Mall na região de Viracopos é inaugurado com Galpões para Logística e Módulos para Indústria Leve e Tecnologia

A região do Aeroporto Internacional de Viracopos inaugurou nesta semana um Mall com 20 lojas. O empreendimento é parte de investimentos estimados em R$ 1 bilhão que vêm ocorrendo desde 2016 no Parque Corporativo Bresco Viracopos, uma área de 1 milhão de metros quadrados entre o aeroporto e o Distrito Industrial de Campinas, onde estão instaladas as empresas John Deere, Azul Linhas Aéreas, FCA — Fiat Chrysler Automóveis, Embraer Savis, UPS, Gollog e Benteler Automobiles e o Hotel Ramada. Do total previsto, R$ 800 milhões já foram viabilizados.

O Bresco Mall está instalado em um terreno de 9,1 mil metros quadrados. O espaço tem 20 lojas de aproximadamente 60m², 120 vagas de estacionamento e conta com restaurantes, academia, escola de idiomas e diversos outros serviços como salão de beleza, cafeteria, área de eventos no rooftop (terraço no alto do edifício) e drogaria.

As franquias que já estão com contratos fechados até o momento são: Academia Elite, Cel.Lep, Croasonho, Montana, Milanetto, Jin Jin, Mr. Fit e Sterna Café.

“As qualidades técnicas do imóvel, a demanda interna das empresas já instaladas no local, além da localização privilegiada são os grandes atrativos aos usuários”, afirma Maurício Geoffroy, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Bresco.

O Mall contempla um espaço para receber um moderno restaurante e um rooftop, com área de eventos e vista privilegiada para a pista do aeroporto.

Segundo o executivo, o objetivo é trazer um mix variado de lojas para o local, como restaurantes, farmácia, academia, escola de inglês e serviços variados.

O Parque Corporativo é formado por prédios de escritórios, centros de treinamentos, galpões para logística, módulos para indústria leve e tecnologia, trilha ecológica para a prática de exercícios e o Hotel Ramada.

A empresa atua com quatro modelos: o Built to suit (desenvolvimento e construção sob medida de acordo com as demandas de seus clientes, através de contrato de locação de longo prazo), Sale-leaseback (aquisição da propriedade do cliente e concomitante locação de longo prazo), e Aquisição, de propriedades em geral e Desenvolvimento especulativo (aquisição de terrenos e edifícios estrategicamente localizados para a implantação de projetos seguindo padrões de mercado, visando a flexibilidade de uso para os ocupantes).

Na área, há ainda dois outros empreendimentos para locação, o Flex Viracopos e o G1 Viracopos. O primeiro é formado por dois galpões com flexibilidade de ocupação e módulos a partir de 700 metros quadrados — estão no Flex as empresas UPS, Gollog, Savis e Bradar, Fiat Chrysler Automobiles e Benteler Automotive.

Já o G1 Viracopos é um galpão concebido no modelo cross-dockin, que visa atender a demandas logísticas, com módulos a partir de 4 mil metros quadrados.

Com informações Grupo RAC


Preocupado com o Coronavírus? Conheça os principais Produtos Exportados do Brasil para China

A China é o principal parceiro comercial do Brasil. Em 2019, 28,1% das Exportações Brasileiras foram destinadas para a China. Mas você sabe quais produtos a China compra do Brasil? Neste artigo veremos quais são os Principais Produtos Exportados do Brasil para China.

Confira a Lista dos 10 Produtos que o Brasil exporta para China:

 

 

 

Produtos Exportados China Valor FOB US$
Soja 20,5 Bilhões
Óleos brutos de petróleo 15,4 Bilhões
Minérios de ferro e seus concentrados 13,1 Bilhões
Celulose 3,3 Bilhões
Carne bovina 2,68 Bilhões
Carne de frango 1,23 Bilhão
Ferro-ligas 1,1 Bilhão
Algodão em Bruto 816,33 Milhões
Carne de suíno congelada, fresca ou refrigerada 611,77 Milhões
10º Minérios de cobre e seus concentrado 443,13 Milhões

 Fonte: Comexstat no período de Janeiro a Dezembro de 2019. 

 

Exportações Brasileiras para a China – Em 2019 o Brasil Exportou para a China o valor total de US$ 62,87 Bilhões. A Soja foi o produto mais exportado pelo Brasil no último ano, conforme você pode conferir em nosso texto sobre as Exportações Brasileiras. E justamente a Soja foi o produto que o Brasil mais vendeu para os Chineses.

Em 2019, a Balança Comercial Brasileira com a China fechou com superavit do valor de US$ 27.601,25 Milhões. Ou seja, neste período Exportamos mais do que Importamos da China.

Para ilustrar confira a balança comercial do Brasil com a China em 2019:

 

Fonte:  FazComex


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Coronavírus já afeta prazos nas importações e exportações para a China

Gigantes aéreas como British Airways, American e Lufthansa suspendem voos para China. TCEX trabalha para se antecipar ao novo momento.

