IATA elege Viracopos para desenvolver “piloto” de programa e-Freight

carga viracoposParceria para agilizar importação de cargas visa substituir os documentos que tramitam em papel por dados eletrônicos

O Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), será o primeiro do país a implantar o programa e-Freight, que tem como objetivo a substituição dos documentos que tramitam em papel por dados eletrônicos na cadeia logística de carga aérea. O trabalho é realizado em parceria com a IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo).

No início de julho, um grupo de trabalho se reuniu em Viracopos para discutir as barreiras de entrada das cargas no país e, assim, mapear o plano de ação para a primeira fase do e-Freight no Brasil. Liderado pela IATA, o grupo contou com a participação de representantes das empresas Aeroportos Brasil Viracopos (aeroporto), Panalpina (agente de carga), Lufthansa Cargo (empresa aérea), DB Schenker (agente de carga), American Airlines (empresa aérea), SINDASP (sindicato dos despachantes), e SINDICOMIS (sindicato dos agentes de carga).

Esse grupo foi selecionado pela IATA devido à participação em outros projetos e ao conhecimento técnico na área. O programa deve beneficiar toda a cadeia logística de carga, proporcionando agilidade e segurança na tramitação de cargas aéreas por Viracopos.

O primeiro item a ser implantado dentro do E-Freight será o e-AWB (Air Waybill) Importação. A mesma ferramenta já havia sido lançada no setor de Exportação de Viracopos, em 2014. Atualmente, o programa está sendo implementado em outros aeroportos do país.

O e-AWB Importação deve trazer ainda mais benefícios para os atuantes na cadeia logística devido ao processo fiscal mais complexo nesse lado, comparando com o da área de Exportação.

O e-AWB é o contrato de transporte entre o agente de cargas e as empresas aéreas. “Com o e-AWB não há mais a necessidade de imprimir, manusear ou arquivar o AWB de papel, simplificando o processo da carga aérea no Brasil”, disse o Assessor de Negócios de Carga de Viracopos, Adam Cunha,

Conforme a IATA, os benefícios são melhorar a competitividade dos negócios de carga aérea no Brasil, por meio da diminuição de “transit time”, maior segurança, disponibilização de documentos em tempo real, comunicação entre as partes efetiva e diminuição de custos, entre outros.

 


Dachser lança gateway de frete aéreo para a América Latina

aéreo 2A provedora de logística global Dascher oferece um novo serviço de frete aéreo conectando sua rede mundial com a América Latina através do gateway em Miami, Flórida

A partir de agora, com seu novo conceito de gateway, a Dascher consolida o frete aéreo da Europa, Ásia e América do Norte e oferece serviços regulares para os principais aeroportos da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru. Com exceção da Colômbia, a Dascher está presente em todos os países mencionados através de suas parceiras.

“Com este serviço, nós otimizamos as conexões dentro da nossa rede de Air & Sea Logistics global. Nós podemos oferecer mais capacidade com preços competitivos e maior flexibilidade para servir a crescente demanda de nossos clientes,” diz Guido Gries, Managing Director da Air & Sea Logistics Américas. “Nós também oferecemos qualidade máxima devido ao nosso próprio controle de remessas nos pontos de transbordo. Isto é importante para nossos clientes e vai de encontro ao nosso comprometimento com a qualidade.”

A Dachser oferece também, além de serviços aéreos e marítimos individuais, uma combinação inovadora de serviços aéreos e marítimos saindo e chegando ao seu “gateway” para a América Latina em Miami.

Miami desempenha um papel importante como um centro global para o comércio internacional. O Aeroporto Internacional de Miami é o maior gateway para o Caribe e a América Latina, com frete aéreo em crescimento nos últimos anos. De acordo com o próprio aeroporto, com 1.9 milhões de toneladas de remessas internacionais em 2014, ele é o maior aeroporto dos EUA e ficou em 9º lugar entre os aeroportos mundiais. Este possui o maior número de voos para a América Latina. Aproximadamente 80% dos fretes aéreos são para o sul do continente.


Panalpina e ELOG são primeiras adesões ao 12º Happy Comex

LogoHappyComex_1024_rdax_325x183Clube de Networking receberá convidados especiais em setembro

O ato de trocar um cartão de visitas com outro profissional pode ser o pontapé inicial para o fechamento de um bom  negócio. E foi justamente a possibilidade de fazer o chamado “Networking” com profissionais que atuam com Comercio Exterior e Logística na região de Campinas que tornou 0 Happy Comex  aguardado pelo mercado

happy hour realizado pela GPA Comunicação, ainda mais interessante.

