Audiência Pública debate rejeição na mudança de regras para importação de bens de capital

Ex-Tarifário

Eventuais mudanças nos critérios de isenção tarifária para produtos sem equivalente nacional, os chamados ex-tarifários, foram criticadas nesta quinta-feira (11) em audiência pública na Câmara dos Deputados. Atualmente, a análise se concentra em aspectos técnicos, mas a ideia do governo é passar a considerar também os preços e os prazos de entrega dos itens.

O debate na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços foi proposto pelos deputados do PT Zé Neto (BA) e José Ricardo (AM). Eles foram motivados pela recente publicação de duas portarias do Ministério da Economia que zeraram até 2020 as alíquotas do Imposto de Importação de 35 produtos de informática e de 500 bens de capital.

“Essas reduções tarifárias têm efeito dual, sendo potencialmente nocivas para as indústrias nacionais à medida que criam desincentivo para investimento em novos produtos e ao mesmo tempo potencialmente positivas para indústrias de transformação, uma vez que podem gerar redução de custos, com consequentes ganhos de competitividade”, afirmam os deputados.

Queixas e críticas – Durante o debate, o representante do Ministério da Economia Tólio Ribeiro disse que os ex-tarifários ajudam a reduzir os custos de investimento, aumentam a competitividade de produtos brasileiros e estimulam a incorporação de novas tecnologias.

Tólio Ribeiro defendeu a atuação do governo nessa área, já que, ao longo dos últimos cinco anos, foram raros os casos que foram parar na Justiça. “De 20 mil processos, eu me manifestei sobre 15. Significa o quê? Que está redondo”, disse. “Se a coisa fosse esquisita, eu teria que me manifestar muito mais, teria gritaria a todo momento.”

O presidente-executivo da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso Dias Cardoso, disse que atualmente em 93% dos casos não há questionamento sobre o enquadramento de ex-tarifários, já que não há similar nacional. Caso preço e prazo se tornem critérios de análise, avaliou ele, parte dos processos restantes poderia ser alvo de críticas.

A queixa da Abimaq é que, ao produzir uma máquina, uma empresa brasileira pode utilizar componentes estrangeiros e paga Imposto de Importação por isso – o que seria injusto em uma eventual comparação de preço. Além disso, há casos em que o pedido de enquadramento como ex-tarifário acontece quando o bem importado já está na alfândega, para pronta entrega.

“Na hora em que for ver preço com preço, é uma máquina nacional cheia de imposto com outra importada sem imposto”, criticou o presidente-executivo da Abimaq. “Isso não é possível, são duas coisas incomparáveis.”

Comércio exterior – Os deputados Zé Neto e José Ricardo também defenderam na audiência a adoção de políticas públicas que estimulem o comércio exterior e o financiamento do setor. O deputado Vitor Lippi (PSDB-SP) lembrou que as exportações brasileiras equivalem atualmente a 11% do Produto Interno Bruto (PIB), menos da metade da média mundial (25%), com reflexos na taxa de crescimento da economia nacional.

Representantes da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) também participaram do debate na Câmara.

Confira a íntegra da audiência pública

Fontewww2.camara.gov.br/camaranoticias/noticias/ECONOMIA/574889-ENTIDADE-REJEITA-MUDANCA-EM-REGRAS-PARA-IMPORTACAO-DE-BENS-DE-CAPITAL.html


Cargolux aumenta capacidade de cargas no RIOgaleão com nova frequência semanal

Neste início de abril, a companhia aérea Cargolux implementou uma segunda frequência para o aeroporto internacional do Rio de Janeiro. O novo voo semanal ocorrerá às segundas-feiras, na rota LUX x GIG (Luxemburgo x Galeão), dobrando a capacidade cargueira vinda da Europa, e oferecendo novas oportunidades de negócios aos clientes RIOgaleão.  Atualmente, o terminal de cargas já recebe uma frequência da companhia aérea, em voos todas as sextas-feiras.

As operações Cargolux das segundas-feiras se estenderão até junho de 2019 e sua continuidade será avaliada nos próximos meses.


Novos projetos do setor fotovoltaico estimulam investimentos da indústria

Perspectiva de aumento do uso de energia solar no País nos próximos anos deve criar demanda por produtos e serviços, trazendo novas oportunidades para empresas de diversos segmentos

A perspectiva de expansão dos projetos de energia solar no Brasil e o aumento da demanda por serviços e equipamentos têm motivado investimentos da indústria. Empresas esperam crescimento de até 40% da receita do segmento em 2019.

“Há uma participação crescente de fontes renováveis no País e existe um espaço grande para contribuir com nossos clientes, desenvolvendo uma consultoria mais profunda no segmento”, afirma o diretor geral América Latina da fabricante Fluke, Hector Trabucco.

