes no manuseio e tratamento de cargas, iniciaram a implantação de um armazém alfandegado destinado à exportação. Um projeto inédito no país, com o investimento de R$ 3 milhões, que possibilitará aumentar em até 35% a capacidade de recebimento de cargas para exportação, armazenamento das mesmas, prestação de serviços e paletização para exportação.

“A parceria com a Tri-Star vai nos trazer diversos benefícios como melhorias nas áreas de serviços alfandegados, ampliação nos ambientes de trabalho e atendimento” afirmou a diretora Comercial e de Cargas da Gru Airport, Mônica Lamas.

 

Aumento do market-share – O espaço de mais 5 mil m², dedicado para clientes Tri-Star, proporcionará agilidade no recebimento de cargas perecíveis e animais vivos. A previsão é que o novo espaço seja inaugurado em junho de 2021. A expectativa de GRU Airport é aumentar o market-share na exportação, que em 2020 foi de 47%.

“Estamos orgulhosos em contribuir para o crescimento do Terminal de Cargas do Aeroporto mais importante do país, além de honrados por participar deste projeto inédito no Brasil,  junto com a Gru Airport, e principalmente, com o apoio da Receita Federal e demais órgãos anuente, que viabilizaram a execução deste projeto, que proporcionará aos nossos clientes uma redução considerável no tempo de paletização de cargas, mais flexibilidade nos prazos de aceitação destas cargas, e acima de tudo, um atendimento muito mais dedicado aos exportadores, principais clientes desta cadeia logística, e que trazem divisas para nosso país”, afirmou CEO da Tri Star, Fernando Bimonti.

 

Cargas – O Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, administrado pela GRU Airport, é o maior complexo aeroportuário do Brasil, com uma área de 99 mil m². Mesmo diante de um cenário extremamente desafiador, movimentou em 2020 cerca de 208 mil toneladas entre importação e exportação. O crescimento de 250% no número de cargueiros internacionais foi essencial para esta marca.

Entre os itens mais transportados nesse período estão fármacos, partes e peças automotivas, têxtil, alimentos, maquinários e peças aeronáuticas. Devido a sua malha aérea e conectividade, o aeroporto também se destaca na distribuição do comércio eletrônico.

GRU Airport possui também o maior complexo frigorífico em aeroportos do Brasil, com cerca de 30.000 mil m³ de capacidade de armazenamento de importação e exportação. Suas 23 câmaras frias alcançam todos as faixas de temperatura e atendem todos os tipos de produtos. Além disso, o terminal conta com 440 posições para contêineres refrigerados na importação e 8 na exportação.

O terminal foi a principal porta de entrada para cargas farmacêuticas no Brasil, especialmente aquelas dedicadas ao combate da pandemia de covid-19, resultando no aumento de 6 pontos percentuais no market-share do segmento, de 50% em 2019 para 56% em 2020. Além disso, a localização na região metropolitana de Guarulhos favorece o acesso a importantes rodovias que ligam o aeroporto a todo o país, e a oferta de voos diretos e diários garante maior eficiência e agilidade no transporte das cargas.

O complexo logístico, que já possui a certificação CEIV Pharma (Center of Excellence for Independent Validators) da IATA, está atuando para obter, em 2021, as certificações OEA (Operador Econômico Autorizado) da Receita Federal e CBPDA (Certificado de Boas Práticas de Distribuição e Armazenagem) da ANVISA, que confirmarão os altos índices de segurança e boas práticas no manuseio de produtos farmacêuticos no terminal.


Receita Federal aposta em validações virtuais de OEA

O novo procedimento se aplica tanto para o OEA-Segurança, quanto OEA-Conformidade, para todas as funções.

A partir de agora, a RFB (Refeita Federal do Brasil) se utilizará das validações virtuais para OEA(Operador Econômico Autorizado), que passam a ser usadas de modo mais amplo para a conclusão dos requerimentos pendentes, para novos requerimentos e para as revalidações, podendo beneficiar todos os tipos de operador em quaisquer modalidades de certificação, a critério da Equipe responsável pela análise.

