Anac cancela multa à concessionária de Viracopos. Triunfo também consegue adiamento com o BNDES

vcp-nubladoA Triunfo informou no início da semana que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu acatar o recurso da companhia e anular a decisão de primeira instância de aplicação de multa sobre sua concessionária responsável pela construção do Aeroporto Internacional de Viracopos, a Aeroportos Brasil Viracopos (ABV). A Anac tinha imposto uma multa de R$ 95,05 milhões à ABV, alegando que a concessionária da Triunfo tinha atrasado na entrega do novo terminal do aeroporto de Viracopos.

A Triunfo recorreu da decisão em maio. Após a anulação, o processo volta agora à primeira instância para que a ABV possa exercer na plenitude o seu direito de defesa. A concessionária tem convicção segura de que efetuou o cumprimento das obrigações de investimento previstas na concessão de Viracopos e considera desproporcionais e excessivas as sanções aplicadas. O aeroporto de Viracopos foi privatizado em 2012 e a primeira fase de ampliações previstas no contrato de concessão tinha 11 de maio como data-limite para conclusão, prazo este que não foi cumprido, segundo a Anac.

Adiamento com o BNDES – A Triunfo conseguiu também mais tempo para pagar dívida com BNDES. A concessionária de infraestrutura Triunfo Participações e Investimentos (TPI) deu, também nessa semana, um passo importante para conseguir mais fôlego diante do seu pesado endividamento de curto prazo.

Obteve aprovação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para adiar por 60 dias o vencimento de sua maior dívida, um empréstimo-ponte de R$ 776 milhões para a concessionária de rodovia Concebra, que venceria no sábado.


Infraero derruba tarifas para carga trânsito no Aeroporto de São José dos Campos: descontos iniciam em 40%

foto-vale-lognewsEm concorrido evento e auditório lotado, a INFRAERO anunciou no Fórum “Desembaraça VALE”, na quarta-feira(5), em São José dos Campos, o Projeto VALE Flex, que tem nos descontos de tarifas seu principal pilar

Em concorrido evento e auditório lotado, a INFRAERO anunciou na última quarta-feira, 05/10, em São José dos Campos no Vale do Paraíba, o projeto VALE Flex, que tem nos descontos seu principal pilar.

O seleto público presente conheceu o programa de vantagens VALE Flex, que consiste em um conjunto de incentivo tarifários e operacionais que visam tornar atrativa a operação de desembaraço aduaneiro de cargas em processo de importação, no terminal de logística do Aeroporto de São José dos Campos, no Vale do Paraíba.

“Para todas as cargas nacionalizadas no TECA SJC, ocorre um desconto automático de 40%”, surpreendeu com o anúncio aos presentes, o Superintendente Nacional de Logística de Carga da Infraero, Francisco Nunes.

Outras duas modalidades também foram apresentadas: o VALE Flex Frete Zero e o VALE Flex Prime. No primeiro, a vantagem é a cobertura de todos os custos de remoção. Passa a ser uma ótima opção para cargas em trânsito aduaneiro com desconto do valor do trânsito + armazenagem na origem + desconto especial de 10%. Já o segundo, são para clientes Prime que necessariamente necessitam aderir a um programa de fidelização. Neste caso os descontos e facilidades são personalizados.

O evento DESEMBARAÇA VALE contou o apoio de entidades ligadas ao setor como o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), da Associação Brasileira de Logística (Abralog) e do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo (Sindasp).

As marcas de valor que apoiaram o evento foram a West Cargo, a Atuali Comex e a DTA Cargo.

A assinatura na organização do evento levou a grife e o expertise da GPA+ Comunicação, empresa de Campinas que carrega na sua divulgação o maior network e o melhor mailing de logística e comex do Brasil.


Infraero anunciará projeto para carga em trânsito visando atrair indústrias e ativar Aeroporto de São José dos Campos

mab-finalNo Fórum “Desembaraça VALE”, programado para o dia 05/10, a estatal convidará empresas da região que movimentaram, nos últimos 12 meses, cerca de R$ 40 bilhões em importação e exportação. As inscrições para profissionais do setor ainda estão abertas.

