SINDASP participa de testagem coletiva para a Covid-19 em Viracopos

Ação é uma parceria entre Receita Federal, Aeroportos Brasil, Unicamp e Sindasp, atingindo mil pessoas da Comunidade Aeroportuária, incluindo Despachantes Aduaneiros

A Alfândega da Receita Federal do Aeroporto Internacional de Viracopos, a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, a UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) e o SINDASP (Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo) realizarão uma campanha de testagem para COVID-19 em parte da comunidade aeroportuária nos dias 26 e 28 de agosto e 01 e 03 de setembro.

Trata-se de uma pesquisa de soroprevalência de anticorpos IgM para SARS-COV-2 que tem como objetivo fornecer resultados preliminares para ajudar no diagnóstico da doença por infecção pelo coronavírus (COVID-19) em pessoas que atuam constantemente em diversas áreas nas do aeroporto, como terminal de carga, terminal de passageiros, alfândega, despachantes aduaneiros e empresas prestadoras de serviço.

Para o delegado da Alfândega da Receita Federal no Aeroporto de Viracopos, Fabiano Coelho, a iniciativa é reflexo do ambiente de solidariedade, cooperação e parceria da comunidade aeroportuária de Viracopos. “Durante o período da pandemia o Aeroporto vem se destacando pelo aumento de sua participação no comércio exterior do país e, apesar das dificuldades, tem obtido expressivos resultados no que se refere à fluidez das operações de importação, exportação, trânsito aduaneiro e remessas expressas internacionais, com destaque para a importação de produtos vinculados ao combate à Covid”, disse ele.

“Tais resultados só vêm sendo viabilizados graças ao empenho redobrado de servidores da Alfândega, dos demais órgãos públicos e de todos os intervenientes no comércio internacional, como os colaboradores da Concessionária ABV, os despachantes aduaneiros, os transportadores, os agentes de carga e os funcionários das empresas de apoio.”, completou o delegado da Receita Federal.

Na avaliação de um dos parceiros do projeto, o SINDASP, a ação vai ao encontro dos objetivos da entidade. “O SINDASP sempre esteve atento ao desempenho da categoria dos Despachantes Aduaneiros na linha de frente dos trabalhos em auxílio às importações e exportações de produtos no combate à Covid-19. Essa ação é oportuna e relevante. Estaremos engajados em mais uma contribuição para minimizar os impactos da pandemia”, avalia Marcos Farneze, Presidente do SINDASP.

A testagem acontecerá apenas nas dependências de Viracopos. A pesquisa possibilitará a obtenção de dados mais precisos sobre o contágio da COVID-19 no complexo aeroportuário, reduzindo a subnotificação da doença. Pelo menos 6 mil pessoas trabalham direta ou indiretamente no aeroporto.

 

26 e 28/08/2020

Local: No Hall do Prédio Administrativo do Aeroporto e Receita Federal

Horário: das 9h30 às 17hs.

 

01 e 03/09/2020

Local: No Prédio de Serviços do Edifício Garagem – Piso +2 (acesso pela passarela de interligação ao Terminal de Passageiros).

Horário: das 9h30 às 17hs.


De olho na retomada, Transportadoras modernizam as frotas e ministro Tarcísio anuncia investimento para rodovias

Considerado um setor resiliente, o transporte de cargas começa a se recuperar dos impactos sofridos nos últimos meses. Atividade essencial, o serviço não foi paralisado durante a pandemia, mas 93% das empresas registraram queda no faturamento neste período, de acordo com dados da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística).

Com foco na retomada da economia e no atendimento à demanda represada, transportadoras que conseguiram atravessar este momento investem na renovação e na ampliação de frotas, com a perspectiva de reaquecimento das operações.

Em entrevista ao programa NaLata, apresentado por Antonia Fontenelle, o ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas abordou o momento e falou sobre os transportes do Brasil. Entre os temas, as iniciativas do Governo Federal para melhorar a qualidade de vida dos caminhoneiros e diminuir o tempo de viagem.

“Os caminhoneiros são profissionais da maior relevância, que carregam a produção nas costas. O nosso objetivo aqui é ajudar a categoria”, afirmou o ministro ao falar sobre as melhorias previstas para as rodovias do país.

 

Retomada – Num primeiro momento, o impacto foi grande. Em abril, foi considerável, mas em maio foi menor e em junho trabalhamos muito próximo à normalidade. Acreditamos numa retomada, pois a demanda estava sendo reprimida e vai retornar”, afirma Alberto Luis Ferazzo, diretor de operações na Rodofama Transporte Rodoviário.

A empresa, que conta atualmente com 90 veículos, investiu na expansão dos negócios por meio do Consórcio IVECO. “Fizemos um investimento alto. Adquirimos um total de 15 cotas – o que representa um crescimento de quase 20% da nossa frota. Se as sinalizações que o mercado está dando se confirmarem, pretendemos aumentar. Já fomos contemplados com alguns caminhões, que já começaram a rodar. E temos entregas programadas para os próximos dois meses”, conta Ferazzo.

 

Frotas mais novas – Para Mauro Andrade, gerente comercial do Consórcio IVECO, a pandemia acelerou os processos de transformação digital no setor de transporte, e despertou em muitas empresas a necessidade de constituição de frota própria. “Percebemos que o mercado ficou mais exigente em relação aos caminhões. A transportadora que conta com veículos mais novos está, sem dúvida, um passo à frente e sai ganhando em termos de produtividade, eficiência, e, principalmente, segurança. São vantagens competitivas importantes, mas que exigem investimentos. É aí que entra o consórcio, para facilitar essa aquisição”, explica.