As validações virtuais são conduzidas no ambiente do Microsoft Teams e as peculiaridades dessa modalidade exigem que o operador se prepare previamente para que tudo corra bem. Em relação à logística (equipamentos e conexão à internet) necessária para a reunião, estes pontos são essenciais:

1) O operador deve estar apto a apresentar as evidências solicitadas por meio de compartilhamento de tela na plataforma ou por correio eletrônico, em tempo real, para verificação do validador;

2) O operador deve ser capaz de realizar conexão por meio de telefone celular para maior mobilidade, de modo que possa ser utilizado para mostrar áreas da empresa e permita questionamentos aos empregados executores dos procedimentos;

3) Possibilidade de visualizar imagens de lugares estratégicos determinados pelo validador por meio de seu circuito interno de TV (CCFTV) ou correspondente, com qualidade e nitidez.

A validação virtual segue o mesmo formato da física/presencial, e tem como objetivo verificar se todos os requisitos de certificação aplicáveis ao operador foram atendidos, conforme autoavaliação realizada. Participam ao menos dois validadores da Receita Federal, os pontos de contato indicados pela empresa e outros colaboradores cuja participação seja relevante para evidenciar o compromisso com os requisitos do Programa OEA.

Cessado o impedimento à realização das validações físicas, poderão ser agendadas visitas presenciais aos operadores, conforme avaliação de risco efetuada pela Receita Federal.

O novo procedimento se aplica tanto para o OEA-Segurança, quanto OEA-Conformidade, para todas as funções.


Com 22 aeroportos na lista, Governo faz semana de leilões com expectativa de retorno de R$ 10 bi

O governo federal realiza entre os dias 7 e 9 deste mês uma série de leilões de aeroportos, portos e ferrovia. Chamada de Infra Week, a expectativa é arrecadar R$ 10 bilhões em investimentos privados com as concessões. Estão na lista 22 aeroportos, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia, e cinco terminais portuários.

O Ministério da Infraestrutura prevê a geração de mais de 200 mil empregos, de forma direta, indireta e efeito-renda, ao longo dos contratos de arrendamento e concessões.

“No dia 7 de abril teremos o leilão de 22 aeroportos. É a mesma quantidade de todas as rodadas anteriores que já fizemos. De uma só vez. No dia 8 de abril a gente faz a Ferrovia de Integração Oeste-Leste. No dia 9, fazemos cinco terminais portuários”, explicou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.

Aeroportos.

Segundo o secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, o resultado do leilão de 22 aeroportos pode representar mais de R$ 6,1 bilhões em investimentos. O leilão será realizado no dia 7 e envolve projetos de longo prazo, com concessões de até 30 anos.

Os leilões de 22 aeroportos serão divididos em três blocos: Sul, Norte I e Central. O Bloco Sul é formado por nove terminais: Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS). Sete compõem o Bloco Norte I: Manaus, Tabatinga e Tefé (AM), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), e Rio Branco e Cruzeiro do Sul (AC). Mais seis formam o Bloco Central: Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís e Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE).

O investimento total nos três blocos supera os R$ 6 bilhões, sendo R$ 2,8 bi no Bloco Sul, R$ 1,8 bi no Bloco Central e R$ 1,4 bi no Bloco Norte. Em um único dia, o governo vai repassar a mesma quantidade de terminais aeroportuários do que o total atualmente concedido (22).

 

Ferrovia – No dia 8, será a vez do leilão da Fiol 1, o primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, entre Ilhéus e Caetité, na Bahia. A concessão do trecho de 537 quilômetros deve garantir R$ 3,3 bilhões de investimentos, sendo R$ 1,6 bilhão para a conclusão das obras. O prazo de concessão será de 35 anos.

A Fiol 1 é um projeto importante para o escoamento do minério de ferro produzido na região de Caetité (BA) e a produção de grãos e minério do Oeste da Bahia pelo Porto Sul, complexo portuário a ser construído nas imediações da cidade de Ilhéus (BA).

De acordo com Ministério da Infraestrutura, o governo federal trabalha para a implementação de mais dois trechos: entre Caetité (BA) e Barreiras (BA), e de Barreiras (BA) a Figueirópolis (TO), quando, futuramente, irá interligar o porto de Ilhéus a outra ferrovia: a Norte-Sul.