Realizado sempre em um ambiente aconchegante em Campinas, o evento é uma oportunidade para fazer bons contatos no setor, mas também para um bom bate-papo sobre assuntos diversos.

Mais uma vez o Clube de Networking de Comércio Exterior e Logística reunirá no dia 23 de setembro os principais profissionais de comércio exterior e logística de Campinas e Região.

A Panalpina e a ELOG já confirmaram as adesões como patrocinadoras.

 


Tratados de Livre Comércio (FTA na sigla em inglês) saltam de 100 para 371 em 20 anos

FOTO EXECUTIVO THOMSON REUTERSTaneli Ruda, presidente mundial da divisão de Global Trade Management da Thomson Reuters, anuncia ONESOURCE™ Global Trade (Powered by Softway), solução da Thomson Reuters para gerenciamento de comércio exterior, desenvolvida para aumentar a eficácia em toda a cadeia de Supply Chain e das operações de Compliance no comércio internacional entre as empresas

A Thomson Reuters, provedor líder mundial de informações inteligentes para empresas e profissionais, que iniciou sua atuação no segmento de comércio exterior há dois anos ao integrar no Brasil o expertise da equipe que desenvolveu as marcas SOFTWAY, Softleasing e Trade-Easy, anuncia o lançamento oficial do ONESOURCE™ Global Trade, a primeira solução de gerenciamento e automação de comércio exterior verdadeiramente global do mercado.

Segundo Taneli Ruda, presidente mundial da divisão de Global Trade Management da Thomson Reuters, “esta solução permite que as empresas multinacionais reunam as principais informações da cadeia de suprimentos a fim de obter uma visibilidade completa de seu processo de comércio internacional de uma ponta a outra, reduzindo, assim, os riscos, respeitando a conformidade com as regulamentações, permitindo movimentações rápidas e precisas e maximizando os lucros”.

Ele lembra que as empresas multinacionais devem gerenciar e se responsabilizar por uma estrutura Supply Chain cada vez maior e mais complexa, ressaltando alguns dados bastante relevantes:

  • O comércio internacional representa quase metade do PIB global;
  • O valor de todos os produtos e serviços comercializados no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru e Espanha cresceu quase 500% (ou USD 1,4 trilhões) entre 1995 e 2013;
  • Em 1994, havia 100 tratados de livre comércio (FTA na sigla em inglês) estabelecidos. Em 2014, esse número chegou a 371.

 

A necessidade de Compliance nas operações internacionais inclui avaliar ou classificar os produtos que cruzam as fronteiras, reportar para o país de origem por todas as partes, e respeitar as proibições nacionais relacionadas ao comércio, como partes restritas ou controles de exportação.

Os processos que desaceleram as operações comerciais podem resultar em perda de tempo, interrupções de trabalho e redução das margens de lucro. Além disso, se um produto for classificado erroneamente ou se uma declaração for transmitida de maneira inadequada, os resultados podem ser aumento de taxas e tarifas, ou revogação das licenças de exportação. Ao dificultar esses processos, muitas empresas acabam dependendo de programas de informações internos para gerenciar a crescente complexidade do comércio internacional.


Aeroporto de São José dos Campos encerra operações de carga internacional

novo sjcA Infraero confirmou com exclusividade ao Portal GPA LogNews, em “NOTA” através de sua Assessoria de Imprensa, que o Aeroporto de São José dos Campos não estará mais apto a operar carga aérea internacional, a partir do fim de agosto.

A data estimada para o encerramento das atividades internacionais do Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto de São José dos Campos (SP), caso não exista decisão contrária, será de protocolar à Receita Federal do Brasil (RFB) no fim de agosto o pedido de desalfandegamento. A “NOTA” ressalta, porém, que é “importante destacar, todavia, que o terminal não será fechado, uma vez que continuará operando com carga nacional”.

A decisão pelo encerramento das atividades internacionais do Teca do Aeroporto de São José dos Campos foi tomada pela Diretoria Executiva da Infraero após vários estudos técnico-financeiros realizados pela Superintendência de Negócios em Logística, onde se percebeu que a manutenção da atividade da carga internacional no Teca não teria êxito em se tornar superavitária em médio prazo, mesmo com tentativas de captação de cargas. Cabe salientar que a atividade vinha apresentando resultados negativos nos últimos anos, sendo tal operação deficitária suportada pela Infraero.

O processo de encerramento é realizado em várias fases, onde todos os envolvidos na atividade, como órgãos anuentes, importadores, exportadores, federação da indústria, agentes intervenientes e governo local, são informados do encerramento das atividades antecipadamente para adequarem suas operações.

Foto: Foto: Tião Martins/PMSJC)