Viracopos registra recorde de movimentação de carga no mês de outubro e deve fechar ano de 2020 com maior marca desde 2012

Puxado pelo aumento das movimentações na importação, exportação e cargas domésticas, o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), registrou em outubro o maior movimento de carga (em peso) para um mês desde o início da concessão, em 2012, com um total de 27.886 toneladas. A maior marca anterior havia sido registrada no mês de setembro deste ano com 23.896 toneladas.

Com 206,1 mil toneladas já movimentadas no acumulado entre janeiro e outubro deste ano, Viracopos deve fechar o ano de 2020 com movimentação recorde para um ano desde o início da concessão. O recorde anterior para o acumulado do ano foi em 2018, com um total de 241,3 mil toneladas.

Na importação, a alta no mês de outubro chegou a 27,8% em relação ao mesmo mês de 2019, com um total de 12,5 mil toneladas ante 9,8 mil de outubro de 2019. Com isso, outubro é o melhor mês até agora no ano para a importação.

A exportação também apresentou nova alta em outubro, chegando a 36,3% em relação ao mesmo mês de 2019, com 7,4 mil toneladas enviadas para fora do país ante 5,4 mil de outubro do ano passado.

Outro setor que apresentou alta foi o de remessas expressas (courier), de importação e exportação, com 7,4% de crescimento em relação a outubro de 2019, com um total de 550 quilos ante 512 do mesmo mês de 2019.

Já as cargas domésticas, que circulam dentro do país, apresentaram o melhor mês do ano com alta de quase 10% em outubro em relação a setembro, somando 6,6 mil toneladas. No acumulado do ano, de janeiro a outubro, este setor apresentou 45,14% de alta em relação ao mesmo período de 2019.

No total acumulado deste ano foram processadas em Viracopos 42,9 mil toneladas de cargas domésticas ante 29,6 mil ton. do mesmo período de 2019.

 

TECA Viracopos – ​Hoje, o Terminal de Carga (TECA) de Viracopos é um dos mais importantes e movimentados do Brasil e é o maior em carga importada no país. Além de contar com uma ampla, ágil e moderna estrutura para movimentação, armazenamento e liberação de cargas, o aeroporto é responsável por movimentar quase 40% de toda carga aérea importada do país em toneladas.

Como reconhecimento das melhorias e dos investimentos realizados nos últimos anos, Viracopos foi eleito foi eleito o Melhor Aeroporto de Carga do Mundo no Air Cargo Excellence Awards 2018, na categoria até 400 mil toneladas/ano. A premiação é realizada pela Air Cargo World, uma das principais publicações do setor, e celebra as melhores performances na área de transporte aéreo.

O TECA tem figurado nos últimos anos no pódio da premiação. Em 2014, o Air Cargo Excellence Awards já havia premiado Viracopos como o segundo melhor da América Latina, além de ter reconhecido o terminal como o Melhor Aeroporto da América Latina no quesito Operação de Carga.

Em 2015, Viracopos ficou com o título de Melhor Aeroporto de Carga da América Latina e, em 2016, ganhou como segundo Melhor Aeroporto de Carga do Mundo. Já em 2020, o TECA obteve a premiação de terceiro Melhor Aeroporto de Carga do mundo, também na categoria até 400 mil toneladas/ano.

*Crédito da foto: Divulgação/Viracopos


Diretoria da Anvisa muda. Confira quem são os responsáveis de interface com o comércio exterior.

Brasília(DF), 16/03/2017 – Anvisa – Foto: Michael Melo/Metrópoles

Foi publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.) desta quinta-feira (12/11) aResolução da Diretoria Colegiada (RDC) 439/2020, que define os responsáveis pelas diretorias da Anvisa.

De acordo com a publicação, a primeira diretoria ficará a cargo do diretor-presidente, Antonio Barra Torres. A segunda terá como responsável a diretora Alessandra Bastos Soares. A terceira, a diretora Cristiane Rose Jourdan Gomes. A quarta, a diretora Meiruze Sousa Freitas. E a quinta, o diretor Alex Machado Campos.

Nova composição – A Diretoria Colegiada da Anvisa já tem nova composição. No dia 4 de novembro foi nomeada e empossada a diretora Meiruze Sousa Freitas. Farmacêutica, ela é servidora da Agência, ocupante do cargo de especialista em regulação e vigilância sanitária, e já vinha atuando como diretora-substituta desde o mês de abril deste ano.

No dia 5 de novembro, foi nomeado e tomou posse como diretor-presidente Antonio Barra Torres. Médico de formação e contra-almirante, ele também já fazia parte da diretoria da Anvisa como diretor-presidente substituto.

Nesse mesmo dia também foram nomeados os novos diretores Alex Machado Campos e Cristiane Rose Jourdan Gomes. A posse de ambos ocorreu na última terça-feira (10/11). Campos é graduado em Direito e servidor efetivo da Câmara dos Deputados. Cristiane é médica e bacharel em Direito e já trabalhou na Agência de Saúde Suplementar (ANS).