 

Portos – No dia 9, será o arrendamento de cinco terminais portuários: quatro no Porto de Itaqui (IQI03, IQI11, IQI12 e IQI13), no Maranhão, e um no Porto de Pelotas (PEL01), no Rio Grande do Sul.

Estão previstos mais de R$ 600 milhões em melhorias nesses terminais, que se somam a mais 20 áreas leiloadas desde 2019 e a 69 autorizações para implantação de Terminais de Uso Privado (TUP). Nesse período, já foram contratados R$ 10 bilhões para o setor, que, mesmo em ano de pandemia, cresceu 4,2% em 2020.

As quatro áreas no porto nordestino são voltadas ao armazenamento de granéis líquidos, de acordo com a principal vocação do empreendimento. O complexo funciona como distribuidor para as regiões Norte e Nordeste, por meio da navegação de cabotagem. No total, os quatro terminais totalizam mais de 120 mil m².

O terminal (PEL01) do porto de Pelotas (RS) é voltado para carga em geral, em especial toras de madeira, contribuindo para a cadeia logística da produção de celulose, e tem área de cerca de 23 mil m².

 

ANTT – Além dos 28 ativos a serem concedidos nesta semana, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizará no dia 29 de abril o leilão da BR-153/080/414/GO/TO.

A perspectiva é de mais R$ 8 bilhões de investimentos e mais de 140 mil postos de trabalho.

Concessões

Em dois anos, o programa de concessões já leiloou 41 ativos e contratou R$ 44 bilhões em investimento – e mais R$ 13 bilhões de outorga. Em 2021, a expectativa do Palácio do Planalto é sejam concedidos mais de 50 empreendimentos, o que garantiria mais R$ 140 bilhões para o setor.

A previsão do governo é chegar ao final de 2022 com a contratação de R$ 250 bilhões em infraestrutura.

Com informações: Agência Brasil


Conheça ranking das 20 maiores farmacêuticas em faturamento

A indústria farmacêutica global conseguiu cumprir as expectativas financeiras do ano passado, embora tenha convivido com desafios associados à pandemia. Além de ampliar os custos com pesquisa e desenvolvimento de medicamentos para o combate à Covid-19, como fabricantes tiveram de destinar mais recursos para otimizar suas cadeias de suprimento.

Nesse contexto, o ranking de faturamento do setor sofreu algumas modificações importantes, de acordo com a análise do portal Fierce Pharma e com base nos balanços das 20 maiores farmacêuticas em receita.

As Quatro Primeiras colocações seguem, respectivamente, com a Johnson & Johnson, Roche , Novartis e Merck & Co . Mas houve expressivos avanços e quedas. A Pfizer despencou do terceiro para o oitavo lugar, após desmembrar sua unidade de produção de genéricos para efetivar o acordo de fusão com a farmacêutica Mylan. Já a Abbvie saltou três posições e chegou ao top 5 graças à compra da Allergan.

Confira a lista completa:

Como 20 maiores farmacêuticas em faturamento (em US $ bilhões)

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


Volkswagen, Mercedes e Toyota, que fecharam por conta da pandemia, retomam produção

Anfavea prevê que, até a próxima segunda-feira(12), todas as 13 montadoras que pararam nas últimas semanas tenham retomado a atividade

As fábricas de automóveis que fecharam por conta do agravamento da pandemia e também devido à falta mundial de peças começam a retomar a produção. Segundo dados da Anfavea, sete montadoras tinham previsão para retomar hoje, dia 05, suas atividades: GM, Volkswagen, Renault, Toyota, Scania, Volvo e Mercedes.

Volkswagen confirmou o retorno da atividade em suas fábricas, com exceção da unidade de Taubaté por conta de feriado municipal. A Toyota informou que as plantas de São Bernardo do Campo, Sorocaba e Porto Feliz retomaram as atividades e a de Indaiatuba retorna amanhã. Renault, GM Volvo também confirmaram a retomada. Outras cinco montadoras têm previsão de retomar produção até a próxima segunda-feira, segundo a Anfavea. Ao todo, 13 montadoras paralisaram produção nesta fase mais aguda da pandemia, afetando 29 fábricas em todo o país.