Mais de 20 empresas aéreas cancelaram seus voos para a China por conta do coronavírus. Todas tomaram a decisão após forte queda na procura pelas viagens para a o Pais e disseram que os passageiros serão informados dos cancelamentos e poderão remanejar suas viagens. Na esteira dessa decisão, as cargas aéreas sofrem impactos também. Muitos operadores e agentes de carga utilizam o porão de bagagem dessas aeronaves para o transporte de carga. Isso, sem contar os reflexos sobre as interferências nas rotas de aviões “cargueiros puros”.

A British informou que os cancelamentos estão em vigor até 31 de janeiro, enquanto a empresa avalia a situação. A alemã Lufthansa disse em comunicado que vai suspender os voos da Swiss e da Austrian Airlines – que pertencem ao grupo – de e para a China até 9 de fevereiro. A companhia também deixará de aceitar reservas para a China continental até o final de próximo mês. No entanto, manterá a voar para Hong Kong.

A TCEX – operador logístico internacional com Sede em Campinas(SP) – realiza um completo monitoramento da nova situação. “Nossos esforços neste momento visam minimizar os impactos sobre nossos clientes que operam com o mercado asiático. Acompanharemos a situação e buscaremos em conjunto alternativas possíveis nesse momento”, assegurou Elson Isayama, diretor da TCEX Logística.

Confira abaixo as principais empresas aéreas e seus respectivos status:

BRITISH AIRWAYS

Suspendeu os voos para a China continental até 31 de janeiro, quando avaliará a situação (ainda não divulgada até o fechamento dessa matéria).

AMERICAN

As viagens ficam suspensas do dia 9 de fevereiro até 27 de março. A aérea, entretanto, vai seguir operando voos de Los Angeles para Hong Kong.

UNITED

A americana, com sede em Chicago, disse que suspendeu 24 voos  para Pequim, Hong Kong e Xangai entre 1º e 8 de fevereiro, devido a uma queda significativa na demanda.

LUFTHANSA

A aérea alemã suspendeu voos da Swiss e da Austrian Airlines de e para a China até 9 de fevereiro. A companhia aérea continua a voar para Hong Kong, mas vai parar de aceitar reservas para voos para a China continental até o final de próximo mês.

AIR CANADA

Cancelou alguns voos para a China com o objetivo de coordenar melhor a capacidade com a demanda esperada.

A única empresa brasileira que oferece voos para o país em parceria com grupos internacionais, a Latam diz estar no momento monitorando os desdobramentos.


Meritor investe 200 milhões em nova fábrica no Vale do Paraíba

A Meritor, empresa americana fabricante de eixos de transmissão para veículos pesados, anunciou um investimento de R$ 200 milhões para a construção de sua segunda unidade no estado de São Paulo. A empresa que já está em Osasco há 64 anos, erguerá uma nova fábrica de 160.000 m² em Roseira no Vale do Paraíba.

“Estamos expandindo nossas linhas de produção, pois esperamos que o mercado brasileiro continue em recuperação progressiva. Nosso objetivo é atender à meta estratégica da Meritor global de crescer como líder de mercado, oferecendo o melhor serviço”, afirmou Adalberto Momi, diretor geral da Meritor no Brasil. “Essa nova fábrica ajudará a empresa a superar as expectativas dos clientes, acompanhando o crescimento previsto do mercado”.

A InvestSP prestou consultoria ambiental, de infraestrutura, tributária e apoio na localização de terrenos que atendessem as necessidades do projeto da Meritor. A escolha da cidade de Roseira ocorreu devido a sua localização no Vale do Paraíba. A região é considerada estratégica para a empresa, pois liga os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

“A equipe da InvestSP trabalhou muito para que a Meritor tomasse a decisão de abrir sua nova fábrica no estado de São Paulo. O aporte mostra a confiança da empresa no setor automotivo paulista, que continua atraindo novos e importantes investimentos” disse o presidente da InvestSP, Wilson Mello.

A unidade fábril de Roseira representará um dos maiores investimentos da Meritor em uma instalação global nas últimas duas décadas. Prova do compromisso da empresa em atender ao crescimento da indústria de veículos comerciais do Brasil. “Estamos muito confiantes e empolgados com esta nova fase que começamos em 2020”, comenta o diretor geral da Meritor no Brasil.

A fábrica de Osasco, que completou 64 anos, é considerada pioneira na fabricação de componentes e eixos para o mercado de veículos comerciais. Porém, sua localização atual no centro da cidade e as restrições de tráfego e logística não suportam mais expansões, impulsionando assim a decisão de investir em uma nova fábrica.

Detalhes do Projeto – O início da construção da nova fábrica está previsto para março de 2020 e deve durar aproximadamente 13 meses, com inauguração em abril de 2021. O prédio industrial de 30.000 m² incluirá linhas de produção modernas baseadas nos sistemas da Indústria 4.0 – com foco nos princípios de segurança e sustentabilidade – que estão sendo implementados mundialmente.