Viracopos retoma projeto e planeja Aeroporto-Indústria para 2016

viracopos industria finalA Aeroportos Brasil Viracopos retomou o projeto para a implantação do aeroporto industrial no Aeroporto Internacional de Viracopos. O plano de construção do empreendimento no terminal vem desde a época em que o aeroporto era administrado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

A expectativa é que no segundo semestre de 2016 a estrutura de galpões já esteja instalada e apta a receber indústria que produzem para a exportação. Os investimentos, apenas na estrutura, serão de R$ 75 milhões (US$ 19,2 milhões). O Aeroporto Industrial Viracopos terá 300 mil metros quadrados e ficará dentro de um condomínio logístico que terá outras atividades produtivas. A concessionária projeta que o empreendimento irá atrair empresas de áreas como alta tecnologia e farmacêutica. O projeto do aeroporto industrial traz benefícios fiscais para as empresas que exportam produtos.

O gerente de Novos Negócios da Aeroportos Brasil Viracopos, Jorge Lobarinhas, afirmou que o empreendimento traz vantagens competitivas para as indústrias que se instalarem no aeroporto industrial e também para Viracopos. O executivo disse que, além dos benefícios fiscais que o aeroporto industrial vai proporcionar às indústrias, outro fator positivo é que as companhias não irão mais precisar movimentar cargas pela via rodoviária. “Um grande problema hoje é o sinistro com cargas. As empresas que se instalarem no aeroporto industrial não precisarão movimentar cargas fora. Os componentes importados chegarão em Viracopos e irão direto para as fábricas. Os produtos acabados sairão das plantas industriais e irão direto para o terminal de exportação”, esclareceu. Ele revelou que já existem interessados em locar áreas.

Lobarinhas disse que o planejamento é que a obra fique pronta no segundo semestre de 2016. “Investiremos R$ 15 milhões (US$ 3,8 milhões) apenas na terraplanagem da área que vai abrigar o aeroporto industrial e também o condomínio logístico que terá outras atividades. Outros R$ 75 milhões (US$ 19,2 milhões) serão aplicados na estrutura dos galpões”. O executivo salientou que a expectativa é que as empresas instalem no local linhas de produção dos produtos que serão exportados. “Nós acreditamos em uma retomada em curto prazo. O projeto oferece vantagens fiscais e logísticas que vão trazer ganhos para os exportadores e também vai impulsionar a competitividade de Viracopos ao oferecer mais serviços para as empresas”, concluiu.

Fonte: Correio Popular


Conheça íntegra de estudo que auxiliará suas ações de Comércio Exterior em 2016

Relatório e Infográfico da TH e da KPMG trazem informações valiosas do cenário Brasil para sua gestão de importação e exportação no próximo ano.


Transporte aéreo de carga estagnou em outubro, segundo Iata

O tráfego de carga aérea cresceu globalmente apenas 0,5% em outubro, de acordo com a International Air Transport Association (IATA), órgão que representa 260 empresas e 83% do tráfego global.

Numa perspectiva regional, as companhias aéreas da América Latina, América do Norte e África movimentaram 8,1%, 2,4% e 1,1%, respectivamente, enquanto o crescimento da capacidade foi de 5%, 6% e 6,9%, na mesma ordem.

Além disso, a IATA anunciou que no acumulado de janeiro a outubro de 2015, o tráfego mundial de carga aérea cresceu 2.6% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o crescimento de capacidade foi de 5,8%, comparado com cerca de dez meses de 2014.

Na questão regional, as companhias aéreas da América Latina e América do Norte foram as únicos a registrar quedas de 5,9% e 0,1% sobre o ano anterior, embora o crescimento de capacidade tenha sido de 2% e de 3,2%.

No ano, o transporte aéreo de carga na América Latina acumula retração de 6% — também o pior desempenho no mundo. Segundo a Iata, as condições econômicas e políticas no Brasil estão afetando a atividade do comércio regional nos últimos meses.

Fonte: T21


GRU Airport apresenta vídeo de Carga Aérea

Gru-videoClique e confira vídeo “Pronto para receber sua carga” do Terminal de Logística de Carga do GRU Airport – Aeroporto de Guarulhos.

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Novo Aeroporto em São Paulo disputará mercado com Viracopos e Guarulhos

caieras finalSecretário do PAC diz que governo vai estudar 3º aeroporto em São Paulo

O secretário do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Maurício Muniz, disse em evento da CCR nesta quarta-feira, 18/11, que o governo federal voltará a estudar o tema da construção de um terceiro aeroporto na região metropolitana de São Paulo, que o grupo pretende construir.

“A gente sabe que é um investimento importante para o Estado, é um momento em que estamos procurando novos investimentos”, disse Muniz.

No entanto, ele afirmou ainda não ter uma posição mais definida sobre o tema, acrescentando apenas que se trata de um investimento que está “no radar” e “é importante que seja viabilizado”.

Em outubro, a CCR anunciou que assumiu os direitos de um contrato de opção de compra de um terreno para o aeroporto. O projeto batizado de Nasp (Novo Aeroporto de São Paulo), em Caieiras, fica a cerca de 30 quilômetros da capital paulista e depende de aval regulatório do governo federal.

Estudos preliminares encomendados pela CCR indicam que o novo aeroporto pode ter capacidade para tráfego de 50 milhões a 60 milhões de passageiros por ano, incluindo voos domésticos e internacionais, disse à Reuters em outubro o diretor de novos negócios da CCR, Leonardo Vianna, estimando os investimentos no projeto como sendo da ordem de 7 bilhões a 8 bilhões de reais.

O novo aeroporto vai disputar mercado com Guarulhos, atualmente administrado por um consórcio que tem entre os principais sócios a Invepar, que por sua vez tem o grupo OAS entre os principais investidores. O terminal em Caieiras também vai disputar mercado com o aeroporto Viracopos, em Campinas, administrado por companhia que tem entre os maiores acionistas os grupos Triunfo e UTC Participações.

Em apresentação a investidores divulgada mais cedo, a CCR afirma que Viracopos é “muito distante”, a cerca de 100 quilômetros da capital e que o terminal em Guarulhos estará saturado em cerca de 5 anos. Segundo a CCR, o deslocamento da capital para o Nasp leva, em média, 31 minutos a menos do que a ida até Guarulhos, no caso de 80 por cento da população com renda acima de cinco salários mínimos.

A CCR afirmou ainda na apresentação que o projeto do Nasp prevê construção de 17 mil vagas para veículos, duas pistas paralelas com capacidade para 62 movimentos por hora.

Com informações: Reuters