Além do melhor custo benefício e das condições facilitadas – como a taxa de administração mais competitiva do mercado, o prazo de até 120 meses para pagar, sem taxa de adesão e sem juros – clientes e parceiros do Consórcio IVECO contam ainda com umas das liberações de crédito mais rápidas do setor: 48 horas após a aprovação, em média.

“Somos um consórcio da fábrica, o cliente adquire a sua cota diretamente na concessionária da marca. É uma compra programada, segura, sem surpresas, que possibilita que o empresário se organize para manter a sua frota em constante renovação. Tudo isso sem se descapitalizar no banco, sem comprometer seu crédito, que é importante para manter a saúde financeira de qualquer organização”, finaliza Andrade


V.Santos aposta na logística de exportação de produtos orgânicos

Com a pandemia de COVID-19, a preocupação com a saúde e o bem-estar permitiu a abertura de novos mercados.

Novos tempos, novos valores, novos negócios. Assim, o período já tratado como pós-pandemia trouxe aspectos negativos, mas trouxe também novas oportunidades.

Neste cenário, o segmento de orgânicos – que já apontava um crescimento de 15% em 2019, com volume de U$190 milhões nas exportações, segundo estimativa da Organis (entidade setorial dos Orgânicos) apresenta forte tendência positiva em 2020, já que é esperado que o mercado brasileiro cresça no mínimo 10% neste segmento.

Atualmente, os principais destinos de orgânicos são Estados Unidos, Alemanha, França e, recentemente, a China. Mas outros países também têm demonstrado interesse nos produtos orgânicos brasileiros, como a Rússia, Coréia do Sul, Japão, Itália, Reino Unido e Dinamarca.

Na lista dos produtos estão: mel, frutas, verduras e legumes, grãos, café, açúcar, castanha de caju, carnes, laticínios, têxtil e entre outros.

A exportação desses produtos requer atenção para alguns passos que vão desde a certificação, que garante a qualidade do produto e atesta se eles atendem aos padrões oficiais exigidos por outros países, até a adequação dos trâmites logísticos, documentações, tipos de embarque e negociação dos fretes.

“A  V. Santos conta com este  know-how na exportação de produtos orgânicos e está pronta para atender essa demanda”, avalia Valdir Santos, CEO da V. Santos.


Valor dos Fretes internacionais está subindo. Mas, acreditem, isso pode ser uma boa notícia

Quer uma boa notícia? O valor de fretes internacionais está subindo. Por que é uma boa notícia?

Nesta semana saíram projeções do “mercado” com melhoras na estimativa PIB 2020. A queda passou de – 5,62% para – 5,52%. Junho era de -6,54%.

Também ouvi projeções de muitas fontes. Diretores, multinacionais, investidores financeiros, gerentes de bancos e do porteiro do prédio.

Mas, quer saber? Escuto com mais atenção 2 tipos: quem trabalha com seguro e quem trabalha com armadores (donos de navios).

Ao contrário dos demais, que trabalham com uma visão de “investimentos”, eles trabalham com uma visão de riscos.

Eles sabem das coisas antes que nós.

Eles nunca perdem. Após um período com transportes com preço de custo, os preços estão retornando aos patamares pré-pandemia. Acredita-se que em setembro e outubro haverá falta de espaço nos navios para atender toda a demanda reprimida acumulada com a demanda de final de ano.

O fato dos armadores estarem aumentando o preço dos fretes significa que eles sabem que o volume de comércio internacional, de negócios e de dinheiro está voltando.

Embarcando hoje na China, deve chegar no Brasil por outubro.

Falta pouco. Outubro tá logo ali. Aguenta mais um pouco.

Que outubro traga empregos. Que outubro traga boas notícias.

Fonte: Transcrito LinkedIn Matias Juan Chief Commercial Officer (CCO) na Pibernat


Vendas da indústria de máquinas têm alta de 15% em julho, revela Abimaq

As vendas da indústria brasileira de máquinas e equipamentos totalizaram no mês de julho R$ 12,4 bilhões, montante 15% superior ao registrado no mesmo mês de 2019. No acumulado do ano, as vendas somam R$ 69,2 bilhões, 4,6% a menos do que o obtido no mesmo período do ano passado. Os dados, divulgados nesta semana, são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

“A alta está relacionada a fatores como a retomada da produção de importantes empresas que estavam paradas até junho. Ainda que a comparação tenha sido feita em relação ao fraco julho de 2019, o avanço deste mês sinaliza estabilidade no pós-pandemia”, disse a entidade em nota.

O setor vendeu ao exterior R$ 620 milhões em equipamentos, montante 33,3% inferior ao registrado no mesmo mês de 2019. Esse foi o quinto mês consecutivo de queda nas receitas das exportações. No acumulado do ano, as exportações somam R$ 4,13 bilhões, 26,8% a menos que o obtido no mesmo período do ano passado.

“A retração das exportações, observada desde o final de 2019, foi intensificada no cenário de pandemia. Entretanto, pesquisas mostram a recomposição gradual dessas indústrias-clientes do setor de máquinas em terreno externo. Os próximos meses deverão apontar o desempenho da indústria brasileira na esteira da recuperação mundial”, ressaltou a entidade.

 

Fonte: Agência Brasil