Os números regionais são relevantes, mesmo em tempos de crise. As exportações de produtos fabricados na Região do Vale do Paraíba tiveram uma alta de 9% no primeiro semestre de 2016. Apenas nas principais cidades – São José dos Campos, Taubaté e Jacareí – os números passaram de R$ 9 bilhões nos seis primeiros meses de 2015 para cerca de R$ 10 bilhões neste ano. Já na importação, a região foi responsável por mais de R$ 22 bilhões nos últimos 12 meses.

Dentro desse cenário, no Fórum denominado “Desembaraça VALE”, marcado para o dia 5/10, a ser realizado no MAB – Memorial Aeroespacial Brasileiro, em São José dos Campos, a Infraero apresentará um programa de incentivos às empresas que atuam no segmento de comércio exterior e que venham a realizar o desembaraço aduaneiro de suas cargas de importação no Terminal de Logística de Carga do Aeroporto de São José dos Campos – Professor Urbano Ernesto Stumpf.

A empresa pretende incentivar as operações no local de forma inédita, envolvendo a modalidade trânsito aduaneiro de importação. “Antes mesmo do anúncio do dia 05 de outubro, já estamos recebendo algumas consultas de empresas a respeito do tema e as perspectivas são animadoras”, comemora o superintendente de Negócios em Logística de Carga da Infraero, Francisco Xavier Nunes.

O recinto alfandegado do Terminal de Logística de Carga do Aeroporto de São José dos Campos tem infraestrutura adequada para atendimento das operações de importação e exportação. O terminal conta com uma área total de 1.600 m² para processamento das cargas, amplo pátio de caminhões, estacionamento de veículos, área de conferência aduaneira e moderna frota de equipamentos de movimentação e armazenagem de cargas.

RM Vale é Destaque – A Região Metropolitana do Vale do Paraíba tem um papel importantíssimo na retomada do crescimento econômico do País. As exportações de aviões, por exemplo, cresceram 12,6% no primeiro semestre, chegando a US$ 1,8 bilhão.

O evento tem o apoio de entidades ligadas ao setor como o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), da Associação Brasileira de Logística (Abralog) e do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo (Sindasp).

As inscrições são gratuitas limitadas à capacidade do local e podem ser feiras através do e-mail: contato@gpamais.com.br. Informações complementares poderão ser obtidas neste mesmo e-mail ou pelo telefone (12) 3946-3051.


Confira as fotos do 14º Happy Comex, em evento inédito na MOVIMAT 2016

Lounge do Premium Club da Movimat recebeu 14ª edição do Happy Comex, nessa quarta-feira, 21/09. O evento teve o patrocínio da ELOG, Haganá, SINDASP e da Reed Exhibitions. A Realização é da GPA+ Comunicação.

Confira abaixo alguns registros do evento. Em breve todas as fotos:


ANVISA troca chefia em Viracopos

anvisaApós enfrentar problemas de atrasos a liberação de carga, praticamente durante todo o ano de 2016, a ANVISA tem novo chefe dirigindo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no Aeroporto Internacional de Viracopos.

Cristina Quemelo Adami Fais foi conduzida para exercer o Cargo de chefe do Posto de Vigilância Sanitária / PAF de Campinas, da coordenação de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados no Estado de São Paulo, da Gerência-Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados, da Diretoria de Controle e Monitoramento Sanitários. Ela assume a chefia em Viracopos em um ano turbulento para a ANVISA. Deixa o cargo, o Dr. Yunes Eiras Baptista.

Em março, a ANVISA atingiu o pico dos atrasos que chegaram a atingir 70 dias. Porém, a tempo para liberação de cargas da área de saúde em Viracopos caiu para uma média de cinco dias, no final de março. Isso só ocorreu após a Justiça Federal conceder uma liminar ao aeroporto internacional de Campinas, que fez a solicitação diante da situação. Em fevereiro, o assessor de Relações Institucionais de Viracopos, Carlos Alberto Alcântara, destacava a urgência na solução deste problema.

A determinação judicial é de 8 de março, sendo que a Anvisa teve que reforçar uma força-tarefa que atuou na liberação das cargas paradas e, naquela semana, o tempo de liberação atingiu 3 dias.

Entre os materiais que ficaram parados à época, estão insumos farmacêuticos, produtos perecíveis, equipamentos hospitalares e substâncias químicas para a indústria de cosméticos. Contêineres chegaram a ser alugados.