Projeções da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) apontam que o setor deve ter um aumento de 44% na capacidade instalada em 2019, gerando até R$ 5,2 bilhões em novos investimentos. A entidade estima incremento de 88,3% do faturamento na comparação com 2018.

Esperando que esse cenário ofereça novas oportunidades, a Fluke, especializada em equipamentos de testes e medição na área industrial, lançou uma linha de produtos voltada para o setor fotovoltaico. “Podemos ter um papel importante ao ajudar a impulsionar esse mercado, identificando problemas e melhorando a eficiência dos equipamentos”, diz Trabucco.

A expectativa da companhia é de 25% de aumento das vendas nos produtos relacionados ao mercado de energia solar, como câmeras termográficas e ferramentas de controle. “Acredito que é um negócio que vai crescer muito mais ao longo dos próximos anos”, avalia o executivo.

A ABB, fabricante de tecnologias de energia e automação, firmou uma parceria com a Aldo, distribuidora de equipamentos de geração fotovoltaica, para a importação de inversores de energia e carregadores para veículos elétricos. “O mercado de mobilidade elétrica é novo, mas está em expansão e possuímos o know-how”, explica o diretor de marketing da divisão de produtos para eletrificação da ABB Brasil, Marcelo Vilela.

O executivo destaca que a companhia desenvolve produtos e soluções para o setor há dez anos e investe na infraestrutura para veículos elétricos no Brasil. “Já temos alguns marcos, como o corredor que liga as cidades de São Paulo, Campinas e Jundiaí, com pontos de recarga nas rodovias Anhanguera e Bandeirantes. Acreditamos no uso conjunto da mobilidade elétrica com a energia fotovoltaica.”

O presidente da Aldo, Aldo Teixeira, acredita que o programa Rota 2030 irá incentivar o mercado de veículos híbridos e elétricos no País. “As grandes montadoras já estão lançando esses produtos. O papel da Aldo será fornecer uma infraestrutura para pontos de carregamento, com insumos fornecidos pela ABB.”

O executivo afirma que a empresa teve 40% de crescimento na receita em 2018 e espera repetir o número nesse ano. “A área está avançando bastante e com a expectativa de melhora econômica do País, a tendência é que a indústria e o comércio façam mais investimentos na melhora da eficiência energética.”

Empreendimentos – O grupo Alexandria, que trabalha com projetos de usinas de energia elétrica, tem expectativa de R$ 120 milhões a R$ 200 milhões em novos empreendimentos em 2019. “Vai depender da demanda. Para 2020, o alcance pode ser em torno de R$ 500 milhões. Temos obtido um crescimento expressivo”, assinala o CEO da empresa, Alexandre Brandão.

A corporação já conta com usinas construídas em empresas como a Ambev, grupo Positivo Tecnologia e Mufato. “Atuamos majoritariamente em empreendimentos de autogeração. Além de energia fotovoltaica, trabalhamos com outras fontes, como o biogás.”

Atualmente, a Alexandria possui mais de 33,3 quilômetros em sistemas implantados, que somam R$ 20 milhões em valor patrimonial. O grupo lançou uma plataforma própria para investimentos digitais, lastreados em todos esses projetos de energia. “É uma forma de investir e obter ativos diretamente da empresa. Enquanto o processo tradicional tem muitos custos e é lento, essa plataforma busca facilitar e reduzir custos para o investidor”, explica o executivo.

Fonte: DCI


Restaurante RIYAD – Dica Gastronômica: esfihas são especialidades. Clique e confira o sabor que é a nossa indicação

Que as esfihas são as especialidades do Riyad ninguém duvida. Mas, essa coluna sempre traz algumas dicas na semana.

Nas passagens pela casa, indicamos um sabor: lombinho. Sempre no ponto certo e uma massa inigualável, esta esfiha é certeza de sucesso.

Essa é a “Dica da Semana” do LogNews.

O endereço do RIYAD – Cozinha Árabe, da Unidade Cambuí, é na Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP)


ERP Summit tem apoio do LogNews e receberá grandes nomes em abril

Maior evento da América Latina sobre software e gestão terá abertura com Ricardo Amorim(foto) e encerramento com Marco Luque

 

Considerado o maior evento do mercado sobre software e gestão de empresas do Brasil e América Latina, o ERP Summit 2019 traz como tema central “O Software aplicado a gestão como gatilho de crescimento”, com palestras e painéis divididos por segmento de mercado, exposição de softwares e oportunidade para networking e negócios.

Dentre os principais palestrantes do evento, está Ricardo Amorim renomado economista, dentre outros nomes do mercado econômico e setor de tecnologia. O comediante Marco Luque encerra o encontro com entretenimento aos visitantes.

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