A Diretoria Colegiada ainda é composta por Alessandra Bastos Soares, farmacêutica, que possui mandato até 19 de dezembro deste ano.

CONFIRA A COMPOSIÇÃO DA 5ª DIRETORIA e os responsáveis por Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados


Quinta Diretoria

Alex Machado Campos

Diretor

Telefone(s) :  (61) 3462-6776/6503/6937

E-mail :  diretoria5@anvisa.gov.br

 

Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária

Fernanda Maciel Rebelo

Gerente-Geral

Telefone(s) :  (61) 3462-5465

E-mail :  ggmon@anvisa.gov.br

 

Gerência de Produtos Controlados

Renata de Morais Souza

Gerente

Telefone(s) :  (61) 3462-5832

E-mail :  med.controlados@anvisa.gov.br

 

Coordenação de Controle e Comércio Internacional de Produtos Controlados

Thiago Brasil Silvério

Coordenador

Telefone(s) :  (61) 3462-5816

E-mail :  med.controlados@anvisa.gov.br

 

Gerência-Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados

Norberto Polla de Campos

Gerente-Geral

Telefone(s) :  (61) 3462-5558

E-mail :  ggpaf@anvisa.gov.br

 

Gerência de Infraestrutura, Meio de Transporte e Viajantes em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados

Karen de Aquino Noffs

Gerente

Telefone(s) :  (61) 3462-4138

E-mail :  gimtv@anvisa.gov.br

 

Gerência de Controle Sanitário de Produtos e Empresas em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados

Nériton Ribeiro de Souza

Gerente

Telefone(s) :  (61) 3462-4204/5571

E-mail :  gcpaf@anvisa.gov.br

 

Gerência de Gestão Administrativa de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados

Clodoaldo Jose de Almeida Souza Junior

Gerente substituto

Telefone(s) :  (61) 3462-544

E-mail :  gegad@anvisa.gov.br

 

Coordenação de Infraestrutura e Meio de Transporte em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados

Olimar Cardoso dos Santos

Coordenador

Telefone(s) :  (61) 3462-5547

E-mail :  gimtv@anvisa.gov.br

 

Coordenação de Orientação das Ações de Fiscalização Sanitária de Produtos e Empresas em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados

Andrea Regina de Oliveira Silva

Coordenadora

Telefone(s) :  (61) 3462-4204/5571

E-mail :  gcpaf@anvisa.gov.br

 

Coordenação de Gestão de Risco na Importação

Maria Elisa Araujo Pessoa

Coordenadora

Telefone(s) :  (61) 3462-4204/5571

E-mail :  gcpaf@anvisa.gov.br


Empresa de Alimentos visa exportação e expande negócios para Ásia e Oriente Médio

Uma das maiores indústrias avícolas do País, a Katayama Alimentos tem aumentado sua participação no mercado externo, resultado de um trabalho pioneiro de abertura de alguns mercados extremamente competitivos e exigentes. A empresa tem adotado como estratégia comercial aumentar o volume das exportações, tanto do ovo “in natura” como de produtos industrializados (ovos líquidos pasteurizados e desidratados). 

“Os mercados do Golfo Pérsico, do leste da África, da Ásia, especialmente China e Índia, são potencialmente importantes e atuar nestas regiões é uma de nossas metas”, revela Gilson Katayama, diretor comercial do Grupo Katayama. “Nossa participação na missão empresarial aos Emirados Árabes Unidos, no início deste ano, sob promoção da Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (InvestSP), possibilitou estreitar os laços e selar a parceria em Xangai e Dubai onde a agência mantém escritórios estrategicamente localizados e pode nos dar o suporte necessário, apresentando e viabilizando potenciais clientes e negócios.” 

A Katayama Alimentos já está presente no mercado do Golfo, especificamente nos Emirados Árabes Unidos e recentemente iniciou tratativas comerciais com clientes da Ásia. Para os Emirados, o principal produto de interesse são ovos “in natura” e para os demais países, são os ovos desidratados para uso em aplicações industriais. 

“Temos como objetivo inicial destinar 10% de nossa produção à exportação, representando um faturamento da ordem de US$ 7,5 milhões anuais. Hoje exportamos menos de 1% de nossa produção. Com os planos de expansão para o futuro, projetamos triplicar a produção, e um pé no exterior é de extrema importância na diversificação do canal de vendas para o nosso portfólio de produtos”, afirma Gilson. 

Para o presidente da InvestSP, Wilson Mello, as empresas nacionais devem aproveitar o bom momento pelo qual atravessa o mercado internacional de alimentos e aumentar seu faturamento com as vendas externas. “A Katayama Alimentos acerta ao investir na estratégia de exportação. Há uma grande demanda global por produtos alimentícios, e as empresas paulistas e brasileiras têm competência para atravessar fronteiras e conquistar os mercados mais exigentes do planeta, aumentando seu faturamento e solidez”, disse Mello. 

Exportação para Bangladesh – A Katayama Alimentos também fechou recentemente um novo contrato de exportação do ovo desidratado para o mercado de Bangladesh, no Sul da Ásia. Será a primeira venda para uma das maiores empresas no ramo alimentício desse país, que atua em negócios diversos que compreendem bebidas, lácteos, alimentos congelados, panificação e confeitaria. O primeiro container piloto de 40 pés será embarcado no final do mês de outubro. 

O negócio foi gerado a partir da Gulfood (a maior feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio), realizada em fevereiro deste ano. Certamente, a Certificação Halal conquistada pela Katayama Alimentos, tanto para o ovo “in natura” como para o ovo industrializado, é um grande diferencial da empresa para acessar o mercado muçulmano composto de aproximadamente 1,8 bilhão de pessoas no mundo. O mercado de alimentos Halal é estimado em US$ 1,3 trilhão, segundo Africa Islamic Economic Foundation, e garante aos muçulmanos que o fornecedor certificado atua com transparência, responsabilidade socioambiental e de acordo com a jurisprudência islâmica. 

A concorrência com países da Ásia Central e Europa é acirrada, pois além de estarem mais próximos desses mercados (ganho no frete marítimo), conseguem praticar preços atrativos em função da moeda desvalorizada e incentivos à exportação. “No entanto, estamos evoluindo bem nas relações com os clientes da Ásia e Oriente Médio, que estão atentos quando o assunto é segurança de alimentos, adotando como estratégia buscar fornecedores de várias regiões do mundo para mitigar o risco de uma eventual falta de alimento”, observa Gilson Katayama.


Autopeças retomam uso da capacidade pré-pandemia

Com crescimento na passagem de agosto para setembro e desempenho positivo no comparativo com igual mês do ano passado, a indústria brasileira de autopeças retomou os patamares pré-pandemia no que diz respeito à utilização da capacidade fabril do setor.

Pesquisa conjuntural publicada no site do Sindipeças indica que a receita das autopeças cresceu 11,5% em setembro sobre agosto e ficou 3% acima da registrada no nono mês de 2019. Desde março, quando foram implantadas no País as primeiras medidas de isolamento social, o setor vinha registrando decréscimo nos comparativos interanuais.

A utilização da capacidade produtiva chegou a 71% em setembro, índice idêntico ao do mesmo mês do ano passado e até um pouco acima do registrado em janeiro e fevereiro, que foi de 69%.

Essa recuperação produtiva dos fornecedores certamente será favorável aos fabricantes de veíuclos e máquinas agrícolas, que vinham reclamando de problemas com falta de peças e insumos nos últimos meses. O mercado automotivo reagiu mais rápido do que o esperado e hoje há falta de algunas modelos no varejo, principalmente os carros premium e aqueles de maior demanda.

Dentre os dados positivos de setembro, o Siindipeças destaca o avanço das exportações em relação ao mês anterior, que foi de 15% em dólares e 16,3% em reais. Também relevante a volta das contratações na indústria de autopeças, com alta de 1% no nível de emprego em setembro com relação a agosto.

Foi o terceiro mês consecutivo de melhoria no quadro de mão de obra, mas os resultados continuam negativos no ano, com queda de 9,2% em relação ao mesmo período de 2019. Também o faturamento tem queda no acumulado de 2020, da ordem de 29,5%. A estimativa do Sindipeças é a de que o setor encerrará o ano com uma receita entre 25% e 30% inferior à de 2019.

fonte: https://www.autoindustria.com.br


Indústria de implementos deve repetir desempenho de 2019

As vendas de implementos rodoviários seguem em ritmo de recuperação e já apresenta sinais de repetir resultado semelhante ao registrado no ano passado, período no qual obteve altas consecutivas.

De acordo com relatório da Anfir, divulgado na segunda-feira, 9, de janeiro a outubro, o mercado transportador absorveu 97,1 mil unidades, volume que representou pequena queda de 3% na comparação o desempenho dos dez primeiros meses do ano passado, de 100,1 mil.

Segundo a associação que representa os fabricantes de implementos, a gama de produtos pesados é o principal responsável pela recuperação. Até outubro, foram entregues 53,6 mil reboques e semirreboques, leve crescimento de 0,76% sobre o volume apurado há um ano, de 53,2 mil unidades.

“O desempenho de reboques e semirreboques indica que a crise em nosso setor deverá ser de curta duração”, acredita presidente da Anfir, Noberto Fabris, destacando o agronegócio e a construção como as forças que têm impulsionado as fábricas de implementos.

No segmento de leves, representado pelas carrocerias sobre chassi, mais voltado à distribuição de carga urbana, apurou até outubro 43,4 mil unidades vendidas, queda de 7,26% em relação aos 46,8 mil produtos entregues um ano antes. “O resultado dos dois segmentos reforça nossa previsão que poderemos registrar um ano de negócios semelhante ao exercício anterior”, avalia Fabris.

fonte: https://www.autoindustria.com.br